Nas primeiras aulas da eletiva de Artes Visuais – Introdução ao Design, os estudantes foram apresentados aos principais conceitos do design.
Conversamos sobre o que é design, seus diferentes conceitos e possibilidades de atuação. Falamos um pouco sobre a história dessa atividade desde a Bauhaus, primeira escola de design, e sua evolução até os dias atuais. E ainda refletimos sobre algumas habilidades importantes para quem deseja pensar como designer: empatia, colaboração, criatividade e pensamento visual.
Para experimentar essas ideias na prática, os alunos participaram de atividades que exercitam a escuta e a comunicação visual. Em uma delas, realizaram “entrevistas ilustradas”, nas quais deveriam representar as respostas dos colegas apenas por meio de desenhos – um exercício de atenção, interpretação e criatividade.
Em outra atividade, encararam o “desafio da torrada”: representar, usando apenas imagens, um passo a passo para fazer uma torrada. O objetivo foi explorar como podemos comunicar ideias de forma clara através do desenho.
Essas primeiras aulas funcionam como uma preparação para projetos mais complexos que serão desenvolvidos ao longo do semestre, sempre explorando o design como uma forma de pensar, comunicar e criar soluções visuais para o mundo ao nosso redor.
Os estudantes participaram de uma sequência de atividades voltadas à compreensão de conceitos fundamentais das Ciências da Natureza. Entre os temas abordados estiveram o método científico, as diferenças entre as disciplinas que compõem as Ciências da Natureza e as características gerais dos seres vivos, conteúdos essenciais para o desenvolvimento do pensamento científico.
Durante as aulas, os alunos discutiram como o conhecimento científico é produzido, explorando etapas como observação, formulação de hipóteses, experimentação e análise de resultados. Também refletiram sobre as particularidades de áreas como Biologia, Física e Química, identificando seus objetos de estudo e formas de investigação.
Uma atividade em formato de aula invertida abordou o tema “E os vírus, hein?”. Os estudantes realizaram estudos prévios sobre os vírus e, em sala, debateram compartilhando descobertas e questionamentos. A dinâmica estimulou a participação ativa da turma e ampliou a discussão sobre a natureza dos vírus e sua relação com os seres vivos.
As atividades reforçam a importância de metodologias que incentivam a investigação, o diálogo e a autonomia dos estudantes no processo de aprendizagem científica.
As turmas de M2 avançaram nos estudos da estrutura dos envoltórios celulares, com destaque para a organização e o funcionamento da membrana plasmática. Os estudantes exploraram como essa estrutura delimita a célula e regula a entrada e a saída de substâncias, desempenhando papel fundamental na manutenção do equilíbrio celular.
Ao longo das atividades, foram discutidos os principais mecanismos de transporte através da membrana, como difusão, difusão facilitada, osmose e transporte ativo. Os alunos analisaram como essas formas de transporte permitem que moléculas e íons atravessem a membrana de acordo com gradientes de concentração e com as necessidades da célula.
Como parte do processo de aprendizagem, as turmas participaram de uma aula prática sobre osmose, na qual puderam observar experimentalmente os efeitos da movimentação de água através de membranas semipermeáveis. A atividade possibilitou relacionar os conceitos teóricos estudados em sala com fenômenos observáveis, fortalecendo a compreensão do funcionamento celular.
As experiências contribuíram para desenvolver a investigação científica e a análise crítica dos fenômenos biológicos, aproximando os estudantes do modo como a ciência busca compreender os processos fundamentais da vida.
No primeiro semestre, a eletiva de Dança do ensino médio se dedica ao projeto “Ginga e corpo: quando o esporte sonha ser jogo”, tema institucional que atravessa as diferentes linguagens da escola em 2026.
Iniciamos o percurso com a leitura e o estudo do projeto, buscando compreender quais questões ele propõe e discutindo quais investigações desejamos desenvolver ao longo do semestre. A partir da leitura, cinco perguntas norteadoras foram lançadas aos estudantes. Organizados em grupos, eles defenderam suas perspectivas e hipóteses, ampliando o debate em uma grande roda de conversa. O encontro foi marcado pela escuta, pelo confronto de ideias e pelo exercício de argumentação.
Na sequência experimentamos três dinâmicas corporais com o intuito de aproximar o jogo dos elementos da dança, investigando semelhanças e diferenças entre essas duas experiências corporais. Ritmo, tempo, estratégia, improviso, cooperação, competitividade, percepção corporal e noção espacial entraram na roda como conceitos a serem observados e vivenciados tanto no jogo quanto na dança.
Também levantamos as preferências esportivas de cada estudante, entendendo que suas histórias e repertórios são parte fundamental da criação artística que está por vir.
Foi desse encontro que surgiu a pergunta: quando o esporte deixa de ser apenas competição e volta a sonhar como jogo, que dança nasce daí?
O ciclo de estudos dedicado à anatomia e fisiologia humana consolidou conhecimentos sobre a organização e o funcionamento do corpo humano. Ao longo das aulas, os estudantes revisitaram diferentes sistemas do organismo, analisando como suas estruturas e funções atuam de forma integrada para manter o equilíbrio do corpo.
Como parte do processo de revisão, foram realizadas aulas invertidas, nas quais os alunos prepararam previamente conteúdos sobre alguns sistemas do corpo humano e, em sala, compartilharam explicações, dúvidas e conexões entre os temas estudados. A dinâmica favoreceu a participação ativa e o aprofundamento coletivo do aprendizado.
O encerramento do conteúdo incluiu um estudo mais detalhado dos sistemas imunológico, nervoso e endócrino. Os estudantes discutiram os mecanismos de defesa do organismo, os processos de comunicação e coordenação realizados pelo sistema nervoso e a regulação hormonal promovida pelo sistema endócrino, compreendendo como esses sistemas são essenciais para a manutenção da homeostase.
As atividades permitiram integrar conceitos vistos ao longo do ano passado e reforçaram a importância de compreender o corpo humano como um conjunto de sistemas interdependentes, que atuam de maneira coordenada para garantir o funcionamento adequado do organismo.
A turma M3 está praticando badminton nas aulas de Educação Física. Os alunos exploram os fundamentos desse esporte de raquete, trabalhando saques, deslocamentos rápidos e diferentes tipos de batidas. As atividades desenvolvem coordenação, agilidade e precisão.
A modalidade traz desafios interessantes e exige bastante concentração dos estudantes. A turma participa com entusiasmo, em aulas dinâmicas e cheias de aprendizado.
Nas Tribos do Ensino Médio iniciamos o ano com quatro perguntas disparadoras:
Qual é o seu medo?
Quem é o/a seu/sua adulto/a preferido/a? — alguém presente na sua rotina e que desperte bons sentimentos, podendo ser uma pessoa da família ou do entorno, desde que não seja outro adolescente;
Qual celebridade te influencia ou você admira? — uma forma de conhecer referências públicas que, de alguma maneira, inspiram os estudantes;
Qual é o seu sonho para 2026?
As perguntas funcionaram como ponto de partida para escuta, troca e aproximação entre o grupo, ajudando-nos a conhecer melhor quem são esses jovens, suas referências, afetos e expectativas para o ano.
Nas primeiras Tribos de M1, também nos dedicamos a atividades de integração e, mais recentemente, à construção de um mapa de sala, pensado coletivamente para favorecer a convivência, a organização do trabalho e a construção de novos vínculos ao longo do ano. Ficamos muito contentes em receber os novos alunos e buscamos criar oportunidades para que todos pudessem se conhecer melhor neste início de percurso. Para isso, realizamos um bingo humano e, na semana seguinte, uma roda de entrevistas rápidas, com perguntas abertas propostas pela Orientação desde “Qual sua melhor lembrança de infância?” até “Se você tivesse poderes mágicos, o que mudaria no seu país?”.
Com as turmas de M2 e M3, abrimos espaço para uma conversa cuidadosa sobre um caso recente de violência de gênero, promovendo reflexão, escuta e posicionamento responsável diante de temas tão relevantes.
Na semana que antecedeu a jornada avaliativa, voltamos nosso olhar para o uso do planner como um importante recurso de organização dos estudos e da vida pessoal, explorando também a possibilidade de utilizá-lo como um calendário emocional, que ajude os estudantes a se perceberem e se planejarem de forma mais consciente.