Nesta semana, o Moleque Mateiro abriu a composteira para que as crianças pudessem explorar seu interior. Observamos as minhocas de pertinho, tocamos a terra, sentimos sua textura e seu cheiro. As crianças também puderam segurar as minhocas nas mãos e observar seus movimentos e comportamentos antes de devolvê-las à composteira. Em seguida, alimentamos as minhocas com cascas de banana e cacau.
Dando continuidade às investigações sobre as plantas, realizamos o plantio de café. Também exploramos o cacau por meio dos sentidos, observando sua aparência, sentindo sua textura e seu aroma. Por fim, colocamos as sementes para secar e iniciaremos a observação desse processo, acompanhando as transformações que acontecerão ao longo dos próximos dias.
Nas últimas semanas a nossa turma cresceu! Recebemos uma amiga nova: a nossa querida Maria Júlia! Carinhosamente chamada por todos de Maju. Essa menininha fofa está em adaptação e está cada dia mais solta na escola! Nossa turma está crescendo!
Além disso, a nossa sala ganhou mobiliários novos e ficou bem divertida! As crianças amaram a nova arrumação e estão muito animadas com as novidades!
As investigações da Turma da Capoeira seguiram ampliando os caminhos entre arte, cultura e movimento com a apresentação do artista Heitor dos Prazeres. Inicialmente, conhecemos aspectos de sua trajetória, aproximando o grupo de sua história e de sua importância para a cultura brasileira.
Em seguida, apreciamos obras que dialogam com o universo da capoeira, observando cenas marcadas por movimento, encontros e expressões da cultura popular. Durante esse momento, o grupo pôde levantar hipóteses, compartilhar percepções e relacionar as imagens aos conhecimentos já construídos ao longo do projeto.
A apresentação de um novo artista ampliou o repertório cultural e fortaleceu experiências de observação, interpretação e construção de sentidos. Ao entrar em contato com diferentes formas de representar a capoeira, a turma segue aprofundando suas investigações e reconhecendo a arte como espaço de memória, expressão e conhecimento.
Nesta semana, a Turma da Brincadeira embarcou em mais uma viagem cultural, agora para resgatar e conhecer tradições da nossa terra. O grande destaque foi o jogo Agudzá, uma brincadeira de origem indígena pertencente ao povo Maraguá, originário da região do Baixo Amazonas, no estado do Amazonas.
O jogo gira em torno da atenção e da oralidade. Ele envolve a figura de um líder, Yegaçara, e dos participantes, que têm o desafio de seguir comandos na língua nativa. Durante a atividade, a turma pôde aprender termos como Paraná, que significa Rio; Palawá, que significa Papagaio.
Além de se divertirem com o jogo e a tradição oral, os participantes expandiram seus horizontes visuais ao conhecer o trabalho de Denilson Baniwa, um importante artista indígena contemporâneo.
A turma explorou a obra “Natureza morta”, na qual o artista utiliza a técnica da infogravura para representar os rios amazônicos. A obra chama a atenção por suas intervenções marcantes e cheias de significado, destacando figuras icônicas da nossa fauna, como a onça-pintada e a arara.
Dessa forma, a turma segue pesquisando brincadeiras tradicionais e valorizando seu rico legado.
Recebemos mais uma visita especial na Turma do Corpo! Gabriel, professor de Educação Física e pai do nosso amigo Bernardo, veio conversar com o grupo sobre o salto em distância, modalidade do atletismo que as crianças vêm pesquisando.
A visita começou com uma contextualização sobre a atleta olímpica Mauren Maggi: Gabriel apresentou vídeos dela conquistando a medalha de ouro, e as crianças acompanharam com muita atenção e curiosidade.
Em seguida, fomos para o Pereirão! Com a condução do professor Gabriel, o grupo explorou os movimentos do salto em distância. As crianças se empenharam para seguir cada etapa e demonstraram grande habilidade ao longo da atividade.
Para encerrar, oferecemos ao Gabriel um presente com desenhos das crianças, como forma de agradecimento por este dia.
A animação pela chegada da Copa do Mundo tem empolgado as crianças da Turma da Bola. Nesse embalo, conhecemos a história Futebol: Arte dos Pés à Cabeça, de Renata Sant`Anna. Após observarmos registros de diferentes artistas retratando esse esporte, apreciamos a obra sobre o Maracanã do artista Paulo Climachauska. Em seguida, as crianças foram desafiadas a representar o estádio inspiradas nas linhas traçadas pelo autor. Um desafio e tanto, vivenciado com muito empenho! Outro momento significativo para o grupo foi a visita do Davi, pai da nossa amiga Miranda, que contou sobre a sua relação afetiva com o futebol. As crianças conheceram uma miniatura do Pelezinho, apreciaram a célebre fotografia do Rei Pelé ao realizar seu gol na Copa de 70 e observaram a bola Brazuca, da Copa do Mundo de 2014. Elas também viram camisas do Uruguai, da Itália e do Brasil, além de ouvirem as histórias marcantes vividas por Davi durante sua viagem à Rússia para acompanhar o mundial de 2018. Foram muitas descobertas e um encontro inesquecível!