Baile de Carnaval 

Ateliês

Voltamos! A chegada ao Ateliê foi repleta de beijos, abraços e muita saudade.

As crianças se reencontraram, conheceram os novos amigos e se familiarizaram com os materiais e ambientes da escola. Nossos momentos foram marcados por rodas de conversas, brincadeiras e atividades que permitiram a cada grupo se apropriar de seus espaços de criações.

No embalo do Carnaval, a turma realizou um baile para inaugurar o ano com muita alegria e brincadeira!

“Quem Te Ensinou a Nadar…”

Berçário

Retornamos às aulas com muita animação e com o nosso grupo completo! 

Aos poucos, estamos criando vínculos e formando uma turma muito querida e fofa! Algumas crianças ainda estão em processo de adaptação, cada uma no seu tempo. 

Na aula de Música, a professora Bebel apresentou o livro Barco de papel, de Jorge Luján e Julia Friese. Aproveitamos essa história e fizemos uma “chuva” de barquinhos para brincarmos. Fomos passear e navegar na imaginação ao som da música “Quem te ensinou a nadar”, e colocamos os barcos na água e na areia. Depois tomamos um banho de chuveiro bem divertido. Finalizamos manuseando a argila com a equipe do Moleque Mateiro.

Que venham novas atividades, experimentações e brincadeiras!

Reencontros, Artes e Sensibilização

TAT

As primeiras semanas foram marcadas por reencontros, novas amizades e pela construção de um grupo que, aos poucos, vai encontrando sua identidade. Entre acolhimentos, rodas de conversa e muitas descobertas, a TAT vem se fortalecendo como coletivo, aprendendo a escutar, compartilhar e brincar junto.

Nas Artes, as crianças exploraram diferentes técnicas de pintura, experimentando criar com as mãos e também com pincéis. As produções revelaram não apenas cores e formas, mas gestos, sensações e expressões corporais. Pintar com as mãos trouxe a experiência do toque, da textura e da liberdade; com o pincel, a descoberta de novos movimentos e possibilidades.

Iniciamos também a sensibilização para o projeto deste ano: “Ginga e corpo: quando o esporte sonha em ser jogo”. Para provocar reflexões e ampliar o olhar das crianças, apreciamos a obra Cerimônia, de Thenjiwe Niki Nkosi (2020).

Ao observar a imagem, surgiram leituras sensíveis e potentes:

“As cabeças estão grudadas uma na outra. Tem três pessoas dando abraço nas costas.” (Arthur D.)
“Estão abraçando para viajar, ir embora.” (Arthur F.)
“As mãos estão tocando nas pessoas. A gente toca as pessoas porque a gente ama.” (Max)

A partir das observações, conversamos sobre o que aquelas pessoas vestem:

“Estão com roupa de academia para malhar.” (Maitê)
“Para fazer exercício. A gente faz exercício para ficar suado e forte.” (Arthur D.)

A conversa se ampliou para o cotidiano da escola:

“Aula de Música e Dança com o Jean e a Renata.” (Maitê)
“Aula de Capoeira com o Cigano.” (Eloá)
“Porque a gente dá cambalhota e pula muito alto.” (Arthur F.)

Quando perguntamos o que é esporte, novas interpretações surgiram:

“Esporte é dança.” (Arthur D.)

A partir dessas falas, fomos percebendo como, para as crianças, o esporte se mistura ao brincar, à dança, à música, ao afeto e ao movimento. O corpo aparece como lugar de encontro, força, alegria e expressão.

Encerramos esse momento perguntando que nome poderíamos dar à turma. Entre as sugestões, apareceram: Turma da Capoeira, Turma da Dança e Turma da Música!

Assim, vamos construindo nossa identidade coletiva: entre ginga, corpo, jogo e sonho. As primeiras semanas revelam um grupo que se movimenta junto, que cria junto e que, sobretudo, aprende junto.

Rotina e Projeto

TBT

Nossa semana foi marcada pelo carinho e pela energia pós-Carnaval! Em tempos de estreitar laços após o nosso bloco, abrimos os braços para um novo ritmo e para as descobertas da nova rotina.

Aproveitamos para dar o pontapé inicial nas conversas sobre o nosso projeto institucional: “Ginga e corpo: quando o esporte sonha ser jogo”. Em nossas rodas, mergulhamos no desafio de desvendar o significado de palavras como jogo, esporte, corpo e ginga. O que cada uma delas desperta em nós? O que fazemos com o corpo aqui na escola? Alguém pratica esporte? Qual? Para fomentar esse enredo e aguçar o olhar dos pequenos, exploramos a imagem da nossa agenda, descrevendo detalhes e sensações.

Preparamos uma surpresa que se tornou o ponto alto da semana e o grande disparador da curiosidade da turma. Encontramos no “forninho” da biblioteca uma bola e um apito! Esse achado inusitado gerou gargalhadas e muitas perguntas. Afinal, o que esses objetos têm a ver com nosso projeto? O que podemos fazer com a bola? E com o apito?

“O apito serve para chamar atenção!”

“Usa no jogo de futebol, junto com cartão vermelho e amarelo.”

“A bola usa no tênis, no futebol, basquete…”

“Brubru, dá pra brincar de batata quente com a bola também, e eu gosto.”

“Tem muitas brincadeiras legais com bola né?!”

Em seguida, com a ajuda dos alunos antigos, explicamos como funciona a escolha do nome da turma. Esse bate-papo deixou a meninada tão animada que as sugestões já começaram a surgir. Aguardem os próximos passos!

Um Passo à Frente: Arte, Capoeira e Descobertas

TCT

Mais um ano letivo se inicia e, com ele, a alegria do reencontro. Entre abraços e novidades, nossas tardes ganharam vida e cores.

Embalados pelo clima de Carnaval, mergulhamos no samba do nosso projeto, “Um passo à frente” (de Carlos Fernando M. Silva e Moyses J. Cohen), que trouxe reflexões profundas logo de partida.

Ao ouvirmos o verso “Capoeira não é moda/ É jogo de libertação”, as crianças compartilharam percepções surpreendentes: “Capoeira é luta disfarçada de dança!” (Gael), “Capoeira é um jogo de chão!” (Bernardo) e “A Capoeira nasceu na Bahia” (Francisco).

Motivado por esse debate, o grupo relembrou os instrumentos que compõem a roda: o berimbau, o pandeiro, o agogô e o caxixi.

Para alimentar ainda mais essa curiosidade, lemos o livro Do arco e flecha ao berimbau, de Rui Rosa, que narra a busca de um caçador por um som novo.

A investigação se estendeu à capa da nossa agenda, a obra Ceremony, de Thenjiwe Niki Nkosi. A imagem gerou desdobramentos fascinantes, desde a contagem dos participantes e a pesquisa de cores até questionamentos sobre os movimentos das ginastas.

Estamos apenas começando nossa jornada. Fiquem atentos, pois muitas novidades vêm por aí!

Encontros e Diálogos

TDT

Muitas conversas e brincadeiras permeiam os encontros das crianças na TDT. Em nosso dia a dia, os vínculos começam a se fortalecer, abrindo possibilidades de novas amizades. Neste embalo, acolhemos com carinho e atenção os novos amigos que chegaram em nossa escola.

Nos pátios, os piques dinamizam nossas tardes e, aos poucos, vamos conhecendo o repertório brincante das crianças.

Na roda, momento de escuta e atenção, observamos a capa da agenda, apresentando o projeto institucional “Ginga e corpo: quando o esporte sonha ser jogo”. Iniciando nossas primeiras investigações a partir de seus conhecimentos prévios sobre o que é esporte:

“É competir.” (Akin)

“É tipo fazer algum jogo que a criança não faz.” (Vicente)

“É treinar.” (Henrique)

“Eu acho que é um jogo.” (Nelson)

“Um tipo de jogo.” (Santiago)

Em seguida, apreciamos a obra Largada da Maratona, do artista Jaime Acioli, que possibilitou novas reflexões sobre o tema, dando início a algumas possibilidades de nomes para o grupo, entre eles: Turma da Bola, Turma da Maratona, Turma da Corrida, Turma da Ginga, Turma da Capoeira, Turma do Queimado e Turma do Esporte.

Qual será o vencedor? Aguardem o resultado!

Sensibilização

Dança

As turmas da Educação Infantil, nas aulas de Dança, conheceram um pouco sobre o Frevo, buscando relações com o projeto institucional: “Ginga e corpo, quando o esporte sonha ser jogo”.

Conversamos sobre como o corpo se relaciona com o espaço e com o corpo das outras crianças, jogando com ele na criação dos movimentos, e sobre o que é necessário para que nosso corpo permaneça em movimento. Descobrimos que é preciso cuidado para brincar com os equilíbrios e desequilíbrios presentes nesta dança e que podemos criar passos a partir do nosso repertório corporal e da observação do outro.

Aprendemos passos como saci-pererê, chute de frente, chute de lado, ponta de pé e calcanhar, exploramos equilíbrios e desequilíbrios, improvisamos e criamos nossos próprios passos.

Ao final da experimentação, concluímos que “no Frevo não pode faltar alegria, felicidade!”

E assim, iniciamos nossa aproximação com o projeto.