Pote Vazio 

Ateliê F1

As turmas do Ateliê estão em um momento de pesquisa sobre o plantio. Já cultivamos feijão, milho, tomate, jibóia, morango e girassol.

As crianças estão explorando o mundo verde, observando o crescimento das plantas, como raízes, caules e diferentes tipos de folhas, além de participarem ativamente dos cuidados, como a rega. Estão registrando esse processo por meio de fotos, pinturas e desenhos de observação.

Tem sido uma experiência rica em descobertas e aprendizados!

Novas Descobertas

Ateliê F2 a F5 – Oficina de Jogos e Brincadeiras

Iniciamos nossos encontros da Oficina de Jogos e Brincadeiras explorando os jogos favoritos das crianças. Após muita diversão, listamos os elementos que costumam estar presentes nos jogos e percebemos que o dado apareceu em muitos deles.

A partir dessa descoberta, surgiram algumas inquietações: qual é a origem desse objeto? Para que ele foi criado? Quais são suas possibilidades?

Então, fizemos juntos uma viagem no tempo e descobrimos que os primeiros registros de dados datam de cerca de 3.000 anos atrás, na Mesopotâmia. Eles eram feitos de ossos de animais e utilizados em rituais, adivinhações e jogos. Ao longo do tempo, evoluíram em suas formas e materiais.

Em nossos encontros, estamos aprendendo e vivenciando jogos que utilizam apenas dados, papel e lápis.

Aguardem mais novidades!

Entrevista 

F1

As Turmas do Esporte e do Movimento, inspiradas nos nomes que receberam,  resolveram fazer uma pesquisa com os adultos da escola. 

Será que praticam algum esporte? Praticaram durante a infância? Se movimentam e fazem alguma atividade física? 

Em duplas, as crianças circularam pela escola, entrevistando os funcionários.

Anotaram o nome dos entrevistados, fizeram perguntas e escreveram as respostas.

As duplas se apoiaram na escrita das palavras num trabalho em conjunto. Lembravam pedacinhos de nomes conhecidos, davam dicas de letras, cada um escreveu  um pouquinho. Uma beleza de ver!

Ao final da pesquisa, vamos desdobrar as informações coletadas em diferentes atividades como listas, gráficos, registros escritos e  plásticos 

Nossa viagem pelo mundo dos esportes está só começando e iremos longe no tempo nessa pesquisa. 

Materiais sobre os jogos olímpicos na Antiguidade e na Era Moderna são bem vindos.

Escolha do Projeto

F2 -Projeto

Após um percurso de atividades de sensibilização com jogos, conversas e observação de imagens em torno da temática “esporte”, as F2 dedicaram-se à escolha do projeto.

Ao longo desse processo, as crianças trouxeram as Olimpíadas como um tema de interesse e curiosidade. Para potencializar esse envolvimento, perguntamos o que já sabiam sobre essa competição. Surgiram respostas como:

“As Olimpíadas são uma competição que reúne vários esportes.”
“Também existem as Paralimpíadas, que são competições para pessoas com deficiência.”
“As Olimpíadas foram criadas na Grécia, onde surgiram os Jogos Olímpicos da Antiguidade.”

Essa atividade despertou novas dúvidas, e as crianças formularam perguntas que darão continuidade às investigações:

“Por que as Olimpíadas acontecem em diferentes países?”
“Por que existem tantos esportes nas Olimpíadas?”
“Quais esportes fazem parte dos Jogos Olímpicos?”
“Como surgiram as premiações?”
“O que a tocha olímpica representa?”
“A tocha surgiu junto com as Olimpíadas?”

Em breve, esse percurso se desdobrará na abertura do projeto da turma, que será construído coletivamente a partir das questões levantadas pelos grupos.

Estudos Futuros

F3 –  Projeto

Neste início de ano, as F3 vivenciaram diversas atividades de sensibilização sobre o tema do Projeto, explorando jogos e esportes que conhecem e praticam, criando categorias para organizá-los e refletindo sobre como o corpo e as emoções se manifestam antes, durante e depois da prática esportiva. 

Realizamos partidas de jogos, uma gincana de atividades e finalizamos essa etapa com um estudo de campo, no qual as crianças exploraram diferentes capacidades físicas em um circuito.   

A partir dessas vivências e das discussões entre as turmas, identificamos o interesse em pesquisar o funcionamento do corpo humano, suas reações às práticas esportivas e as capacidades físicas e emocionais que podem ser desenvolvidas.

Assim, elegemos a força, o equilíbrio e a concentração como objetos de estudo, levantando perguntas que serão investigadas ao longo do projeto, como:

“Por que quase tudo tudo que a gente faz precisa de força?”

“Por que quando a gente malha a gente fica forte?”

“O que é músculo?”

“Por que às vezes a gente não consegue se concentrar?”

“Por que nós precisamos tanto de concentração?”

“Por que quando a gente acha uma coisa interessante a gente se concentra mais?”

“Como nós seríamos se não tivéssemos equilíbrio? Cairíamos toda a hora?”

“Por que quando a gente é pequeno não tem equilíbrio e quando a gente cresce tem?”

“Por que as pessoas mais velhas têm problemas de equilíbrio?”

Agora, continuaremos nossas pesquisas, investigando essas capacidades e explorando nossas descobertas por meio do corpo.

Maracanã

F4 – Projeto

As F4 estão se preparando para o passeio ao Maracanã. Para iniciar esse processo, conversamos sobre as memórias afetivas que envolvem esse lugar tão importante para a cidade, além de curiosidades e referências que cada um carrega.

Ao longo das conversas, também exploramos a localização do estádio e criamos conexões com a geografia do Rio de Janeiro e a organização dos bairros por zonas.

Outro ponto que despertou bastante interesse foi a origem do nome “Maracanã”.

Como parte dessa preparação, as crianças construíram coletivamente uma lista de perguntas que gostariam de investigar durante a aula de campo. Essa lista será uma importante companheira no passeio, incentivando a observação, a curiosidade e o olhar pesquisador das crianças nesse momento de descoberta.

Seguimos animados para essa experiência!

Atletas em Linhas

F4- Artes

Dando prosseguimento aos estudos sobre a linha e a forma, as turmas do quarto ano ampliaram, em escala, as possibilidades de expressão por meio dessa técnica.

Divididos em pequenos grupos, os alunos pesquisaram imagens de atletas em diferentes modalidades esportivas. A escolha das imagens partiu da observação de posturas congeladas, que deveriam representar, de maneira clara e objetiva, o movimento característico de cada esporte.

Após a seleção, as imagens foram projetadas na parede da sala de Artes. Um dos integrantes de cada grupo assumiu o papel de modelo, recriando a pose como uma verdadeira “estátua viva”. Com o auxílio da luz do projetor, esse corpo em suspensão transformou-se em sombra na parede.

Em seguida, os demais integrantes, munidos de canetinhas coloridas, registraram essa projeção, explorando novas possibilidades de traço — indo além do simples contorno da figura.

Quando a luz do projetor se apagava e a luz da sala se acendia, surgia a surpresa: os desenhos revelavam uma leveza inesperada e uma forte identificação com os movimentos representados. Mesmo sem detalhes ou contornos definidos, as imagens se mostravam precisas e expressivas.

A atividade exigiu organização dos grupos e incentivou a parceria ativa entre os alunos, fortalecendo o trabalho coletivo e a escuta no processo de criação.

O Jornal em Sala de Aula

F5 – Projeto

O jornal foi apresentado às F5 como uma ferramenta informativa, que atualiza e traz para o ambiente da sala de aula acontecimentos extraescolares.

O primeiro passo foi manuseá-lo e perceber a textura e a composição desse objeto, que se torna cada vez mais virtual. A observação da qualidade das páginas, do conteúdo da capa e de seu interior permitiu às crianças perceber criticamente a razão do formato e da organização dos exemplares analisados.

A partir desse primeiro momento, as crianças partilharam seus conhecimentos prévios e fizeram apontamentos importantes para os nossos estudos, como a identificação dos gêneros textuais presentes no jornal, que serão estudados com maior ênfase neste ano: notícia e crônica; o conteúdo da capa, como manchete e chamadas; e a divisão em seções, que organiza as notícias em núcleos temáticos.

Além de apresentar exemplos dos gêneros que serão estudados, o jornal atualiza as informações em sala de aula e contribui para a formação crítica e leitora dos estudantes.

Pictogramas Originais

F5 – Artes

Os grupos do quinto ano estão desenvolvendo pictogramas autorais como ampliação dos estudos sobre a simplificação da forma.
Depois da apreciação dos pictogramas usados nas últimas olimpíadas, as turmas foram divididas em pequenos grupos de cinco alunos. Foi proposto que cada integrante desenvolvesse uma ideia original que representasse um esporte.
Foram sugeridas algumas temáticas para contribuir e incentivar o processo criativo como por exemplo grafismo indígena, Amazônia, literatura de cordel entre outros. Cada grupo teve a oportunidade de fazer uma pesquisa de imagem para serem usadas como referência usando laptops.
Depois de muitos rabiscos e rascunhos, foram escolhidos os desenhos que mais representavam a ideia que o grupo queria expressar.
Em seguida, começou o processo de finalização do projeto! Cada grupo escolheu quatro/ cinco esportes para serem representados, selecionaram as cores e a forma como seria a apresentação desses novos pictogramas.
Foi um trabalho desenvolvido em várias etapas, que precisou de muita organização tanto no momento da criação quanto na finalização. Eles se revezaram no uso do computador, souberam abrir mão das primeiras ideias, buscaram as melhores soluções e souberam fazer muitos acordos.
Os resultados ficaram muito bons e serão apreciados em breve!

Bolas Musicais

F5 – Música

Assistimos ao vídeo do grupo Stomp, onde o quicar de bolas de basquete constrói uma narrativa musical. Em seguida, pesquisamos a “musicalidade” nos sons produzidos pelos esportes. Encontramos em esportes como: Basquete, Tênis de mesa, Tênis, Atletismo, Natação e Remo certa regularidade musical.

A partir daí, as crianças dos quintos amos passaram a explorar a sonoridade das bolas, observando como os diferentes tamanhos e superfícies interferem no som produzido. Outro aprendizado importante tem sido percepção da distância que a bola percorrerá até atingir a superfície, essa trajetoria precisa ser controlada e calculada para que se consiga produzir o som desejado com regularidade e sincronia com o pulso musical. Dessa forma, percepção rítmica e controle corporal são estimulados e treinados.