Arraial da Sá Pereira!!

Nossa Festa Julina foi animada! Entre brincadeiras, quitutes, música, conversas e risadas, vivemos um dia de muita alegria, reafirmando o quanto essa festa ganha sentido quando é construída com a colaboração de todos.

Pescaria, bola na lata, corrida de saco e tantas outras brincadeiras tradicionais convidaram crianças e adultos a brincar pelo simples prazer de brincar, torcer, rir, experimentar e estar junto.

E não podemos deixar de agradecer às famílias que fizeram da nossa mesa de quitutes uma verdadeira celebração da partilha. Cada prato preparado e trazido com carinho ajudou a compor uma festa mais saborosa, acolhedora e generosa.

Uma festa como essa só acontece porque cada um participa um pouquinho. Obrigada a nossa equipe pedagógica e a todas as famílias que estiveram conosco e colaboraram para fazer da nossa Festa Julina um encontro da cultura popular, cheio de afeto e boas memórias!

Arte e Criatividade na Preparação da Festa Junina

F2, F3, F4, F5 -Artes

Antes do recesso de julho, as turmas do Fundamental I receberam uma proposta irrecusável: preparar a ornamentação da Festa Junina da escola!

O 2º ano transformou cartazes criados nas aulas de Inglês pelo 6º ano, inspirados na obra do artista Keith Haring, em divertidos personagens juninos. As vibrantes figuras pop ganharam chapéus, camisas xadrez, calças jeans, vestidos rodados, laços de fita e botas. Tudo foi produzido com recortes, colagens e muita criatividade!

O 3º ano apreciou obras de artistas brasileiros como Anita Malfatti, Cândido Portinari, Alberto da Veiga Guignard e Alfredo Volpi, que retrataram, em diferentes momentos, as festas juninas e outras manifestações da cultura popular brasileira. Inspiradas por essas referências, as crianças criaram bandeirinhas em papel, finalizadas com lápis de cor, colagens e muita chita.

O 4º ano preparou personagens em tamanho real, prontos para a grande festança! Em grupos, os estudantes utilizaram os próprios corpos como molde para desenhar as figuras, que depois foram pintadas com tinta guache. Os figurinos foram pensados, discutidos e confeccionados coletivamente, revelando criatividade, senso estético e muito estilo.

Já o 5º ano mergulhou no universo de três grandes artistas pernambucanos — J. Borges, Gilvan Samico e Derlon Almeida —, cujas obras dialogam com duas importantes tradições nordestinas: a literatura de cordel e a xilogravura. Inspiradas por esses artistas, as crianças produziram painéis repletos de referências ao sertão, com traços marcantes em guache preto e delicados toques de cor.

Foi assim que encerramos o primeiro semestre: com muita arte, pesquisa, criação e trabalho coletivo, preparando uma Festa Junina que celebrou a riqueza da cultura popular brasileira.

Festa!!!

F2, F3, F4 e F5 – Música

A Festa Junina é um dos momentos mais aguardados do ano na Sá Pereira. Mais do que uma celebração, ela representa uma oportunidade de valorizar a cultura popular brasileira e aprofundar, por meio da música, as reflexões propostas pelo tema institucional de 2026: Ginga e Corpo: quando o esporte sonha ser jogo. Nas aulas de Música do Fundamental I, as crianças conheceram diferentes ritmos, brincadeiras musicais e manifestações da cultura popular, compreendendo suas origens, características e sua importância na construção da nossa identidade cultural.

O repertório deste ano foi especialmente pensado para dialogar com essa proposta. As crianças apresentaram o coco Um a Um (Edgar Ferreira), na interpretação de Jackson do Pandeiro; Fio Maravilha (Jorge Ben Jor), reinventada em ritmo de xote; a cantiga de capoeira Meu barco é pequeno (Mestre Tony Vargas); o tradicional Mineiro Pau, jogo musical realizado com bastões; e a toada Boi da Lua (Papete). O terceiro ano emocionou o público ao interpretar Asa Branca (Luiz Gonzaga, Humberto Teixeira e Aloysio de Oliveira) na flauta doce, enquanto o Coral Sá Maior se uniu às turmas em apresentações de coco, capoeira e baião. E, como não poderia deixar de ser, quadrilhas, cirandas e forrós completaram a festa, reafirmando a riqueza das tradições populares brasileiras e a potência da música como espaço de encontro, brincadeira e pertencimento.

Dançando a Cultura Popular Brasileira

F2, F3, F4, F5 – Dança

Nas últimas semanas do primeiro semestre, as aulas de Dança foram dedicadas à preparação da nossa Festa Junina. Ao longo desse período, as turmas conheceram diferentes manifestações da cultura popular brasileira e vivenciaram, por meio do corpo, ritmos, brincadeiras e danças que fazem parte dessa importante tradição.

As turmas de F2 e F3 exploraram diferentes ritmos populares em propostas lúdicas de movimento. As F4 conheceram o Mineiro Pau, experimentando os desafios de dançar com bastões de madeira, desenvolvendo ritmo, coordenação e atenção ao grupo. Já as F5 mergulharam na história da quadrilha, aprendendo suas formações, deslocamentos e brincadeiras características.

Todo esse percurso culminou na Festa Junina, quando as crianças puderam compartilhar com suas famílias o resultado desse processo de aprendizagem, celebrando a cultura popular brasileira com muita alegria, dança e diversão.

Coral no São João

F4, F5 – Coral

A participação do Coral na Festa Junina da escola é um dos momentos mais especiais do nosso percurso ao longo do ano. É a oportunidade de reunir os três corais infantis e o Coral Sá Maior, formado por adultos da comunidade escolar, em uma grande celebração coletiva.

Neste ano, em diálogo com o projeto institucional Ginga e Corpo: quando o esporte sonha ser jogo, pesquisamos os jogos, a ginga e a cultura popular por meio do repertório musical e da contextualização das canções. Apresentamos os hinos dos clubes do Rio de Janeiro, compostos por Lamartine Babo; O Campeão, de Neguinho da Beija-Flor; Olerê Camará, de Paulo Debétio e Joel Menezes, gravada por Alcione; e um coco tradicional da comunidade Marajá do Cajueiro, no Maranhão, que celebra a festa de São João.

Mais uma vez, foi emocionante ver crianças e adultos compartilhando a música como quem entra em uma roda: cantando, dançando e celebrando juntos a riqueza da nossa cultura popular brasileira.

Para Além do Algoritmo

F5 – Matemática

As F5 têm se dedicado ao estudo do algoritmo da divisão. Antes de aprenderem o procedimento convencional, porém, percorrem, desde os anos iniciais, um caminho de construção sobre o significado de dividir.

Ao longo desse percurso, priorizamos a reflexão sobre as diferentes estratégias de resolução, pois entendemos que aprender apenas um método pode levar o estudante a encontrar um resultado, mas nem sempre favorece a compreensão das relações matemáticas que sustentam esse algoritmo. Explorar diferentes caminhos, discutir estratégias e analisar os próprios erros são etapas fundamentais para que a aprendizagem faça sentido.

Por isso, o algoritmo é apresentado somente depois que as crianças já construíram uma compreensão consistente sobre a divisão. Algumas de suas reflexões revelam esse processo:

“O maior resto de uma divisão é sempre um número menor que o divisor.”

“O dividendo é formado pela multiplicação do divisor pelo quociente, mais o resto.”

“Se o resto é maior que o divisor, a conta está errada.”

“É importante marcar no quociente a mesma quantidade de ordens do dividendo, porque esse é o número máximo de ordens que o resultado pode ter. Isso ajuda a não errar a conta.”

“Quando sobra, por exemplo, uma centena, preciso juntá-la com a dezena seguinte. Não posso esquecê-la, porque ela também faz parte do que ainda preciso dividir.”

Essas observações mostram que as crianças não estão apenas aprendendo a executar um algoritmo, mas compreendendo as relações matemáticas que dão sentido à divisão. Quando entendem por que cada etapa acontece, tornam-se mais autônomos para resolver problemas, justificar seus procedimentos e identificar possíveis erros ao longo do processo.

Preparação

F5 – Teatro

As turmas de F5 voltaram aos ensaios a todo vapor! Com o texto da peça de encerramento ainda em construção, nossos alunos se preparam para esse grande desafio.

Nas aulas, as crianças têm descoberto que fazer teatro vai muito além de decorar falas ou memorizar marcações no palco. A cena exige presença, escuta, atenção e disponibilidade para o encontro com o outro. Assim como na vida, o teatro é atravessado pelo inesperado: uma fala que atrasa, uma entrada antecipada, uma reação inesperada da plateia ou uma solução que precisa ser criada no instante. Nem tudo está sob nosso controle, e é justamente essa capacidade de lidar com o imprevisível que estamos exercitando.

Mais do que preparar um espetáculo, estamos fortalecendo a confiança, a escuta e a coragem para viver a experiência única de estar em cena diante de uma grande plateia. Em breve, compartilharemos mais novidades sobre esse processo, que promete muitas descobertas e emoções!

Mascotes

F5  – Projeto

Nas aulas de Projeto, seguimos ampliando nosso percurso de investigação sobre o universo das torcidas e os símbolos que ajudam a construir a identidade dos clubes.

Desta vez, nosso olhar se voltou para os mascotes e para as muitas histórias que existem por trás dessas figuras tão conhecidas.

Começamos nossa pesquisa conhecendo a origem da palavra “mascote” e a trajetória desse termo até se popularizar, passando a nomear pessoas, animais ou personagens associados à ideia de sorte e proteção.

Nas pesquisas seguintes, conhecemos como surgiram os mascotes dos clubes de futebol cariocas, quem os criou e de que maneira passaram a representar características e identidades de suas torcidas. Conhecemos, então, o trabalho do cartunista argentino Lorenzo Molas, responsável pela criação de personagens que marcaram a história de importantes clubes do futebol carioca. Os personagens criados por Molas também nos ajudaram a compreender as relações entre futebol, imprensa, humor e o contexto cultural de uma época.

Mais do que conhecer curiosidades sobre cada personagem, nosso percurso busca compreender que os mascotes também contam histórias. Eles guardam marcas de diferentes épocas, dialogam com a cultura e ajudam a construir sentimentos de pertencimento e a memória das torcidas.

Meia Lua Inteira

F4 e F5 – Coral

No Coral, começamos o semestre com uma nova música: Meia Lua Inteira, de Carlinhos Brown, gravada por Caetano Veloso em 1989 e que se tornou um grande sucesso. As crianças receberam com muito entusiasmo essa canção que celebra a capoeira e seu universo cultural.

Para ampliar a compreensão da letra, repleta de referências à capoeira, assistimos ao curta-metragem Maré Capoeira, que apresenta essa manifestação a partir do olhar de uma criança pertencente a uma família de capoeiristas. Tanto no filme quanto na canção aparecem referências aos grandes mestres, à ginga e à malandragem, além de um olhar para o contexto histórico e cultural que atravessa essa prática tão importante da cultura brasileira.

Agora, começamos a ensaiar o arranjo que as crianças apresentarão na FIRJAN, em setembro, em data ainda a ser confirmada. Até lá!

Parque Rita Lee

F5 – Projeto

As F5 fizeram uma saída de campo para o Parque Rita Lee, situado no Parque Olímpico, complexo esportivo que abrigou os Jogos Olímpicos e Paralímpicos de 2016.

A intenção foi proporcionar às crianças a oportunidade de estar em um espaço voltado ao esporte e ao lazer.

Apesar de não terem acesso a todos os espaços do Parque, devido à manutenção para receber o Rock in Rio, a saída foi importante para que as crianças observassem a estrutura que recebeu diferentes torcedores e atletas que, em 2016, estiveram ali para participar dos jogos e enfrentar seus desafios.

Além do complexo esportivo, o parque abriga áreas verdes e espaços de lazer, que as crianças aproveitaram para brincar na água, correr, jogar bola e escalar.

Foi uma tarde de descobertas e brincadeiras, em que as crianças puderam explorar o espaço, movimentar-se e aproveitar diferentes possibilidades de interação e lazer.

 

Mascotes

F5 – Projeto

As F5 estão investigando a história dos mascotes esportivos e descobrindo como esses personagens passaram de símbolos de sorte a importantes representantes da identidade dos clubes e de suas torcidas.
A pesquisa levou as crianças a conhecer a origem dos mascotes no futebol brasileiro e a investigar as histórias por trás de personagens como o Popeye e o Urubu, do Flamengo; o Almirante e o Dom Corvo, do Vasco; o Pato Donald e o Biriba, do Botafogo; e o Cartola, do Fluminense.
Ao conhecer essas histórias, as F5 perceberam que os mascotes não são escolhidos ao acaso: podem estar relacionados às características dos clubes, a acontecimentos marcantes, a apelidos e até a provocações das torcidas rivais. 
Assim, foram descobrindo como esses personagens também ajudam a contar a história do futebol e da cultura das torcidas.

Gráficos

F5 – Matemática

As F5 têm se dedicado a investigar diferentes maneiras de organizar, representar e interpretar informações. Ao longo desse percurso, as crianças perceberam que os gráficos estão presentes em muitos contextos do cotidiano: eles podem nos ajudar a contar histórias, fazer comparações e chegar a diferentes conclusões.

Partimos da observação e da leitura de tabelas e gráficos, buscando compreender o que cada representação nos revelava. Aos poucos, o grupo foi identificando elementos importantes para a leitura dessas informações, como título, eixos, legenda, fonte e valores, e se desafiando a estabelecer relações entre os dados apresentados.

As crianças exploraram diferentes formas de organizar e representar dados, construindo tabelas, gráficos de linhas e gráficos de setores (pizza). Ao longo das propostas, perceberam que uma mesma informação pode ser apresentada de diferentes maneiras e discutiram qual representação comunica melhor cada conjunto de dados.

Assim, as F5 seguem ampliando o entendimento dos gráficos enquanto uma importante ferramenta para comunicar informações sobre o mundo que nos cerca.

O Espaço que Ocupamos

F2, F3, F4, F5 – Dança

Nas últimas aulas de , seguimos investigando alguns elementos da linguagem da dança, dessa vez com um olhar especial para o espaço. Através de jogos e propostas corporais, as crianças experimentaram diferentes trajetórias, direções e formas de ocupar a sala.

Também brincamos com espaços que se transformavam: ora muito amplos, ora estreitos ou reduzidos, fazendo com que o corpo precisasse encontrar novas maneiras de se movimentar. Aos poucos, fomos percebendo como o espaço também interfere nas escolhas que fazemos quando dançamos.

Seguimos assim ampliando nosso repertório e descobrindo novas possibilidades para o corpo em movimento.

 

Preços e Números Decimais

F5 – Matemática

As F5 mobilizaram conhecimentos sobre números decimais em uma situação de compra elaborada a partir de encartes de mercado.

Cada grupo recebeu, hipoteticamente, R$ 300,00 para comprar itens para um lanche coletivo da turma. A partir desse valor, as crianças calcularam preços e gastos, compararam ofertas, consideraram descontos e precisaram organizar suas compras sem ultrapassar o orçamento disponível.

Também observaram a organização dos encartes e as diferentes formas de apresentação dos preços e das ofertas, identificando valores, descontos e possibilidades de compra.

Quando surgiram resultados diferentes, os cálculos foram retomados para que as crianças comparassem os procedimentos utilizados, identificassem possíveis erros e buscassem compreender as razões das diferenças encontradas.

A situação possibilitou trabalhar os números decimais em um contexto de uso, além de favorecer o desenvolvimento de estratégias de cálculo, a comparação de valores e a organização de um orçamento.

Desvendando Palavras

F5 – Projeto

“Chega mais perto e contempla as palavras
Cada uma tem mil faces secretas pela face neutra
E te pergunta, sem interesse pela resposta, pobre ou terrível, que lhe deres:
‘Trouxeste a chave?’ “

Carlos Drummond de Andrade

As F5 têm se aproximado das palavras para observá-las, compará-las e investigar os critérios que organizam sua escrita.

A partir da busca, no dicionário, por palavras acentuadas, as crianças construíram um repertório para comparar, agrupar e formular critérios. Nesse exercício, assumiram o papel de gramáticos e investigaram também a morfologia das palavras, observando como são constituídas e o que há de comum entre elas.

A análise levou as turmas a pensar sobre os critérios envolvidos na acentuação e a buscar formas mais econômicas de descrevê-los. Uma das formulações construídas pelo grupo foi:

“Se as palavras que terminam com duas vogais que podem ou não ficar na mesma sílaba, como a palavra co•lé•gi, é melhor deixar as vogais separadas. Se fizermos isso, ela será uma proparoxítona e, por isso, levará acento. Não precisamos criar uma regra só para paroxítonas que terminam com io, ia, ou qual encontro de duas vogais no final da palavra.”

Assim, ao investigar as palavras e comparar suas formas, as F5 vêm construindo e reorganizando seus conhecimentos sobre a acentuação.

Processo Criativo

F5 – Dança

Nas últimas aulas, as turmas de F5 iniciaram o processo de criação da coreografia para a nossa Festa de Encerramento. Depois de conhecerem a peça que irão apresentar e conversarmos sobre o tema da coreografia, começamos a pensar juntos em como uma ideia pode se transformar em movimento.

Em roda, levantamos possibilidades de movimentos, formações e deslocamentos que poderiam fazer parte da dança e registramos as ideias que surgiram. Na aula seguinte, retomamos esse material e, em pequenos grupos, as crianças criaram suas próprias sequências, trazendo novas propostas para a composição.

Agora, aos poucos, vamos reunindo esse material, experimentando possibilidades e fazendo escolhas para construir uma única coreografia, de maneira significativa e coletiva.

As Ondas Que Vêm das Arquibancadas

F5 – Projeto

Como o som se propaga em ondas? O que são frequência e amplitude? E o que acontece quando milhares de torcedores cantam juntos em um estádio? Para investigar essas questões, as F5 receberam o professor Henrique, de Ciências, para uma aula especial sobre ondas sonoras e os efeitos do som produzido pelas torcidas.

Com gráficos, exemplos e um programa virtual, as crianças puderam visualizar as ondas sonoras e compreender conceitos como crista, vale, amplitude e frequência. Também descobriram como as ondas podem se combinar, produzindo a interferência construtiva, como acontece quando uma torcida canta em conjunto, e a interferência destrutiva, fenômeno utilizado, por exemplo, na tecnologia de cancelamento de ruído dos fones de ouvido.

A aula ganhou ainda mais significado com a participação das turmas. As crianças fizeram muitas perguntas e levantaram hipóteses para compreender como esses fenômenos estão presentes no cotidiano. Uma das questões levantadas foi sobre o uso de abafadores e fones de ouvido e seus possíveis efeitos, o que ampliou a conversa para a importância de cuidar da audição e de usar esses recursos de maneira adequada.

As turmas também refletiram sobre como os cantos das torcidas podem interferir no ambiente de uma partida, contribuindo para desconcentrar os adversários ou, em outras situações, criando um clima de motivação e incentivo para os próprios atletas.

Foi uma aula de muita curiosidade, trocas e descobertas, que mostrou que fazer Ciência também é perguntar, relacionar conhecimentos e buscar explicações para aquilo que faz parte da nossa vida.

Agora, as F5 seguem preparadas para a próxima etapa do projeto: a visita ao Espaço Ciência Viva, onde novos fenômenos poderão ser observados, experimentados e investigados.

Bola de Meia, Bola de Gude

F4 e F5 – Coral

Nas três últimas aulas do Coral, começamos a estudar uma nova música do repertório deste ano: Bola de Meia, Bola de Gude, de Milton Nascimento e Fernando Brant.

Assistimos ao videoclipe oficial de Milton Nascimento, que apresenta uma animação muito rica, cheia de detalhes e com uma bela narrativa. Já havíamos trabalhado essa canção há dois anos, mas, entre as dezenas de músicas pesquisadas para compor o nosso espetáculo de fim de ano, nenhuma dialogava de forma tão bonita com o projeto: o jogo, a brincadeira, a amizade e a parceria estão presentes na letra, assim como uma importante reflexão sobre a criança que permanece viva dentro de cada um de nós.

A partir da música, iniciamos também alguns jogos e propostas de escuta, buscando desenvolver essa habilidade tão preciosa para quem faz e aprecia música.

Espaço Ciência Viva

F5 -Projeto

Dando continuidade às investigações sobre os sons das torcidas, as F5 fizeram uma saída de campo ao Espaço Ciência Viva. Depois da aula com o professor Henrique, de Ciências, a visita deu às crianças a oportunidade de observar e experimentar na prática os conceitos estudados.

Por meio de diferentes experimentos, as crianças puderam ver o som se transformar em vibração e movimento, entender como ele se propaga por diferentes meios e conhecer o caminho que percorre até ser interpretado pelo nosso cérebro. Na oficina de construção de telefones de copo e barbante, colocaram essas descobertas em ação, percebendo como as vibrações da voz viajam de um lado ao outro.

Essas experiências ampliam a compreensão das crianças sobre o que acontece quando milhares de vozes cantam juntas em um estádio, e aproximam cada vez mais a ciência do nosso projeto.