Nesta semana tivemos nosso penúltimo encontro do ano com o grupo Moleque Mateiro. Aproveitamos o momento para recordar as aventuras que vivemos ao longo do ano — os experimentos, as descobertas e todas as experiências em torno dos elementos terra, água, ar e fogo.
Para celebrar, realizamos uma atividade voltada ao cuidado com o meio ambiente, envolvendo a preservação dos rios, o excesso de lixo produzido e a classificação dos resíduos. Vini e Babi organizaram as crianças em dois grupos, que correram até o “rio” para coletar os resíduos espalhados. Ao final, a equipe que reunisse a maior quantidade de itens seria a campeã. Foi uma verdadeira farra!
Nosso encontro foi marcado por muita alegria e também por um pouquinho de saudade. Selecionamos algumas fotografias para compartilhar com vocês um pouco dessa vivência tão especial!
A Turma do Mar descobriu que a maioria das cobras coloca ovos. E que o ovo da cobra é mole e tem uma casca flexível, diferente do ovo da galinha.
Lemos juntos a história “Dolores dolorida”, de Vera Cotrim. E nos divertimos brincando com o corpo na música: “A cobra não tem pé”. Segue o link para vocês ouvirem com as crianças.
A Cobra Não Tem Pé https://share.google/qPgleyXDNbKBdGFt8
Após a emocionante Festa de Encerramento, a Turma do Baú segue vivendo os ecos do projeto que marcou o semestre. As crianças comentam os passos da dança, as músicas cantadas e os momentos compartilhados no palco: sinais de que a experiência ficou registrada no corpo, na memória e no coração de cada uma delas.
Nos dias seguintes, realizamos uma retrospectiva das pesquisas feitas ao longo do último mês, revisitando o caminho percorrido: o livro Ana, Guto e o Gato Dançarino, as descobertas sobre o forró, o encontro com a música A vida do viajante, a visita à Feira de São Cristóvão, a confecção das malinhas de papelão e todos os ensaios que culminaram na apresentação.
Esse retorno ao processo permitiu que o grupo reconhecesse suas conquistas, revisse suas produções, compartilhasse percepções e compreendesse que cada etapa contribuiu para o resultado final. Foi um momento de valorização do aprendizado vivido, de fortalecimento da autonomia e de construção de sentidos sobre a própria participação no projeto.
Os efeitos pós-festa mostram que a experiência ultrapassou o espetáculo: ela se transformou em criação, cultura e crescimento, deixando marcas que seguem inspirando a turma em suas novas caminhadas.
A semana foi cheia de alegria e memórias! As crianças estavam radiantes após participarem da nossa Festa de Encerramento. Inspirados pela maior roqueira do Brasil, Rita Lee, os pequenos roqueiros da Turma do Papel deram tudo de si e arrasaram no palco, celebrando com muita propriedade tudo o que viveram ao longo do ano.
Aproveitamos esse clima festivo para uma conversa de pé de ouvido. Enquanto bordávamos as fotos de cada criança, com seu objeto de memória significativo, conversamos sobre os caminhos percorridos no projeto, o momento da festa que mais curtiram, relembramos a história que serviu de inspiração para a apresentação e as músicas que embalaram cada turma.
Entre uma linha e outra, surgiram também conversas cheias de imaginação sobre as férias que se aproximam e as expectativas para esse novo tempo que está chegando.
A emoção foi contagiante na despedida da Turma da Festa, o hip hop embalou a todos e, juntas, as crianças arrasaram, fechando um ciclo de histórias, arte e memória.
Em roda, na escola, expressaram o que sentiram nesse dia especial:
“Foi muito legal, eu gostei da parte das memórias e do hip hop e achei a parte do Guto engraçada.” (Elena)
“Eu gostei muito quando a gente dançou hip hop. Foi incrível.” (Henrique)
“Eu gostei quando a gente fez as memórias da Ana. Foi muito legal esse dia.” (Pérola)
“Eu gostei muito quando a gente dançou o hip hop e também achei muito engraçado quando o Guto falou au au e o gatinho saiu correndo.” (Aurora)
“Eu adorei dançar o hip hop, as memórias da Ana, os vídeos que passaram e ver as pessoas assistindo a gente.” (Olívia)
“Eu gostei muito de ver as memórias da Ana e de ter dançado o hip hop. Eu senti muita alegria de ter conhecido o palco.” (Vicente)
“Eu gostei quando a gente dançou as memórias de Ana e quando o Guto fez au au e o gato correu.” (Dante)
Inspirados por esse momento, apreciamos a história de amizade Clic e Cloc, de Estelle Billon-Spagnol, e refletimos sobre os laços que se fortaleceram ao longo do ano. Nesta reta final, vamos relembrando momentos, resgatando brincadeiras e encerrando, aos poucos, mais uma trajetória.
A Turma do Circo segue aprofundando suas pesquisas sobre ancestralidade, memória e os tesouros de cada família. Inspiradas pela leitura do livro As panquecas de Mama Panya, as crianças compartilharam seus próprios tesouros familiares: receitas culinárias transmitidas entre gerações. Apareceram receitas de café da manhã, prato principal e até sobremesa!
Após uma roda de conversa, a Turma do Circo conheceu o trabalho de Gregg Segal, fotógrafo que registra crianças ao redor do mundo junto aos alimentos que compõem suas refeições. Motivadas por essas imagens, as crianças recriaram o registro fotográfico, com os ingredientes de suas próprias receitas.
Num sábado de comemoração encerramos nosso último encontro com as famílias da Turma do Cinema, fechando um ciclo de histórias, arte e memória. Durante nossas conversas as crianças expressaram esse momento tão especial para todos:
“Foi a minha primeira vez dançando no palco.” (Lucas)
“Eu nunca esquecerei da Ana, Guto e o Gato dançarino.” (Maria H.)
“Foi a primeira vez que dancei na Sá Pereira.” (Beatriz)
“Eu me esforcei pra dançar o samba e fiquei muito orgulhoso de mim.” (Sebastião)
“Vou lembrar da primeira vez dançando rock and roll, foi a primeira vez.” (Carolina)
“Foi a primeira vez que dancei tão estiloso e orgulhoso.” (José)
“Eu fiquei muito feliz quando tocamos a guitarra.” (Laura)
“Nunca esquecerei a roupa que usei na festa.” (Maria F.)
“Eu acho que foi a primeira vez que dancei com uma turma.” (Giovanna)
“Foi a primeira vez que vi um teatro na escola.” (Antônio)
“Fiquei muito orgulhosa de mim porque dancei muito bonito.” (Isabel)
“Foi a primeira vez que dancei no palco.” (Elis)
“Eu vou lembrar da Ana, do Guto e do gato dançarino.” (Tomás)
“Nunca vou esquecer do vídeo.” (Santiago)
Assim, compartilhamos em palavras memórias desse dia cheio de emoção. Ainda embalados pelo rock and roll, registramos no papel a artista que nos inspirou no palco, Rita Lee.