Retornamos às aulas com muita animação e com o nosso grupo completo!
Aos poucos, estamos criando vínculos e formando uma turma muito querida e fofa! Algumas crianças ainda estão em processo de adaptação, cada uma no seu tempo.
Na aula de Música, a professora Bebel apresentou o livro Barco de papel, de Jorge Luján e Julia Friese. Aproveitamos essa história e fizemos uma “chuva” de barquinhos para brincarmos. Fomos passear e navegar na imaginação ao som da música “Quem te ensinou a nadar”, e colocamos os barcos na água e na areia. Depois tomamos um banho de chuveiro bem divertido. Finalizamos manuseando a argila com a equipe do Moleque Mateiro.
Que venham novas atividades, experimentações e brincadeiras!
No último sábado, nosso bloco foi pra rua marcando a abertura simbólica do projeto institucional de 2026: “Ginga e corpo: quando o esporte sonha ser jogo”.
Mais do que uma celebração, o bloco é um disparador do nosso projeto de pesquisa. É ele que inaugura o tema do ano e coloca o corpo em ação como território de experiência, encontro e aprendizagem. Por isso, mais uma vez, realizamos o concurso de samba, convidando toda a comunidade escolar a compor, cantar e pensar junto. Entre os sambas inscritos, o escolhido foi “Um passo à frente”, de Carlos Fernando M. Silva e Moyses J. Cohen, tornando-se trilha, linguagem e pergunta.
O desfile contou com a bateria da escola e com a presença de estudantes, educadores e famílias, que chegaram fantasiados e engajados. Muitas das fantasias dialogavam diretamente com o tema do projeto, explorando o corpo em movimento, o jogo, a brincadeira, o esporte e a ginga como expressão cultural, simbólica e coletiva. Entrar na roda, aqui, foi aceitar o convite ao encontro.
E como todo bom dia de festa precisa de um pouco de cumplicidade do céu, São Pedro ajudou: a chuva só veio mais tarde, permitindo que o bloco ocupasse o espaço, dançasse, cantasse e celebrasse com tranquilidade.
Foi um dia muito feliz. Um dia de corpos presentes, de alegria compartilhada e de início de percurso. Um começo que reafirma nossa escolha por uma educação que reconhece o corpo como lugar de aprendizagem, o jogo como experiência e a cultura como linguagem viva.
Que venha 2026. Com ginga, com jogo e com o corpo inteiro em cena.
Pedimos aos que tiverem registros desse dia que os compartilhem conosco, no link abaixo.
Todo início de ano, parte dos nossos encontros pedagógicos com a equipe é destinada à leitura de textos e a discussões sobre o tema de estudo do ano.
Mas esses encontros não ficam apenas no campo teórico, há também a prática. Em nossa gincana, as equipes de Linguagens, Ciências, Humanidades, Educação Infantil, Artes e as de Fundamental e Médio criam atividades de sensibilização para o projeto e as compartilham entre si.
Nessa dinâmica, os professores ocupam o lugar de alunos, experimentando as propostas elaboradas por seus colegas, vivenciando jogos, dinâmicas e situações de aprendizagem. Além da experiência prática, há um espaço de troca entre os diferentes segmentos, que alimenta o coletivo com perguntas, ideias e possibilidades para o ano que se inicia.
O ano na Pereirinha começou com corredores cheios de sorrisos, reencontros e muitas novidades! Nossa escola abriu os portões para dar as boas-vindas e receber as crianças antigas e novas, que chegaram trazendo curiosidade, expectativas e aquele friozinho na barriga típico dos grandes começos.
Entre olhares atentos e passos ainda tímidos, as crianças pequenas iniciaram seu processo de acolhimento com o apoio carinhoso das professoras, que lhes ofereceram colo, escuta e muito afeto. Aos poucos, o choro vai dando lugar às risadas e às brincadeiras compartilhadas, e as primeiras amizades já começam a aparecer.
As turmas do primeiro ano também viveram momentos especiais. A alegria era visível ao abrir as mochilas e organizar, com orgulho, os materiais novos: cadernos, estojos e tantos outros objetos que marcam o início dessa nova etapa.
Neste ano, nosso projeto pedagógico tem um nome que já inspira muita alegria e movimento: “Ginga e corpo: quando o esporte sonha ser jogo”. Ao longo do semestre vamos explorar o esporte para além da competição, valorizando a ludicidade, o respeito, a cooperação e a alegria de brincar e se movimentar juntos.
Agora, faremos uma breve pausa para a folia e a celebração do Carnaval. Que esse tempo seja de diversão e descanso, para retornarmos com ainda mais energia e entusiasmo para viver um ano que promete ser lindo, com muita ginga, jogo e esporte!
Aos poucos, a turma do Berçário está se adaptando à nossa rotina, criando vínculos com os profissionais e ampliando as suas vivências na escola.
Neste momento, todas as crianças estão sem os familiares, vivenciando o dia a dia com a nossa equipe. Caminhamos mais um passo no processo de adaptação!
A nossa turma deu continuidade às brincadeiras com o barco e transformou uma caixa de plástico em uma embarcação para continuar explorando os espaços da escola. Cantamos a música “A canoa virou”, e eles adoraram entrar e sair da caixa, explorando o corpo e dividindo o espaço com os amigos na sala de jogos.
Eles já se apropriaram desse espaço e demonstram grande alegria quando vamos brincar lá!
A equipe do Moleque Mateiro trouxe como novidade várias tintas naturais para a nossa turma!
Experimentamos com o tato as texturas diferentes dos ingredientes: cacau, espirulina, açafrão, colorau e terra mate. Fizemos pinturas coletivas e individuais. Foi uma farra!
A nossa turma se divertiu e coloriu os papéis utilizando também os pincéis. Foram os primeiros trabalhos feitos pelo nosso grupo. Quanta emoção!
Vinicius, da equipe do Moleque Mateiro, trouxe uma proposta especial: a produção de massinha com ingredientes caseiros. Utilizamos farinha de trigo, óleo, água e corante comestível, elementos simples que, nas mãos das crianças, se transformaram em uma rica experiência de exploração.
Mais do que a diversão, esse momento proporcionou importantes vivências sensoriais. Ao tocar, apertar, misturar e observar as mudanças de textura e cor, as crianças tiveram a oportunidade de experimentar o mundo de forma concreta, exercitando a curiosidade e a criatividade desde cedo.
As primeiras experiências com diferentes materiais são fundamentais no desenvolvimento das crianças pequenas, pois estimulam a coordenação motora, a percepção tátil e a descoberta de causa e efeito. Cada gesto, seja misturar os ingredientes ou observar a transformação da massa, contribuiu para a construção de novas aprendizagens.
Foi um momento de encantamento, descobertas e muita experimentação!
Recebemos a nossa querida coordenadora Mariah, que chegou com uma surpresa: um baú de madeira! As crianças ficaram com os olhinhos curiosos e atentos ao momento de abertura da caixa para descobrir o que tinha dentro. Aos poucos, Mariah foi retirando os objetos e brincando com cada um deles. Foram eles: peão de vários tamanhos, peteca e bola. As crianças adoraram aprender a brincar com os objetos no campinho. Aproveitamos essa visita especial para começarmos o nosso projeto, inspirados no Projeto Institucional: “Ginga e corpo: quando o esporte sonha ser jogo”. Em breve vamos escolher o nome da nossa turma! Aguardem!
A Turma do Berçário participou de uma colagem diferente, misturamos farinha de trigo e água, com essa mistura produzimos um grude para colar elementos da natureza. Utilizamos: flores, folhas, colorau, cacau, beterraba, açafrão/curcuma, spirulina e chá mate. As crianças exploraram cada um desses elementos, junto com os professores do Moleque Mateiro.
Começamos a votação para o nome da nossa turma. As famílias, os funcionários e as turmas estão votando. Em breve, teremos um nome!
A Turma do Berçário foi convidada a conhecer a composteira da escola. Mexendo na terra, descobriram minhocas de todos os tamanhos.
As crianças ficaram bem atentas e algumas quiseram manusear os bichinhos. Recomendamos que manuseassem as minhocas com cuidado e ficamos por perto para que esse contato fosse apenas com as mãos e em seguida, saímos da farra com a terra e fomos para a farra com a água, lavando as mãozinhas devidamente. Depois da observação e manuseio, colocamos cascas de alimentos, para que as minhocas continuassem o trabalho de compostagem.
Quantas descobertas!
Desde o início das aulas, o grupo acompanhou com curiosidade o processo de escolha dos nomes das outras turmas, como Turma da Brincadeira, Turma da Capoeira, Turma da Bola, Turma do Corpo, Turma do Esporte e Turma do Movimento.
Inspirados por esse movimento, organizamos uma roda de conversa para decidir como gostaríamos de nos chamar. Em seguida, preparamos uma votação em cartolina, com três opções: bambolê, peteca e pião. As sugestões surgiram a partir de uma proposta com um baú surpresa, que despertou o interesse das crianças ao apresentar esses objetos.
Cada criança registrou seu voto, e a participação se ampliou para além da sala, envolvendo também famílias e funcionários da escola.
O processo foi acompanhado com entusiasmo por toda a escola.
Ao final, o nome escolhido foi Bambolê!
Para celebrar, percorremos a escola cantando “Olê, olê, olê, é a turma do Bambolê!”, ao som de instrumentos tocados pelas crianças, em um momento de muita alegria
Viva a Turma do Bambolê!!!
Dando continuidade ao nosso Projeto Institucional: “Ginga e Corpo: quando o esporte sonha em ser jogo”. A Turma do Bambolê experimentou e se divertiu na cama elástica , na aula de psicomotricidade da professora Érica. Cantamos a música: “Pula pulguinha” e as crianças foram estimuladas a tentar pular. Sabemos que esse movimento ainda é um desafio para a maioria, mas algumas crianças já conseguem . E as outras se divertiram dando pequenos pulinhos, caminhando e dançando na cama elástica. Cada uma na sua possibilidade dentro do seu processo de desenvolvimento.
Eles amaram a experiência!
A Turma da Capoeira e a Turma do Bambolê participaram de uma aula com o professor Cigano.
Durante o encontro, houve contato direto com os instrumentos da capoeira, explorando sons, ritmos e suas funções na roda. Em seguida, os movimentos foram experimentados na prática: ginga, esquivas e deslocamentos corporais possibilitaram ampliar o repertório motor, a coordenação e a consciência do corpo em ação.
A proposta também ganhou força no encontro entre as turmas. Ao compartilhar o espaço com os menores, o grupo vivenciou situações de cuidado, observação e troca, ajustando gestos, ritmos e interações. Essa convivência favoreceu a construção de vínculos, o respeito às diferenças e a aprendizagem com o outro.
A experiência integrou corpo, música e coletividade, fortalecendo a capoeira como prática cultural e ampliando as possibilidades de expressão!
A Turma do Bambolê ganhou uma caixa de luz! Essa semana fizemos a inauguração com muita brincadeira e ludicidade! As crianças ficaram encantadas com a variedade de cores! Deram até gritinhos de alegria! Primeiramente pegamos um jogo e colocamos na mesa, depois colocamos areia com dinossauros e fizemos uma grande bagunça! Ainda vamos vivenciar muitas experiências sensoriais e brincadeiras divertidas com essa novidade!
Entre os dias 11 e 15 de maio, a Escola Sá Pereira realizou a Semana Diálogos sobre Gênero, um encontro construído por muitas mãos e marcado pela parceria entre escola e famílias, movidas pelo desejo comum de refletir sobre a formação que queremos oferecer às nossas crianças e jovens diante de questões tão urgentes do nosso tempo.
Ao longo da semana, nossa comunidade participou de oficinas e conversas sobre os direitos das mulheres, a presença feminina no esporte e as relações entre meninos e meninas, reafirmando princípios fundamentais do nosso projeto pedagógico: o respeito às diferenças, o cuidado nas relações, a convivência democrática e a construção de uma sociedade mais justa e acolhedora.
Mais do que os temas discutidos, gostaríamos de destacar a forma como esse processo foi construído: por meio da escuta, da participação coletiva e do diálogo entre escola e famílias, uma marca tão importante da nossa escola.
Nosso agradecimento especial a todas as pessoas que tornaram essa semana possível. À Geovana Pires, que abriu a programação com a oficina A poesia formando coletivos para as famílias e com a apresentação de Perigosas Damas para os estudantes da F9 e do Ensino Médio. À Jaqueline Silva, medalhista olímpica do vôlei de praia e às nossas alunas atletas Martina Casé, Maria Ester, Pietra Oliveira, Leticia Helal e Sofia Barbosa, que compartilharam suas trajetórias e reflexões no encontro sobre meninas no esporte. À Daniela Braga, pela vivência de dança com os jovens da M3. E à promotora Gabriela Lusquinos, que encerrou a programação dialogando com os estudantes do Fundamental II sobre misoginia, cyberbullying, uso das telas e os desafios do convívio contemporâneo.
Seguimos acreditando na importância de criar espaços de encontro, escuta e diálogo para fortalecer uma educação mais humana, sensível e comprometida com o cuidado coletivo.
A música está sempre presente no nosso dia a dia. E durante a aula de Música, costumamos aprender novas canções com a professora Bebel. Essa semana cantamos a já conhecida e popular: “Roda pião” e aprendemos: “Bamboleia” do grupo Triii
Seguem os links para vocês ouvirem com as crianças:
https://youtu.be/6N7PNgkOrjI?feature=shared
https://youtu.be/mym7no-Ot3U?feature=shared
Dançamos, brincamos com variados piões e balançamos as fitas em forma de círculos, como se fossem bambolês. Nos divertimos bastante!
A Turma do Bambolê preparou uma caixa para passear pelas casas das crianças com brinquedos dentro: bola, peteca, pião e um carrinho de madeira. A caixa está passando uma temporada em cada casa . A ideia é que as famílias vivenciem o brincar junto com as crianças tornando o momento lúdico e significativo!
Na devolução da caixa as famílias estão entregando um relato dessa experiência e enviando fotos dos momentos vividos.
Em roda, estamos lendo esses relatos e mostrando as fotos para as crianças. A nossa aluna Maitê trouxe uma bola diferente para mostrar para os amigos. É uma bola toda furada, usada pela a sua avó em um esporte chamado pickleball. É um esporte que mistura tênis, badminton e tênis de mesa. As crianças adoraram a novidade!