Nas aulas de Ioga, recebemos novos amigos e com alegria temos compartilhado, pouco a pouco, nossos conhecimentos.
Através de brincadeiras, as crianças têm vivenciado diferentes ásanas (posturas), ampliando a visão sobre suas emoções, limites e possibilidades do corpo, e sobre o cuidado com o outro.
Em nossas brincadeiras com a respiração, vamos também percebendo como podemos utilizá-la para acalmar nossa mente e nossos sentimentos.
As crianças do Ateliê têm demonstrado muito entusiasmo e segurança nas aulas de Capoeira.
As atividades têm início com uma roda de conversa, momento em que todos dialogam, cantam músicas de capoeira e aprendem curiosidades sobre essa importante manifestação cultural. Na sequência, realiza-se um momento de alongamento, com a finalidade de preparar o corpo, favorecer a mobilidade e despertar os alunos para as atividades propostas na aula.
O professor Leandro apresentou o Jongo, uma manifestação cultural afro-brasileira que reúne música, canto, dança e percussão. Durante a atividade, as crianças puderam ouvir os ritmos, experimentar reproduzi-los e participar cantando, vivenciando de forma lúdica essa importante expressão da cultura popular.
A construção do alfabeto ilustrado nas turmas de F1 é uma atividade muito significativa.
Iniciamos sequenciando as letras do alfabeto e depois separamos as fichas com os nomes das crianças e professoras de acordo com sua letra inicial.
Fotografamos a turma, reunindo as crianças cujo nome começa com a mesma letra, um momento sempre divertido, e colamos as fotografias nas letras relativas aos nomes.
Em seguida, completamos o quadro, escolhendo palavras iniciadas pelas letras ainda não preenchidas, e buscamos imagens para representá-las. Este ano, instigados pelo novo projeto, lançamos o desafio de procurar um esporte ou jogo para cada letra que faltou.
O alfabeto pronto vai para o mural da sala e se tornará uma fonte de consulta importante nas atividades de escrita e leitura na escola.
Desdobramos esta atividade enviando um alfabeto para cada criança, para auxiliá-las durante as tarefas de casa. Como recurso, mandaremos também uma ficha com todos os nomes das crianças da turma. Palavras que, quando se tornam estáveis, ajudam as crianças a construir outras.
Pedimos que seja tudo plastificado e que fique na pasta.
Na primeira Tribo das F2, as crianças mostraram-se curiosas e animadas. Começamos o encontro com as apresentações e uma brincadeira com os nomes.
Conversamos sobre para que serve a Tribo, e elas puderam entender que se trata de um espaço importante para aprender a conversar coletivamente e para muitas outras práticas que ajudam no dia a dia, como conhecer e discutir as regras de convivência da escola, buscar soluções coletivas para problemas comuns à turma, meditar e ouvir o outro.
Na Tribo seguinte, a prática da meditação foi a pauta principal, já que ela sempre acontece no início dos encontros. Também assistimos ao curta “Meditação em um instante”, e as crianças meditaram junto com o personagem, seguindo suas orientações.
As turmas esão dedicadas a conhecer as características e a estrutura do gênero textual conto de fadas.
Para inspirar esse estudo, aparece uma caixa misteriosa para intrigar as crianças. De dentro dela saem itens curiosos, como um espelho, uma bota, uma baleia, uma abóbora e uma cestinha, entre outros objetos conhecidos que remetem a diferentes contos de fadas.
A partir dessa descoberta, conversamos sobre as razões pelas quais essas histórias nos atraem tanto e sobre a facilidade com que somos transportados para dentro delas.
As F3 investigaram a relação entre o funcionamento do nosso corpo e a prática de atividades físicas, unindo movimentação, observação e aprendizado.
As turmas participaram de um circuito de atividades físicas, e antes, durante e depois das práticas experimentadas observaram alguns sinais do corpo, como os batimentos cardíacos, a respiração e as emoções presentes.
A proposta teve como objetivo instigar as crianças a observar o funcionamento do corpo durante a prática de atividades físicas e, a partir dessas percepções, refletir sobre a possibilidade do tema se tornar o foco do projeto da série.
Os jogos matemáticos estão sempre presentes nos nossos estudos porque são recursos que auxiliam na aprendizagem de maneira lúdica e integradora, pois podem articular diferentes conceitos.
No jogo Calculadora Quebrada, desafiamos as crianças a mostrar o que já dominam sobre o funcionamento do sistema de numeração decimal e também das quatro operações. Como resolver, por exemplo, a operação 1.000 x 4 se a tecla “x” está quebrada?
Assim, ao lidar com a ausência de uma tecla, é preciso que elaborem estratégias de cálculo e pensem em seus procedimentos até chegar às soluções.
A primeira música a ser trabalhada pelo coral é Pipoca, de Paulo Tatit e Arnaldo Antunes.
Pesquisamos a composição a partir da reflexão sobre os elementos da música e de que forma eles são utilizados no “jogo” com as palavras.
Percebemos como o ritmo da música se transforma em uma brincadeira sonora a partir da palavra pipoca, fazendo-a de fato pipocar enquanto cantamos. Arnaldo Antunes escolhe outras palavras que dialogam ritmicamente e que remetem a jogos e brincadeiras da infância, fazendo com que a letra se transforme em um verdadeiro jogo sonoro.
A partir disso, também investigamos como o ritmo está presente em nosso próprio corpo: na batida do coração, no ciclo da respiração e no piscar dos olhos, observações trazidas pelas próprias crianças. Outro aspecto levantado foi a presença do ritmo nos esportes, na capacidade de perceber o momento certo dos movimentos e de organizar o corpo para a realização de tarefas incríveis.
Começamos, assim, a preparar essa música com muito movimento!
Inspiradas na série “Enriqueta Lendo”, do cartunista argentino Liniers, em que a menina aparece, em diferentes ilustrações, lendo em sua poltrona obras literárias que caracterizam cada cena, propusemos às crianças que recorressem às suas experiências leitoras para escolher uma delas e ilustrar a si mesmas em sua poltroninha.
Conhecer a série, reler a obra escolhida, “pescar” objetos e trechos significativos de um título foram as primeiras tarefas para, em seguida, produzir suas próprias “Enriquetas”, que serão coladas na capa do caderno de Língua Portuguesa.
Assim, reafirmamos um dos propósitos da nossa escola: formar leitores e escritores desejosos de produzir os mais diferentes tipos de texto.
O Dia Internacional das Mulheres é marcado pela luta pelos direitos, pela vida e contra a invisibilidade das mulheres nos espaços que frequentam.
Ao longo da semana, as tribos de F2 a F5 dedicaram-se a esse tema, usando como disparador das conversas a entrevista produzida pela ESPN abordando o lugar da mulher nos esportes (W Brasil – Invisible Players).
As discussões incluíram o lugar da menina e do menino na sociedade, muitas vezes começando pelo futebol no recreio, e a reflexão sobre a participação das meninas. As crianças puderam pensar se as meninas podem participar como desejam e como deveriam, reconhecendo desigualdades e oportunidades.
O objetivo dessa atividade foi promover reflexão crítica e consciência sobre igualdade de gênero, ampliando o entendimento das crianças sobre direitos e participação social desde a infância.