Voltamos! A chegada ao Ateliê foi repleta de beijos, abraços e muita saudade.
As crianças se reencontraram, conheceram os novos amigos e se familiarizaram com os materiais e ambientes da escola. Nossos momentos foram marcados por rodas de conversas, brincadeiras e atividades que permitiram a cada grupo se apropriar de seus espaços de criações.
No embalo do Carnaval, a turma realizou um baile para inaugurar o ano com muita alegria e brincadeira!
Ateliês
Voltamos! A chegada ao Ateliê foi repleta de beijos, abraços e muita saudade.
As crianças se reencontraram, conheceram os novos amigos e se familiarizaram com os materiais e ambientes da escola. Nossos momentos foram marcados por rodas de conversas, brincadeiras e atividades que permitiram a cada grupo se apropriar de seus espaços de criações.
No embalo do Carnaval, a turma realizou um baile para inaugurar o ano com muita alegria e brincadeira!
No último sábado, nosso bloco foi pra rua marcando a abertura simbólica do projeto institucional de 2026: “Ginga e corpo: quando o esporte sonha ser jogo”.
Mais do que uma celebração, o bloco é um disparador do nosso projeto de pesquisa. É ele que inaugura o tema do ano e coloca o corpo em ação como território de experiência, encontro e aprendizagem. Por isso, mais uma vez, realizamos o concurso de samba, convidando toda a comunidade escolar a compor, cantar e pensar junto. Entre os sambas inscritos, o escolhido foi “Um passo à frente”, de Carlos Fernando M. Silva e Moyses J. Cohen, tornando-se trilha, linguagem e pergunta.
O desfile contou com a bateria da escola e com a presença de estudantes, educadores e famílias, que chegaram fantasiados e engajados. Muitas das fantasias dialogavam diretamente com o tema do projeto, explorando o corpo em movimento, o jogo, a brincadeira, o esporte e a ginga como expressão cultural, simbólica e coletiva. Entrar na roda, aqui, foi aceitar o convite ao encontro.
E como todo bom dia de festa precisa de um pouco de cumplicidade do céu, São Pedro ajudou: a chuva só veio mais tarde, permitindo que o bloco ocupasse o espaço, dançasse, cantasse e celebrasse com tranquilidade.
Foi um dia muito feliz. Um dia de corpos presentes, de alegria compartilhada e de início de percurso. Um começo que reafirma nossa escolha por uma educação que reconhece o corpo como lugar de aprendizagem, o jogo como experiência e a cultura como linguagem viva.
Que venha 2026. Com ginga, com jogo e com o corpo inteiro em cena.
Pedimos aos que tiverem registros desse dia que os compartilhem conosco, no link abaixo.
O ano na Pereirinha começou com corredores cheios de sorrisos, reencontros e muitas novidades! Nossa escola abriu os portões para dar as boas-vindas e receber as crianças antigas e novas, que chegaram trazendo curiosidade, expectativas e aquele friozinho na barriga típico dos grandes começos.
Entre olhares atentos e passos ainda tímidos, as crianças pequenas iniciaram seu processo de acolhimento com o apoio carinhoso das professoras, que lhes ofereceram colo, escuta e muito afeto. Aos poucos, o choro vai dando lugar às risadas e às brincadeiras compartilhadas, e as primeiras amizades já começam a aparecer.
As turmas do primeiro ano também viveram momentos especiais. A alegria era visível ao abrir as mochilas e organizar, com orgulho, os materiais novos: cadernos, estojos e tantos outros objetos que marcam o início dessa nova etapa.
Neste ano, nosso projeto pedagógico tem um nome que já inspira muita alegria e movimento: “Ginga e corpo: quando o esporte sonha ser jogo”. Ao longo do semestre vamos explorar o esporte para além da competição, valorizando a ludicidade, o respeito, a cooperação e a alegria de brincar e se movimentar juntos.
Agora, faremos uma breve pausa para a folia e a celebração do Carnaval. Que esse tempo seja de diversão e descanso, para retornarmos com ainda mais energia e entusiasmo para viver um ano que promete ser lindo, com muita ginga, jogo e esporte!
Todo início de ano, parte dos nossos encontros pedagógicos com a equipe é destinada à leitura de textos e a discussões sobre o tema de estudo do ano.
Mas esses encontros não ficam apenas no campo teórico, há também a prática. Em nossa gincana, as equipes de Linguagens, Ciências, Humanidades, Educação Infantil, Artes e as de Fundamental e Médio criam atividades de sensibilização para o projeto e as compartilham entre si.
Nessa dinâmica, os professores ocupam o lugar de alunos, experimentando as propostas elaboradas por seus colegas, vivenciando jogos, dinâmicas e situações de aprendizagem. Além da experiência prática, há um espaço de troca entre os diferentes segmentos, que alimenta o coletivo com perguntas, ideias e possibilidades para o ano que se inicia.
O grupo Moleque Mateiro vem desenvolvendo pesquisas sobre os elementos da natureza, despertando a curiosidade e o olhar investigativo das crianças.
Para dar início a essa jornada de descobertas, começamos pelo elemento terra, investigando a argila e suas possibilidades. Durante a experiência, as crianças puderam observar e sentir suas características, descobrindo diferentes texturas, percebendo seus cheiros, explorando sua temperatura e notando as transformações que acontecem ao ser manipulada. Por fim, colocamos a “mão na massa”, permitindo que a imaginação conduzisse o processo criativo.
Nas aulas de Ioga, recebemos novos amigos e com alegria temos compartilhado, pouco a pouco, nossos conhecimentos.
Através de brincadeiras, as crianças têm vivenciado diferentes ásanas (posturas), ampliando a visão sobre suas emoções, limites e possibilidades do corpo, e sobre o cuidado com o outro.
Em nossas brincadeiras com a respiração, vamos também percebendo como podemos utilizá-la para acalmar nossa mente e nossos sentimentos.
Começamos o ano envoltos na maior festa popular do planeta, ou pelo menos do Brasil: o Carnaval.
Nossa acolhida e nossa chegada não poderiam ser mais festivas e calorosas. A eterna discussão entre o carioca e o baiano para ver quem, de fato, inventou o samba quase gerou uma confusão entre o capoeirista baiano e o malandro carioca, mas o desfecho veio com o “te cutuco, não cutuca”, frase que imita o som da cuíca e o princípio do ritmo do samba. Depois, tudo acabou em marchinha.
Na sequência, buscando um alinhamento com o projeto institucional, embarcamos no jogo, na brincadeira, no canto de trabalho e no ritmo popular do coco. Suas múltiplas variedades estão presentes em todo o Brasil, mas sobretudo no Nordeste. Coco de roda, coco de embolada, coco de umbigada, coco alagoano e coco de Arcoverde mostram a diversidade e os múltiplos caminhos que esse folguedo e ritmo, popularizado na nossa MPB, pode trilhar.
A movimentação e a dança, com a pisada forte marcada pelo mesmo pé, fazem alusão à forma como atuam os trabalhadores que colhem e transportam o coco, jogando e recebendo o fruto, passando-o de mão em mão até o caminhão. Muitos jogos e brincadeiras surgem daí: brincar de versar e rimar, brincadeiras com chapéu e muito mais.
Vida longa a essa brincadeira e a esse ritmo, que chegou a ser classificado como o pai do baião!
Nesta semana, as três turmas do Ateliê realizaram o primeiro passeio ao Parque Lage, com a companhia do Moleque Mateiro.
Ao chegarmos, fomos surpreendidos por uma família de macacos-prego. Durante a visita, exploramos a natureza do Parque, observando diferentes tipos de plantas, seus tamanhos e formatos, além das variações no solo, como áreas mais secas e outras mais macias.
Também conhecemos o chafariz, entramos na gruta onde encontramos morcegos e caramujos, visitamos o aquário, onde pudemos observar os peixinhos. Para encerrar, fizemos um lanche coletivo delicioso e aproveitamos o parquinho.
Foi um dia de muitas descobertas e brincadeiras!
Iniciamos o ano revisando o vocabulário de materiais escolares, retomando conhecimentos que as crianças já vinham construindo com a Teacher Mônica no regular. Também demos início ao material da Kiri, que, neste ano, propõe um projeto literário temático a cada bimestre. Como sensibilização para o tema deste primeiro momento, realizamos a leitura do livro A Family is a Family is a Family, já bastante conhecido pelas crianças em sua versão em português, o que favoreceu conexões e engajamento nas discussões.
Ao longo das atividades, temos explorado diferentes configurações familiares de forma sensível e significativa. As crianças desenharam suas árvores genealógicas e ampliaram o vocabulário em inglês relacionado aos membros da família. Em uma proposta em grupo, cada equipe criou uma família e a apresentou para os colegas, respondendo a perguntas como “Is this family big or small?” e “How many cousins does it have?”. Estamos animados com o percurso — o grupo tem respondido muito bem ao uso do material estruturado e participado com entusiasmo das propostas!