Ateliê F1
Ainda trabalhando o Coco, as crianças do Ateliê da Cultura Popular puderam brincar com a pisada característica da dança ao som da música Cobra Salamanta. Essa música traz também um desafio do canto responsorial. Se pisar no meio, “quebra”. Se pisar no rabo “chia”. Por vezes, trocamos a ordem das palavras meio e rabo fazendo com que o brincante tenha que pensar rapidamente a resposta enquanto dança . Com essa música brincamos de Chicotinho-Queimado, onde uma corda fez o papel da cobra e todos tinham que pular para não serem mordidos por ela. Pura diversão!
Os treinos de judô continuam firmes e com muito aprendizado!
Além de ampliar o repertório de golpes, as crianças estão aprendendo novos movimentos de defesa.
Com base em seus conhecimentos de judô e jiu-jítsu, o professor Matheus apresentou diferentes formas de sair das imobilizações. Uma delas foi a saída do controle lateral, também conhecida como 100 quilos.
O grupo também experimentou montar a guarda e sair dela com eficiência, aprendendo a usar as pernas para se defender e controlar a distância em relação ao adversário.
O conhecimento adquirido nos treinos tem deixado as crianças mais confiantes nas lutas e, segundo o professor, outras novidades estão por vir.
As turmas do Primeiro Ano tiveram um encontro divertido com as famílias para compartilhar os jogos produzidos ao longo do semestre: trilha, tangram. jogo de dados, memória, dominó, cruzadinha e bingo.
As crianças ensinaram as regras para seus responsáveis e se divertiram juntos em partidas animadas, nas quais puderam compartilhar também aprendizados, além de um tempo gostoso juntos.
O bingo sobre o projeto fechou o encontro de um jeito especial. As imagens, registros plásticos de nossas pesquisas, apresentaram às famílias o tanto que conhecemos e produzimos sobre o tema das Olimpíadas.
Seguimos acreditando na força desses encontros que geram memórias e representam a culminância de processos significativos vividos pelas crianças na escola. Brincando a gente aprende muito!
Norteados pelo tema pedagógico, através de um ambiente lúdico, inicialmente, trabalhamos valências físicas primárias como força, agilidade, flexibilidade, coordenação e equilíbrio. Posteriormente conectamos com os jogos olímpicos, construindo saberes e estimulando a imaginação através da cultura corporal do movimento. Promovendo a interação da participação individual e coletiva, construindo um ambiente integrado com as artes. Ao verem o professor cronometrando o tempo, alguns alunos se sentiram confortáveis em participar ativamente, levando cronômetro e relógio para marcarem os tempos nas aulas. Foi incrível ver no pátio, as crianças replicando de maneira lúdica e espontânea, as aulas de atletismo, marcando o tempo uma das outras, treinando a saída de bloco, salto triplo e a distância. Tivemos muitíssimas evoluções e desenvolvimentos como grupo. Nos próximos meses, seguiremos nesta jornada de construção e expansão de conhecimentos e diversões, repleta de afeto.
As F2 fizeram o tão aguardado passeio ao Boulevard Olímpico.
A visita ao Centro da cidade ampliou as pesquisas e investigações que as crianças vêm realizando sobre as Olimpíadas. Além de conhecerem de perto um lugar importante nos Jogos Olímpicos de 2016, elas também participaram de um divertido revezamento com uma tocha olímpica.
As crianças da F2A realizaram um registro sobre o passeio e do que descobriram durante a visita. Confira a seguir.
Conhecendo o Boulevard Olímpico
As turmas de F2 foram conhecer um lugar importante das Olimpíadas de 2016: o Boulevard Olímpico. Estamos estudando e pesquisando sobre as Olimpíadas e, nesse espaço, há um mural com povos originários de diferentes continentes, além da pira que foi acesa com o fogo vindo da Grécia. Saímos animados da escola e fomos até o Centro da cidade do Rio de Janeiro para visitar esse espaço.
Nossa primeira parada foi o mural feito pelo artista Eduardo Kobra. Ele utilizou um desenho feito em uma malha quadriculada pequena e o reproduziu em um tamanho muito maior, usando coordenadas. Esse trabalho é considerado um dos maiores murais do mundo e está no Guinness Book.
Kobra desenhou povos originários de diferentes continentes, um de cada continente, como nas argolas olímpicas. Ele também utilizou formas geométricas na pintura. Achamos o mural enorme! Ele tem 15 metros de altura e 170 metros de comprimento.
Depois de apreciar a pintura, voltamos para o ônibus e seguimos para perto do CCBB para, finalmente, conhecer a pira olímpica.
Fizemos uma roda ao redor da pira, com todas as crianças, para observar essa escultura. Percebemos que ela gira bastante quando o vento bate, e ficamos muito animados ao vê-la em movimento. Tentamos até assoprar para fazê-la girar mais!
Encontramos uma placa que dizia que a pira é uma escultura cinética criada por Anthony Howe.
A Renata, que estava nos acompanhando, chamou as crianças para uma aula de Educação Física especial. Fizemos um revezamento com uma tocha olímpica criada por ela e também participamos de alguns jogos de competição. Foi um passeio muito divertido!
Será que um dia conseguiremos fazer uma viagem para a Grécia para continuar conhecendo mais sobre a história das Olimpíadas?
Texto coletivo da F2A
No terceiro ano, a revisão de textos ocupa um lugar importante no trabalho com a escrita, pois é nesse momento que as crianças observam com mais atenção aspectos formais da língua, como o uso de letras maiúsculas, a pontuação e a ortografia.
As turmas estão produzindo um texto autoral sobre um monstrengo criado por cada criança, inspirado nas criaturas da cultura brasileira. Para isso, partiram da leitura de textos descritivos sobre seres mágicos, identificando características que ajudam o leitor a imaginar e compreender cada personagem.
Depois da primeira versão, iniciamos a revisão a partir de critérios definidos coletivamente, buscando aprimorar tanto os aspectos formais da escrita quanto a clareza da descrição. Em seguida, as crianças revisaram o texto de um colega, exercitando um olhar atento para sugerir melhorias e ampliar a compreensão do leitor.
Agora, os textos serão digitalizados para dar continuidade à revisão e à reescrita, incorporando as contribuições dos colegas. Nesse processo, o uso dos computadores facilita a reescrita, torna a revisão mais ágil e amplia as possibilidades de trabalho com a escrita.
As F4 desenvolveram um trabalho especial a partir da pergunta investigativa: “De onde vem o nome Maracanã?”. Através de uma breve pesquisa as crianças descobriram que o nome que batiza o estádio faz referência à ave Maracanã, um belo pássaro brasileiro que faz parte da fauna nacional e da história da região.
Inspiradas por essa descoberta, as crianças produziram suas maracanãs em aquarela, explorando suas cores vibrantes, formas e delicadezas. Construíram, também, uma representação artística do Estádio do Maracanã, reconhecido como um dos maiores símbolos culturais e esportivos do Brasil, estabelecendo relações entre a natureza, a história e a identidade cultural do nosso país.
Esta proposta de atividade revela e reafirma o lugar da Arte na Sá Pereira como parte do processo de investigação, aprendizagem e criação autoral.
As F5 tiveram contato com crônicas de Fernando Sabino. Realizamos rodas de leitura na biblioteca para apreciar histórias como “Festa de Aniversário”, “O último a entrar” e “Espinha de peixe”, entre outras que selecionamos para despertar o interesse e o encantamento das crianças por esse gênero literário. Durante essas leituras, elas puderam perceber que muitas crônicas nascem de situações do cotidiano e também ocupam espaço em jornais e revistas, aproximando informação, sensibilidade e reflexão.
As crônicas têm conquistado os alunos por suas características marcantes: textos curtos, linguagem próxima do leitor, presença de humor, emoções, memórias e situações simples do dia a dia que se transformam em grandes histórias.
Com o livro Tudo é Crônica, seguimos alimentando o interesse das crianças por esse gênero, favorecendo não apenas a formação de leitores, mas também o desenvolvimento da escrita. Ao observar como os cronistas transformam acontecimentos cotidianos em literatura, as crianças ampliam seu olhar sobre o mundo e são incentivados a exercitar a criatividade, a sensibilidade e a autoria, dando início a um novo ciclo de produções textuais em sala.
No último sábado, realizamos mais uma Mostra de Artes, momento em que compartilhamos com a comunidade escolar os diálogos construídos entre os projetos de pesquisa e as diferentes linguagens artísticas.
Assim como no ano passado, unimos os trabalhos de Artes Visuais do Fundamental I e do Fundamental II em uma única exposição. Esse encontro entre os segmentos ampliou as conversas em sala de aula e possibilitou que os alunos conhecessem diferentes formas de investigar e representar temas comuns, enriquecendo o olhar sobre a temática do projeto.
Ao longo do dia, apresentações de dança, música, coral e teatro se somaram às produções em Artes Visuais, revelando os percursos vividos pelos estudantes e as trocas construídas entre as diferentes linguagens.
Esperamos que todos tenham saído da escola sensibilizados pelas experiências compartilhadas e pelos encontros proporcionados ao longo desse dia tão especial.
No link abaixo, compartilhamos alguns registros da Mostra de Artes 2026:
https://drive.google.com/drive/folders/1kFA_Q5mzMy34d8nB3CrN9aaqN6epFDzx