A cada encontro, as crianças têm ampliado os conhecimentos sobre o próprio corpo através dos ásanas e da respiração.
Para somar ao nosso repertório de brincadeiras, o grupo experimentou, na última aula, a “Dança dos Colchonetes Iogues”, uma divertida variação da dança das cadeiras com posturas da ioga.
Dando continuidade ao nosso Projeto Institucional: “Ginga e Corpo: quando o esporte sonha em ser jogo”. A Turma do Bambolê experimentou e se divertiu na cama elástica , na aula de psicomotricidade da professora Érica. Cantamos a música: “Pula pulguinha” e as crianças foram estimuladas a tentar pular. Sabemos que esse movimento ainda é um desafio para a maioria, mas algumas crianças já conseguem . E as outras se divertiram dando pequenos pulinhos, caminhando e dançando na cama elástica. Cada uma na sua possibilidade dentro do seu processo de desenvolvimento.
Eles amaram a experiência!
A Turma da Capoeira viveu um momento especial com a visita do pai da amiga Maitê, que compartilhou sua experiência com a capoeira, aproximando ainda mais o projeto de vivências reais.
Vestido com a roupa tradicional, apresentou elementos importantes dessa prática cultural: mostrou a corda, explicou seu significado e trouxe os principais instrumentos, permitindo que o grupo observasse de perto suas formas e sons. Ao som de músicas da capoeira, também demonstrou alguns movimentos, tornando a experiência ainda mais envolvente e significativa.
O encontro despertou curiosidade, encantamento e participação, favorecendo perguntas, observações e conexões com os conhecimentos já construídos ao longo do projeto. A presença de um familiar amplia o sentido da aprendizagem, fortalece vínculos e valoriza saberes que circulam para além da escola.
A proposta integrou escuta, observação e expressão, articulando cultura, corpo e música, e reafirmando a importância de experiências vivas no processo de construção do conhecimento.
Os nossos dias estão repletos de brincadeiras com os jogos populares brasileiros e do mundo afora! Para vivenciarmos repertórios fora dos muros da escola, realizamos uma ida ao Parque da Chacrinha. Como registro, a turma escreveu um texto coletivo contando sobre esse passeio:
“Essa semana fizemos um passeio para o Parque da Chacrinha. Saímos da escola de ônibus e ao descermos, encontramos uma aranha, uma borboleta amarela e uma família de micos. Brincamos de pular elástico, pique-bandeira, pique-corrente, maria-viola e pulamos amarelinha! Finalizamos fazendo um piquenique, muito felizes e já esperando pelos próximos passeios!”
Beijos,
Turma da Brincadeira
Dando continuidade às nossas pesquisas, recebemos o Gabriel, pai do amigo Gael, para uma vivência de Bioginástica. Ele trouxe para o grupo esse método que mistura respiração e movimentos inspirados nos animais, explorando diferentes formas de mover o corpo.
Com muito envolvimento, as crianças seguiram os passos e gestos do Gabriel: fizeram o aquecimento, imitaram os bichos e relaxaram ao final. O momento também foi de troca, com as crianças apresentando ao Gabriel suas próprias aprendizagens e descobertas sobre o corpo. Como forma de agradecimento, o grupo ofereceu um presente com desenhos feitos por todos e finalizamos o encontro com a nossa tradicional foto coletiva. Foi uma tarde especial que uniu nossas pesquisas com a alegria de receber uma família na escola. O grupo terminou o encontro orgulhoso de dividir suas experiências e de ter experimentado novos jeitos de se movimentar.
A Turma da Bola conheceu uma história inspiradora: A menina que amava futebol, de Ilan Brenman. Diz um ditado antigo que “futebol é coisa de menino”, mas foi driblando estereótipos que a protagonista conquistou seu lugar de pertencimento junto ao seu irmão e amigos, marcando um verdadeiro golaço contra o preconceito. Embalados por essa narrativa, lançamos uma pergunta ao grupo: “Futebol é para todas as pessoas?”. Com olhares sensíveis e reflexões interessantes sobre a modalidade, iniciamos nossas descobertas:
“Sim, porque todo mundo pode jogar, o futebol não é só de uma pessoa, ele é de todos.” Samuel
“Futebol é para todos os adultos.” Nelson
“Sim, porque todas as pessoas são livres para jogarem o que quiserem.” Nina E.
“O futebol não é só de uma pessoa, futebol é para compartilhar.” Henrique
“No futebol não precisa ser só de gente grande, o futebol é para todas as idades.” Luna
“Todo mundo pode jogar futebol.” Maria
“Pode, eu não sou jogador de futebol, mas jogo.” Akin
“Todo mundo pode jogar, mas o juiz não.” Layla
“Todo mundo pode jogar futebol, de todas as idades.” Nina L.
Dando continuidade às nossas explorações, o grupo desfrutou de um passeio muito divertido. Após a vivência, elaboramos um registro coletivo sobre essa experiência:
“A Turma da Bola” foi de ônibus escolar ao Parque das Crianças, na Praia do Flamengo. Assim que chegamos, jogamos bola e brincamos bastante. A Manu nos mostrou um jogo com duas bolas e, depois, o Seu Dudu nos ensinou a jogar bolinha de gude — uma brincadeira de quando ele era criança. Em seguida, corremos e brincamos livremente. Ao final, retornamos de ônibus para a escola. Foi um passeio super, mega, hiper legal e divertido!”