Nas Aulas de Ioga, usamos nossos conhecimentos sobre o corpo e as posturas aprendidas, dialogando com o projeto institucional Ginga e Corpo: quando o esporte sonha ser jogo e preparamos um material especial que pôde ser apreciado pelas famílias em nossa Mostra de Artes.
Ateliê – F2 a F5 – Oficina de Construção
Começamos o segundo semestre, na Oficina de Construção do Ateliê, com um novo modelo de ficha para o registro dos experimentos. Esse novo material possui mais espaço para a elaboração e a escrita sobre as experiências realizadas.
Conversamos com os grupos sobre a importância de um bom registro, pois é nesse momento de reflexão que analisamos o que realmente nos chamou a atenção e o que aprendemos com cada experimento. Além disso, é por meio de um registro claro e detalhado que conseguimos reproduzir uma experiência e compartilhar o conhecimento construído com outras pessoas.
Relacionamos nosso registro ao que chamamos de relatório experimental e abordamos também a importância dos artigos científicos para a construção da ciência. Esse primeiro registro, utilizando o modelo completo, foi realizado de maneira coletiva, com todos os alunos contribuindo para cada uma de suas partes: desenho esquemático, que nos ajuda a compreender o texto; título; e lista de materiais.
O experimento escolhido para essa primeira escrita mais completa foi O problema da régua equilibrada. A partir das hipóteses e observações das crianças, conversamos sobre ponto de apoio, equilíbrio e a influência de diferentes pesos e posições na régua.
A proposta foi desafiadora, pois exigiu um momento de reflexão coletiva sobre o fenômeno observado e uma escrita mais extensa e detalhada sobre o experimento. Dessa forma, seguimos avançando na construção do pensamento científico e na compreensão da importância de registrar nossos procedimentos, observações e resultados para investigar e compreender diferentes fenômenos
As turmas do Primeiro Ano retomaram as entrevistas feitas no primeiro semestre com os funcionários da escola e preparam gráficos. Durante a leitura, percebemos que a natação foi o esporte mais praticado durante a infância dos entrevistados, seguida do Vôlei.
Iniciamos nossa pesquisa com a história inspiradora de Maria Lenk, uma lenda na natação brasileira e mundial
Maria Lenk foi a primeira brasileira a disputar os jogos olímpicos, em 1932 aos 17 anos, desbravou o mundo, bateu recordes e mostrou para todos e , principalmente, todas, que o esporte podia, sim, ser lugar de mulher.
Assistimos ao curta “Maria Lenk, a essência do Espírito Olímpico” e descobrimos que o pioneirismo marcou sua história no esporte.
Num outro dia, recebemos a Mari, professora do Ateliê. Ela nos contou que assim como Maria Lenk iniciou na natação por conta de uma doença respiratória e que também se descobriu uma apaixonada pelo esporte. Nadou e competiu quando criança e recentemente voltou a nadar para cuidar da saúde mais uma vez.
Trouxe seus óculos, maiô, touca e medalhas, e compartilhou com a gente muitas histórias.
F2 – Projeto
Depois de se aventurarem pelo universo dos contos de fadas, as F2 chegaram ao momento de compartilhar uma produção muito especial: os contos que cada um escreveu ao longo desse percurso. No banquete, reuniram-se para ler suas histórias aos colegas, celebrando não apenas o encerramento do projeto, mas também o processo de se tornarem autores e autoras de suas próprias narrativas.
Para tornar esse encontro ainda mais especial, as crianças foram convidadas a entrar no clima das histórias. Reis, princesas, bruxas, anões e até o lobo apareceram por aqui!
Entre histórias, personagens e quitutes trazidos para o lanche coletivo, as turmas celebraram a conclusão de mais uma etapa de seu percurso como escritoras e escritores.
F3 – Projeto
“No dia 26/08/2026, as F3 receberam a visita de dois capoeiristas, chamados Cigano e Amendoim, amigos da Renata, professora de educação física. O encontro aconteceu na quadra do quinto andar.
Primeiro, eles fizeram uma pergunta para a gente:
– O que é capoeira?
A maioria das crianças respondeu que é uma mistura de dança e luta que exige equilíbrio, além de ser uma forma de resistência das pessoas escravizadas na época da escravidão no Brasil.
Depois disso, eles ensinaram a gente a gingar. Começa com as duas pernas paralelas, depois uma perna vai atrás e o braço do mesmo lado vai na frente, protegendo o rosto. Depois, o pé que foi para trás volta para o lugar e troca o lado.
Em seguida, eles ensinaram a cocorinha e a meia lua de frente, para depois organizarem uma grande roda de capoeira. Enquanto eles tocavam berimbau e pandeiro, todos batiam palma, cantavam e duas duplas iam para o centro da roda e jogavam capoeira com os passos que eles ensinaram.
No final, como o tempo estava apertado, passaram a jogar quatro duplas por vez. Terminamos o encontro com uma foto.”
Texto coletivo da F3A
F4 – Matemática
As F4 participaram de uma proposta investigativa envolvendo situações-problema com as quatro operações: adição, subtração, multiplicação e divisão. Em duplas, criaram seus próprios desafios, definindo as informações necessárias, a pergunta e a operação adequada para cada situação.
Depois, trocaram os problemas entre si e se dedicaram às resoluções, interpretando os enunciados e registrando as estratégias utilizadas. Ao longo da atividade, também exploraram as relações entre as operações inversas, percebendo que diferentes caminhos podem levar a uma solução e ajudar a verificar os resultados encontrados.
Mais do que chegar a uma resposta, as crianças foram convidadas a explicar seus caminhos, comparar diferentes estratégias e refletir sobre os procedimentos utilizados, ampliando suas possibilidades de pensar e fazer Matemática.
F5 – Projeto
As F5 estão investigando a história dos mascotes esportivos e descobrindo como esses personagens passaram de símbolos de sorte a importantes representantes da identidade dos clubes e de suas torcidas.
A pesquisa levou as crianças a conhecer a origem dos mascotes no futebol brasileiro e a investigar as histórias por trás de personagens como o Popeye e o Urubu, do Flamengo; o Almirante e o Dom Corvo, do Vasco; o Pato Donald e o Biriba, do Botafogo; e o Cartola, do Fluminense.
Ao conhecer essas histórias, as F5 perceberam que os mascotes não são escolhidos ao acaso: podem estar relacionados às características dos clubes, a acontecimentos marcantes, a apelidos e até a provocações das torcidas rivais.
Assim, foram descobrindo como esses personagens também ajudam a contar a história do futebol e da cultura das torcidas.