Nesta semana, o Moleque Mateiro abriu a composteira para que as crianças pudessem explorar seu interior. Observamos as minhocas de pertinho, tocamos a terra, sentimos sua textura e seu cheiro. As crianças também puderam segurar as minhocas nas mãos e observar seus movimentos e comportamentos antes de devolvê-las à composteira. Em seguida, alimentamos as minhocas com cascas de banana e cacau.
Dando continuidade às investigações sobre as plantas, realizamos o plantio de café. Também exploramos o cacau por meio dos sentidos, observando sua aparência, sentindo sua textura e seu aroma. Por fim, colocamos as sementes para secar e iniciaremos a observação desse processo, acompanhando as transformações que acontecerão ao longo dos próximos dias.
Nas aulas de capoeira do Ateliê, as crianças têm vivido experiências que vão muito além da aprendizagem de movimentos e golpes. Nos encontros, são exploradas diferentes manifestações culturais e, além disso, elas entram em contato com os diversos instrumentos que compõem a roda de capoeira.
Nas últimas aulas, o professor Leandro propôs uma oficina de pandeiro. As crianças aprenderam a executar o ritmo “tum tum pá tum” e também a bater a tradicional palma da capoeira, realizada com as mãos mais fechadas, característica dessa manifestação cultural.
A proposta possibilitou que percebessem a importância de cada participante na construção da musicalidade da roda, compreendendo que o som, o ritmo e a participação coletiva são elementos fundamentais para que a capoeira aconteça.
Por meio dessas vivências, as crianças fortalecem sua relação com os diferentes elementos que compõem a capoeira, entendendo que ela integra corpo, música, história, cultura e expressão.
A participação das famílias no cotidiano escolar é uma das marcas da Sá Pereira. Esse envolvimento traz mais significado para as aprendizagens, enriquece nossas pesquisas com novos saberes, além de deixar as crianças alegres com essas presenças tão afetivas.
As turmas de Primeiro Ano tiveram uma semana repleta de visitas pra lá de especiais.
A Turma do Esporte recebeu a Marcela, mãe do amigo Bento que veio falar de mitologia grega e contou de um jeito bem instigante a história de Prometeu.
Já a Turma do Movimento teve a presença da Bárbara, mãe da amiga Giovanna, que também veio dar uma aula sobre mitologia. De sua caixa mitológica, foi tirando elementos que ajudaram a contar muitas histórias como a origem dos deuses olimpianos e surgimento das estações do ano.
As duas turmas ainda receberam a Ana Luisa, mãe da Isabel da F1B, que é produtora da Globo e trouxe do acervo da emissora muitos objetos ligados às olimpíadas: credenciais de jornalistas, brindes, ingressos e medalhas de participação, além de uma linda coleção de mascotes, barbies que homenagearam novos esportes olímpicos, um álbum de figurinhas da equipe Brasil nas olimpíadas e o top do uniforme do vôlei de praia da atleta Sandra Pires. Ainda participaram de um bingo divertido, preparado com muito carinho pela nossa visitante.
Para fechar a semana, tivemos uma aula sobre Grécia Antiga com a Ana Luiza, mãe da Maria Felipa do berçário e professora de História da escola.
Ana Luiza falou sobre como aquela sociedade se organizava, suas crenças, ouviu dúvidas e conhecimentos prévios das crianças.
Como está trabalhando o mesmo tema com suas turmas de sexto ano, levou algumas produções dos alunos sobre o assunto e já estamos combinando um encontro entre grandes e pequenos, sempre tão rico para todos.
Junho chegou e, com ele, os preparativos para a Mostra de Artes 2026 entram em sua reta final. No próximo dia 20, sábado, compartilharemos com as famílias os processos de pesquisa, criação e aprendizagem desenvolvidos ao longo do semestre.
As turmas estão organizando os últimos detalhes dos trabalhos que serão apresentados e, como acontece em todo processo criativo, novas ideias continuam surgindo pelo caminho.
O segundo ano segue animado com suas pesquisas sobre as Olimpíadas. Entre as muitas descobertas, os pictogramas olímpicos despertaram especial interesse. A simplicidade dos traços e a força comunicativa dessas imagens inspiraram produções criativas e cheias de personalidade.
O terceiro ano mergulhou no universo lúdico de Cândido Portinari e apresentará releituras em aquarela inspiradas em suas obras sobre brincadeiras infantis. Pipas, peões e outras memórias do brincar ganharam novas formas pelas mãos dos alunos.
No quarto ano, a bola de futebol tornou-se ponto de partida para uma investigação sobre as formas geométricas. Hexágonos e pentágonos foram estudados em profundidade e transformados em trabalhos artísticos que aproximam arte, observação e raciocínio espacial. Régua, esquadros e muita curiosidade ajudaram os alunos a compreender como essas formas se relacionam e se organizam.
Já o quinto ano, após concluir seus pictogramas olímpicos autorais, dedicou-se à criação de grandes painéis coletivos pintados com guache. Os grupos também investigaram as expressões dos torcedores, transformando fotografias em desenhos finalizados com carvão vegetal, explorando emoções, gestos e diferentes formas de representar o corpo.
Trabalhos realizados com empenho, pesquisa e imaginação, que juntos ajudam a contar a história das investigações desenvolvidas pelas turmas ao longo deste primeiro semestre.
Nas F2, o estudo da ortografia ganha maior amplitude à medida que são oferecidas às crianças oportunidades de refletir sobre a escrita das palavras. O objetivo dessas propostas é favorecer a compreensão das regularidades ortográficas e, gradualmente, a apropriação da escrita convencional.
A Cruzadinha e diversos desafios ortográficos são alguns dos recursos que utilizamos para estimular esse processo de aprendizagem de forma investigativa, provocativa e reflexiva.
E as descobertas não param por aí! Ao longo de todo o Segundo Ano, as crianças continuarão investigando a escrita das palavras, construindo novos conhecimentos sobre a ortografia e ampliando suas estratégias para escrever com cada vez mais autonomia e segurança.
Ao pesquisar sobre os Jogos Indígenas, as crianças conheceram artistas que retratam a cultura, as tradições e os modos de vida de seus povos, como o coletivo Mahku e Jaider Esbell.
Nesse percurso, apreciaram algumas de suas obras e refletiram sobre estereótipos frequentemente presentes nas representações dos povos indígenas, reconhecendo a diversidade e a riqueza de suas culturas.
Como desdobramento desse estudo, estão produzindo um grande painel para a Mostra de Artes. Inspiradas nas obras dos artistas pesquisados, participaram das escolhas de cores, formas e elementos visuais, além de representar os movimentos corporais observados nos jogos estudados. O painel reúne os conhecimentos construídos pelo grupo e expressa o envolvimento das crianças ao longo dessa investigação.
Em maio começamos a trabalhar com a música Olerê Camará, de Paulo Debetio e Joel Menezes, gravada por Alcione no LP “E vamos à luta”, de 1980. Em ritmo de samba de roda, fala sobre o universo da capoeira e conta sobre o valor dessa prática ancestral, como jogo que tira a “tristera polideira”, trazendo alegria para os seus praticantes! Observamos algumas expressões que não nos eram muito familiares, como “malungo”, “saudade zombeteira”, “olereá”, “nó de lembranceira”, e falamos sobre sotaques e expressões, sobre como muitas são específicas de cada cantinho do Brasil, fazendo parte da cultura oral e da identidade de cada lugar. Fomos desvencilhando esses sentidos que não eram óbvios, para então compreendermos o que a música estava nos contando. O refrão nos chama para o exercício da camaradagem, da parceria, de dentro da roda onde todos somos iguais no jogo que é diversão, canto, dança, ritmo, desafio, mistério e alegria!
As F5 estão explorando o universo dos números decimais, aprofundando a compreensão do Sistema de Numeração Decimal e de suas aplicações no cotidiano.
Ao longo das aulas, as crianças têm investigado o valor posicional dos algarismos, identificando décimos, centésimos e milésimos, além de estabelecer relações entre números decimais, frações e situações do dia a dia, como as que envolvem o sistema monetário.
Por meio de atividades, desafios e resolução de problemas, estão desenvolvendo estratégias para ler, escrever, comparar e operar com números decimais, construindo conhecimentos matemáticos de forma significativa e contextualizada.