Na segunda-feira, o Ateliê foi ao Museu do Jardim Botânico, durante o passeio, exploramos diferentes espaços do museu: observamos ninhos, sementes guardadas em potes de vidro, lupas e microscópios, além de painéis e vídeos que mostravam a evolução e a germinação das plantas. As crianças também conheceram mais sobre o DNA das plantas, os biomas brasileiros, as espécies ameaçadas de extinção e aquelas preservadas. Visitamos também a sala do Cerrado, com elementos da fauna e flora desse bioma e conhecemos o mapa do Jardim Botânico logo na entrada do museu.
Foi um passeio muito divertido, curioso e cheio de aprendizagens, que despertou ainda mais o interesse das crianças pelas nossas pesquisas e descobertas.
A Turma do Bambolê preparou uma caixa para passear pelas casas das crianças com brinquedos dentro: bola, peteca, pião e um carrinho de madeira. A caixa está passando uma temporada em cada casa . A ideia é que as famílias vivenciem o brincar junto com as crianças tornando o momento lúdico e significativo!
Na devolução da caixa as famílias estão entregando um relato dessa experiência e enviando fotos dos momentos vividos.
Em roda, estamos lendo esses relatos e mostrando as fotos para as crianças. A nossa aluna Maitê trouxe uma bola diferente para mostrar para os amigos. É uma bola toda furada, usada pela a sua avó em um esporte chamado pickleball. É um esporte que mistura tênis, badminton e tênis de mesa. As crianças adoraram a novidade!
A Turma da Capoeira fez uma roda de capoeira ao ar livre junto ao professor Cigano, ampliando as possibilidades de investigação para além dos espaços da escola.
Em contato com a natureza, a turma pôde explorar os instrumentos, as cantigas e os movimentos da capoeira em diálogo com os sons do ambiente, percebendo diferentes ritmos, escutas e formas de presença no espaço. A experiência favoreceu a ampliação do repertório corporal, musical e cultural, fortalecendo a relação entre corpo, movimento e coletividade.
Após a roda, compartilhamos um piquenique e momentos de brincadeira no parquinho, vivenciando o espaço público como lugar de encontro, convivência e descoberta. Entre correr, brincar, cantar e observar o entorno, a criançada experimentou diferentes formas de ocupar a cidade com curiosidade, autonomia e interação.
A proposta integrou natureza, cultura e convivência, valorizando experiências que promovem a exploração do território, o cuidado com o outro e a construção de vínculos. Ao aprender também fora da sala, os pequenos ampliam seu olhar sobre o mundo e fortalecem relações significativas com os espaços que habitam.
Após assistirem ao filme, as crianças mergulharam ainda mais no universo do personagem ao escutarem a música “Menino Maluquinho”, composta por Milton Nascimento e Rita Lee. Embalada pelo ritmo, a turma escreveu, coletivamente, a letra da canção no papel. Durante a atividade, o grupo demonstrou grande entusiasmo ao identificar e destacar as diversas brincadeiras que apareciam nos versos.
No entanto, um mistério surgiu e aguçou a curiosidade das crianças: a expressão “Bente-Altas”. Uma calorosa troca de ideias tomou conta da turma, que logo começou a especular: seria aquilo um jogo? E, se fosse, como se jogaria? Essa dúvida instigante abriu espaço para novas investigações sobre brincadeiras tradicionais que atravessam gerações.
Para fechar a semana com chave de ouro, a escola abriu suas portas e recebeu as famílias para uma vivência. Por meio da Trilha Musical, responsáveis e crianças puderam brincar juntos, fortalecendo os vínculos entre a escola e as famílias, enquanto todos reviviam, na prática, o repertório musical e cultural explorado pela turma.
A Turma do Corpo esteve no Esefex e elaboraram um texto coletivo relatando a visita.
A Turma do Corpo fez um passeio para a Escola de Educação Física do Exército. Lá encontramos Alan, que é Sargento e serviu de guia. Ele nos falou que o Eric Cardoso, atleta que estamos pesquisando, e o Alexsandro de Melo, o Bolt brasileiro do salto em distância, treinam lá.
Alan foi com a gente mostrar a pista de 400 metros. Ficamos surpresos ao ver os números no chão que marcam os lugares dos atletas. Levamos os nossos bastões, mas Alan deixou a gente correr com os de verdade, que eram feitos de metal. Quando estávamos indo para a pista, cumprimentamos a atleta Tainara, que estava treinando salto em distância. Resolvemos praticar: demos um impulso e pulamos na areia.
Saímos em disparada, demos a volta na pista inteira e completamos os 400 metros. Ficamos com o coração batendo muito forte! Depois fomos treinar salto em altura e caímos no almofadão, e conhecemos a piscina olímpica e o salto ornamental.
Demos uma pausa para lanchar nosso piquenique e terminamos a visita jogando vôlei na quadra, que foi 10×4.
O passeio foi MARAVILHOSO.
Nós indicamos a todas as turmas da escola.
Turma do Corpo
Quando as crianças escrevem juntas, a linguagem ganha vida. Elas ampliam o vocabulário, aprendem a escutar o outro e percebem que suas palavras têm valor. O professor, como escriba, ajuda as crianças a perceberem os padrões e as características do gênero textual. Quando o texto é finalizado e lido para toda a turma, a criança se reconhece nele e ganha senso de autoria e pertencimento e se orgulha por fazer parte deste processo.
Na Turma da Bola, o entusiasmo após a visita ao Maracanã se transformou em ricas investigações. Retornamos à exploração do livro Abra e descubra: Futebol, de Rob Lloyd Jones, ampliando nossos conhecimentos sobre a organização de um clube, o que possibilitou novos registros matemáticos. As crianças foram desafiadas a compreender a estrutura de uma grande competição: a Copa do Mundo. Observando as notícias no jornal, a turma analisou o quadro de jogadores convocados pelo técnico Carlo Ancelotti para a Seleção Masculina. Depois, analisaram e registraram a quantidade de atletas que entram em campo e quantos precisam aguardar no banco de reservas, exercitando conceitos de contagem, divisão e estimativa. Um desafio e tanto!
Ampliando ainda mais o nosso olhar sobre o esporte na atualidade, apreciamos uma imagem da Seleção Brasileira Feminina de Futebol. Nessa etapa, as crianças puderam confirmar que a quantidade de atletas que compõem o campo é a mesma, além de observarem e nomearem os elementos do uniforme das jogadoras. Assim, seguimos costurando nossa história e nossas descobertas!