Em 2025, as crianças do Ateliê mergulharam em muitas pesquisas. Conhecemos as montanhas do Rio de Janeiro e suas lendas, exploramos luzes e sombras, viajamos para a África acompanhados de Pilar e descobrimos a casa de Kaba-Derebu. Tantas aventuras resultaram em memórias incríveis e em pastas repletas de significado e afeto.
Experimentamos jogos de equilíbrio da Ioga, aprendemos a tocar as estacas do mineiro-pau nas aulas de Cultura Popular e nos divertimos com os elementos da natureza com o grupo Moleque Mateiro.
Para encerrarmos com chave de ouro, fizemos uma incrível roda de capoeira com o professor Cigano e o Mestre Amendoim. Relembramos cantigas e ouvimos histórias que nos conectam aos valores da capoeira e aos nossos ancestrais. Foi um momento emocionante!
Desejamos que 2026 seja repleto de alegria, descobertas e diversão.
Nesta semana observamos juntos os portfólios que em breve irão para casa. Cada criança pôde ver com calma seus trabalhos e fotos que representam um pouco do processo que vivemos nos projetos ao longo deste ano. Elas adoraram se ver nas fotos!
Divertiram-se com a brincadeira da serpente, em que as crianças passam por debaixo da perna dos amigos para o rabo da cobra crescer. Cantamos a música “Essa é a história da serpente que desceu do morro para procurar um pedaço do seu rabo”. Foram momentos muito alegres!
Este é o último informe do ano! Quantas descobertas e emoções!
Finalizamos com brincadeiras, ludicidade e contemplando o que acreditamos ser o mais importante: o processo de desenvolvimento de cada um deles!
Sentiremos saudades! Boas férias!
Ao longo de 2025, a Turma do Baú viveu uma travessia marcada por arte, cultura, afetos e descobertas que se entrelaçaram como histórias guardadas com cuidado.
No primeiro semestre, o samba da escola nos apresentou ao tema Arte e Memória e abriu caminho para um percurso profundamente atravessado pelos artistas que inspiraram nosso olhar.
Conhecemos Estevão Marques, que nos guiou com a música “Tudo tem no baú”; exploramos o universo de Candido Portinari e suas narrativas do cotidiano; encontramos Paulinho da Viola e sua poesia musical em “Guardei minha viola”; nos aproximamos de Pixinguinha, eternizado no mural do artista Cazé; encantamo-nos com Sônia Rosa e sua narrativa em “Os Tesouros de Monifa”; e visitamos o acervo vivo de Carmen Miranda, cuja história também se fez presente em nossos baús simbólicos.
Entre instalações de Mônica Ventura, panôs africanos e tantas leituras, cada artista ampliou nosso repertório e ofereceu lentes sensíveis para observar o mundo. Encerramos essa etapa celebrando nossos aprendizados na Mostra de Artes, onde cada criação revelou um fragmento das memórias construídas ao longo do semestre.
No segundo semestre, foi a vez de “Os dengos na moringa de Voinha”, de Ana Fátima, conduzir nossa experiência sensível. Conhecemos a moringa e seguimos até o Jardim Botânico, onde o baobá nos acolheu para encontros entre saberes e continentes.
Percorremos tradições afro-brasileiras com Cosme, Damião e os Ibejis; provamos sabores ancestrais; descobrimos a capoeira com o professor Cigano; construímos berimbaus; e exploramos ritmos que despertaram imaginação e corpo. A música nos levou do universo de “Ana, Guto e o Gato Dançarino”, de Stephen Michael King, e ao forró de Luiz Gonzaga, culminando em uma visita à Feira de São Cristóvão, onde o grupo vivenciou a cultura nordestina em sua potência.
Assim, entre histórias, objetos, artistas, músicas, danças, viagens e encontros, construímos um ano inteiro de memórias compartilhadas. Um ano em que cada experiência acrescentou mais um tesouro ao nosso Baú: guardado, vivido e celebrado com muita arte.
A Turma do Papel encerra seu ciclo neste ano de 2025 cheia de descobertas! Para revisitarmos nosso percurso, exploramos as pastas-portfólios e relembramos os caminhos escolhidos, os encontros vividos, as experiências construídas e, claro, a arte que nos acompanhou ao longo desses meses.
No primeiro semestre, movidos pela curiosidade, descobrimos que o papel, tão presente em nosso cotidiano, é muito mais do que um simples suporte. Ele guarda histórias, registra momentos e atravessa gerações. Esse entendimento abriu caminhos para que as crianças investigassem diferentes formas de se relacionar com o papel, ampliando suas descobertas sobre textura, resistência, formato e possibilidades.
Já no segundo semestre, ampliamos nosso olhar para as memórias, os afetos e as histórias que nos atravessam. A leitura do livro A colcha de retalhos tornou-se um potente ponto de partida, permitindo que a turma refletisse sobre lembranças afetivas e sobre os gestos que costuram nossas relações. A partir dessa provocação, aprofundamos as pesquisas sobre linhas, costuras e os diferentes modos de registrar memórias por meio dos tecidos.
Exploramos diversas técnicas, como bordado e crochê, e conhecemos novas ferramentas e materiais, investigando funções, texturas e modos de uso. As contribuições das famílias enriqueceram ainda mais esse percurso, trazendo objetos repletos de histórias, partilhas e saberes que ampliaram o repertório da turma e fortaleceram os vínculos entre casa e escola.
No final do projeto, tivemos ainda a oportunidade de conhecer a roqueira mais amada do Brasil, Rita Lee! Entre guitarras e novas músicas, este semestre foi marcado por linhas, agulhas, memórias, pela ampliação do repertório cultural e, principalmente, pelo encantamento diante das possibilidades que surgem quando tecemos histórias e afetos.
Ambos os projetos foram atravessados pela participação ativa das crianças e das famílias – sem elas, nada seria possível! Nosso ano foi recheado de artistas, muita música, brincadeiras e descobertas.
Desejamos que esses pequenos exploradores sigam sorrindo, curiosos e cheios de alegria.
Um ciclo se encerra na Turma da Festa. Durante a trajetória do grupo muitos encontros marcaram cada criança. Aproveitamos para exercitar nossa memória resgatando o que ficará guardado desta turma especial:
“Eu vou guardar quando viajamos para a China porque eu gostei de fazer o Dragão Chinês.” (Aurora)
“Eu vou guardar quando a gente foi no museu do Crab porque eu gostei de visitar.” (Henrique)
“Eu vou guardar quando a gente viajou para o México porque eu gostei de fazer o Sombrero.” (Olívia)
“Eu gostei quando vimos a Sumaúma no vídeo em que a moça batia na árvore e produzia um som lá longe.” (Dante)
“Eu vou guardar que a gente foi no Porto Maravilha e vimos o vídeo do artista Kobra fazendo o muro.” (Layla)
“Eu vou guardar na memória ter três professoras legais e também ver a pintura do Kobra e estudar sobre ele.” (Elena)
“Eu vou guardar quando a gente fez o dragão chinês, achei muito legal a ideia de dançar La cucaracha.” (Vicente)
“Que a gente foi ver a Sumaúma e também gostei de tirar a foto com ela.” (Samuel)
“Eu vou guardar na memória o sombrero de argila.” (Pérola)
Para homenagear o grupo, preparamos uma deliciosa receita com um ingrediente que faz parte da dieta de muitos lares brasileiros: a mandioca. Conhecida por diversos nomes regionais, como maniva, macaxeira e o famoso aipim, representa um dos pilares da nossa cultura e com raízes profundas na história indígena. As crianças colocaram a mão na massa, atentas a cada ingrediente da receita. Assim, finalizamos nosso ciclo permeado de memórias, afetos e conquistas. Fim!
A Turma do Circo encerra o ano de 2025 com uma trajetória repleta de valiosas memórias, afetos, descobertas e grandes viagens!
Durante o primeiro semestre, a turma abriu o picadeiro da imaginação para mergulhar no universo circense. A arte se revelou não apenas nas pesquisas, mas também em passeios e visitas que criaram uma marca de afeto e memória especial para as crianças. Desvendamos os segredos dos grandes artistas que dão vida a esse espetáculo e conhecemos as histórias que tecem a lona do circo. Malabaristas, contorcionistas, palhaços, bailarinas, equilibristas e mágicos ganharam vida no nosso dia a dia, alimentando a criatividade e a aprendizagem de toda a turma.
A paixão pelo tema levou a turma a explorar a própria arte. Inspirados por artistas como Marc Chagall e Fernando Botero, que se renderam à emoção do circo, as crianças criaram belíssimos e originais trabalhos de arte.
No segundo semestre, a turma embarcou em uma jornada usando o tema “Memória através da Literatura” para desvendar seus próprios tesouros. Com a ancestralidade como fio condutor, desbravaram suas histórias pessoais e familiares, reconhecendo a diversidade das raízes de cada criança.
A aventura começou pela investigação da origem dos nomes e a montagem de árvores genealógicas a partir de “Os Tesouros de Monifa”. Em seguida, a turma voou até o continente africano com Obax e Nafisa, conhecendo e identificando a árvore da vida, o Baobá. A expedição seguiu até a doce descoberta das tradições culinárias em “As panquecas de Mama Panya”, que impulsionou a turma a celebrar e compartilhar suas próprias receitas familiares.
Após o compartilhamento dos tesouros familiares e com o projeto se encaminhando para o encerramento, a Turma do Circo recebeu visitas especiais de alguns familiares, que trouxeram suas próprias histórias e receitas. Foi um momento de conexão com os ancestrais, reflexão e muito aprendizado!
Assim, a Turma do Circo encerra o ano de 2025 com o picadeiro do coração vibrando pelas memórias criadas e as raízes fortalecidas. Foi um ano de descobertas grandiosas que nos ensinaram que a vida é, por si só, o maior e mais belo espetáculo!
Depois de tantos encontros, risadas e pesquisas, encerramos a trajetória da Turma do Cinema. Embalados por esse movimento, exercitamos a nossa memória resgatando o que ficará guardado desta turma tão especial e cheia de significados:
“Eu aprendi várias coisas, como costurar.” (Isabel)
“Vou guardar na minha memória todos os passeios, até o da Rita Lee e a festa de final de ano que foi super legal.” (Sebastião)
“Quando a gente foi na pracinha e tiramos uma foto no telhado do trenzinho.” (José)
“Vou guardar na memória a primeira vez que tentamos bordar.” (Elis)
“Vou guardar na memória que fizemos a história de terrir.” (Antônio)
“Quando a gente fez a apresentação de fim de ano.” (Maria F.)
“De todos os meus amigos.” (Pilar)
“Da vez que eu dancei no palco.” (Beatriz)
“A Ana, o Guto e o Gato Dançarino.” (Giovanna)
“Do primeiro dia que a gente se conheceu.” (Lucas)
“Vou guardar na minha memória todos os meus professores desse ano.” (Carolina)
“Vou guardar que a gente pesquisou sobre a Sumaúma e eu não conhecia.” (Tomás)
“Vou guardar na minha memória o vídeo de final de ano.” (Santiago)
“Quando a gente foi no Parque da Rita Lee.” (Maria H.)
Para homenagear o grupo, preparamos uma deliciosa receita com um ingrediente que faz parte da dieta de muitos lares brasileiros: a mandioca. Conhecido por diversos nomes regionais, como maniva, macaxeira e o famoso aipim, esse alimento representa um dos pilares da nossa cultura, com raízes profundas na história indígena. As crianças colocaram a mão na massa, atentas a cada ingrediente da receita. Assim, finalizamos nossa história permeada de memórias, afetos e conquistas. Fim!