No último sábado, nosso bloco foi pra rua marcando a abertura simbólica do projeto institucional de 2026: “Ginga e corpo: quando o esporte sonha ser jogo”.
Mais do que uma celebração, o bloco é um disparador do nosso projeto de pesquisa. É ele que inaugura o tema do ano e coloca o corpo em ação como território de experiência, encontro e aprendizagem. Por isso, mais uma vez, realizamos o concurso de samba, convidando toda a comunidade escolar a compor, cantar e pensar junto. Entre os sambas inscritos, o escolhido foi “Um passo à frente”, de Carlos Fernando M. Silva e Moyses J. Cohen, tornando-se trilha, linguagem e pergunta.
O desfile contou com a bateria da escola e com a presença de estudantes, educadores e famílias, que chegaram fantasiados e engajados. Muitas das fantasias dialogavam diretamente com o tema do projeto, explorando o corpo em movimento, o jogo, a brincadeira, o esporte e a ginga como expressão cultural, simbólica e coletiva. Entrar na roda, aqui, foi aceitar o convite ao encontro.
E como todo bom dia de festa precisa de um pouco de cumplicidade do céu, São Pedro ajudou: a chuva só veio mais tarde, permitindo que o bloco ocupasse o espaço, dançasse, cantasse e celebrasse com tranquilidade.
Foi um dia muito feliz. Um dia de corpos presentes, de alegria compartilhada e de início de percurso. Um começo que reafirma nossa escolha por uma educação que reconhece o corpo como lugar de aprendizagem, o jogo como experiência e a cultura como linguagem viva.
Que venha 2026. Com ginga, com jogo e com o corpo inteiro em cena.
Pedimos aos que tiverem registros desse dia que os compartilhem conosco, no link abaixo.
Todo início de ano, parte dos nossos encontros pedagógicos com a equipe é destinada à leitura de textos e a discussões sobre o tema de estudo do ano.
Mas esses encontros não ficam apenas no campo teórico, há também a prática. Em nossa gincana, as equipes de Linguagens, Ciências, Humanidades, Educação Infantil, Artes e as de Fundamental e Médio criam atividades de sensibilização para o projeto e as compartilham entre si.
Nessa dinâmica, os professores ocupam o lugar de alunos, experimentando as propostas elaboradas por seus colegas, vivenciando jogos, dinâmicas e situações de aprendizagem. Além da experiência prática, há um espaço de troca entre os diferentes segmentos, que alimenta o coletivo com perguntas, ideias e possibilidades para o ano que se inicia.
Neste início de ano, damos as boas-vindas aos novos alunos do Fundamental II e do Ensino Médio.
Chegar a uma nova escola é sempre um tempo de adaptação, descobertas e novos encontros. Que a nossa escola seja, desde já, um espaço de escuta, pertencimento e construção coletiva, onde cada estudante possa encontrar seu lugar, fazer perguntas e seguir aprendendo junto. Estamos muito felizes com a chegada de vocês.
Bem-vindos!
Nas aulas de Dança, as turmas do Fundamental II (F6 a F9) iniciaram a fase de sensibilização ao Projeto 2026 – “Ginga e corpo: quando o esporte sonha ser jogo” – por meio de experiências que aproximaram corpo, jogo e reflexão.
Em uma dinâmica em roda, palavras como jogar, cair, levantar, cooperar e desistir foram traduzidas em gestos, explorando ritmo, qualidade de movimento e presença. Ao som de É só isso, de Caetano Veloso e José Miguel Wisnik, os alunos organizaram coletivamente uma pequena composição coreográfica, refletindo sobre questões como: O corpo fala? Gesto é dança?
Na sequência, o jogo da peteca serviu de ponto de partida para investigarem as relações entre esporte e dança. Divididos entre jogar, torcer e observar, registrando graficamente as linhas e trajetórias do movimento, em diálogo com artistas como Wassily Kandinsky e William Forsythe, os alunos experimentaram diferentes papéis e emoções mobilizadas pelo jogo.
As atividades evidenciaram que dança e esporte compartilham ritmo, escuta, presença e relação com o outro, reforçando o corpo como território de aprendizagem e o jogo como experiência relacional.
Iniciamos a sensibilização para o projeto institucional “Ginga e corpo: quando o esporte sonha ser jogo” lembrando e experimentando alguns jogos que trabalham conteúdos do ensino de Música.
Vivenciamos brincadeiras que exercitam a memória sonora, a percepção musical, a coordenação motora e muitos outros elementos. Até o ato de pular corda serviu de exemplo da percepção do pulso, da regularidade do tempo musical (quando a corda bate no chão) e do contratempo (a metade do tempo, quando a corda atinge sua altura máxima).
No jogo inspirado em uma atividade do método O Passo (de Lucas Ciavatta), batizado originalmente de “Salto no Tempo”, trabalhamos a memória e a construção de pequenas células rítmicas, com pulos e palmas.
No “Jogo do Eco”, de Fernando Barba, lidamos com a criação (composição) de pequenas ideias rítmicas através da percussão corporal. O “Uno Musical” ajudou os estudantes na concentração e na integração.
Além destes jogos, buscamos na memória algumas brincadeiras infantis que utilizavam a música como elemento, e surgiram: dança das cadeiras, estátua, pato pato ganso, qual é a música? e muitos outros… Ouvimos também a composição “Jardim da Infância”, de Aldir Blanc e João Bosco, e debatemos sua letra.
No oitavo ano, o subprojeto de Língua Portuguesa tem foco no estudo da linguagem como uma jogada – que é intencional, pretensiosa e parcial. Por isso, o foco é o estudo de textos jornalísticos, suas características, composições e componentes.
Em primeiro momento, as turmas foram sensibilizadas a pensar as palavras postas em imagens, recurso frequentemente usado para narrar fatos, que tem a palavra empenhada ou legendada por quem escreve. O exercício principal, então, foi olhar imagens de atletas brasileiros em momentos históricos, e tentar construir, pela linguagem da imagem, interpretações e legendas.
Nessa atividade, houve uma participação coletiva ativa. Além disso, ouvimos músicas relacionadas ao esporte, também fazendo o exercício de leitura cerrada.
Na Biblioteca, começamos a leitura do Pequeno Manual Antirracista, livro que problematiza e didatiza o racismo na sociedade brasileira. Lemos e fizemos um compartilhamento de questionamentos acerca do racismo estrutural.
Iniciamos uma revisão das operações básicas com números inteiros, decimais e frações. É fundamental que os estudantes consolidem o domínio desses conteúdos antes de avançarmos para novos desafios.
Serão realizadas avaliações diagnósticas para verificar a aprendizagem desses tópicos, garantindo que possamos ingressar no estudo da Álgebra com maior segurança e consistência.
Os estudantes que apresentarem defasagens serão convidados a participar das aulas de Monitoria, nas quais poderão reforçar esses Objetivos de Aprendizagem e fortalecer sua base matemática.
As turmas iniciaram o novo ciclo das aulas de Educação Física com um momento especial: a primeira escolha de modalidades esportivas.
A proposta valoriza a autonomia dos estudantes e fortalece o engajamento nas práticas corporais.
As escolhas foram variadas e cheias de energia:
F7A optou pelo parkour;
F7B escolheu o futebol;
F8A decidiu praticar esportes com raquete;
F8B selecionou atividades sobre rodas, como patins e skate;
F8C iniciou suas aulas de flag football.
A diversidade de modalidades promete enriquecer as aulas, estimulando o desenvolvimento das habilidades esportivas, o trabalho em equipe, a criatividade e o protagonismo de cada turma.
Um começo de ciclo cheio de movimento e entusiasmo!
Quais tradições brasileiras revelam nossos laços com as culturas africanas? Por que o Carnaval do Brasil é tão diferente daquele que surgiu na Europa? E o que o samba tem a ver com a história e a identidade do nosso país?
Neste primeiro semestre, as turmas do 8º ano vão mergulhar no estudo das influências africanas na formação da cultura brasileira. Analisaremos as heranças trazidas por povos de diferentes regiões do continente africano e compreenderemos como elas se manifestam nas diversas regiões do Brasil – na música, na culinária, na religião, na linguagem e em muitas outras dimensões do nosso cotidiano.
Também estudaremos como o Brasil desenvolveu práticas esportivas a partir dessas heranças culturais, além de conhecer esportes, atletas e jogos tradicionais do continente africano.
Outro eixo fundamental do semestre será a reconstrução de narrativas sobre a África e seus povos, destacando sua diversidade natural e cultural. Nosso objetivo é ampliar o olhar dos estudantes e desconstruir estereótipos historicamente difundidos de maneira equivocada. Nesse percurso, abordaremos ainda o conceito de racismo estrutural e suas consequências na sociedade brasileira contemporânea, refletindo sobre como o passado influencia o presente e qual é o nosso papel na construção de uma sociedade mais justa.
Nas primeiras semanas, aplicamos um questionário diagnóstico para identificar os conhecimentos prévios das turmas e iniciamos debates sobre o Carnaval brasileiro e o samba como expressões culturais que evidenciam a profunda presença africana na formação da identidade nacional.
Para receber os estudantes na volta às aulas, nas primeiras aulas de Artes Visuais os alunos foram convidados a observar uma série de “memes” criados especialmente para este momento, a partir das imagens das obras de arte escolhidas para a sinalização de toda a escola, acompanhadas por frases curtas e bem-humoradas.
Espalhadas pela sala, as imagens foram exploradas livremente pelos estudantes, que circularam, observaram, se familiarizaram com as referências e escolheram aquela que melhor representa como se sentem neste retorno às aulas – animados, curiosos, cansados, empolgados, prontos para começar ou ainda entrando no ritmo.
Depois da escolha, cada um compartilhou com os colegas o motivo da identificação com a imagem. A conversa revelou algo interessante: assim como nos jogos e nos esportes, cada pessoa chega com um ritmo, uma energia e um estado de espírito diferente, e todos fazem parte da mesma roda.
Entre risadas, identificações inesperadas e comentários bem-humorados, a atividade mostrou como a arte também pode ser uma forma de falar sobre cultura, corpo, emoções e experiências que vivemos enquanto brincamos, jogamos e torcemos.
Uma volta às aulas leve, divertida e cheia de escuta.
Misturando arte, jogo e movimento, começamos a explorar o tema do nosso projeto de 2026 com as turmas do fundamental 2.
Primeiro, uma breve apresentação ao conceito de pictogramas, imagens simples que comunicam ideias de forma clara e universal. Conversamos sobre como essa linguagem visual se popularizou a partir dos Jogos Olímpicos de Tóquio 1964, quando um sistema de símbolos foi criado para orientar visitantes vindos de diferentes partes do mundo.
A partir daí surgiram as perguntas que guiaram a aula: Quais as relações entre as artes e os jogos? Em que outros momentos eles se encontram? O que os processos artísticos podem compartilhar com a lógica dos jogos?
Para provocar esses e outros questionamentos e experimentar essas relações na prática, os estudantes participaram de uma dinâmica de desenho coletivo utilizando uma “ferramenta” que permite que várias pessoas controlem ao mesmo tempo uma única caneta por meio de barbantes.
O primeiro desafio foi reaprender a desenhar, agora de forma coletiva, criando formas simples e ícones de objetos ligados aos esportes.
Depois de se familiarizarem com a ferramenta, os grupos foram convidados a recriar alguns dos pictogramas apresentados anteriormente. Para que os desenhos funcionassem, foi preciso planejar movimentos, negociar decisões, ajustar trajetórias e encontrar soluções em grupo. Assim como em muitos jogos, a atividade exigiu escuta, cooperação, experimentação e trabalho em equipe.
Entre tentativas, erros, ajustes, muitas risadas e até torcida, os estudantes foram superando o desafio juntos e perceberam algo importante: o resultado dependia menos da habilidade individual e muito mais da colaboração, da atenção ao coletivo e da capacidade de jogar, ou, neste caso, criar em equipe.
Um primeiro passo para investigar, ao longo do ano, como arte, corpo, jogo e criação podem caminhar juntos.
Após passarmos por uma breve, mas profunda, revisão sobre operações com decimais e frações, seguimos para o estudo de equações.
Por enquanto, nada de empirismo, nada de “troca de lado e troca o sinal”. Estamos estudando uma equação como uma balança de pratos: igualdade e equilíbrio. Alteramos os dois lados da balança de maneira a manter a igualdade e chegar ao misterioso valor de $x$. Quase uma brincadeira (séria) de equilibrar pratos.
Estamos tornando o processo complexo aos poucos, pois precisamos dominar todas as etapas para que não nos percamos no percurso.
Álgebra, lá vamos nós!
Nas últimas semanas, as turmas de F8 têm realizado uma verdadeira viagem ao redor do mundo nas aulas de Inglês. O objetivo da jornada Sports Around the World é conhecer esportes e jogos de diferentes países, explorando suas histórias, regras e curiosidades.
Até agora, os alunos já descobriram práticas como o Cuju, o Mahjong e o Kung Fu (China) e o Pato (Argentina). Também experimentaram o Achi, um jogo de tabuleiro de Gana muito parecido com o nosso Jogo da Velha.
Ao longo dos encontros, os alunos tiveram a oportunidade de revisar conteúdos importantes da língua inglesa, como o vocabulário de adjetivos, os graus comparativo e superlativo, as wh-words e o uso do past simple. Utilizamos esses conhecimentos para discutir os jogos, elaborar perguntas, comparar regras e analisar as particularidades de cada prática.
Nossa viagem pelo mundo continuará ao longo do trimestre. Quais jogos e esportes ainda conheceremos pelo caminho?
No 8º ano, os alunos estão estudando a estrutura das palavras e seus processos de formação. Ao compreenderem os conceitos de radical e afixos, realizaram uma atividade de identificação desses morfemas em vocábulos relacionados ao esporte.
Além disso, os estudantes compreenderam como as palavras podem se unir a outras para formar novos significados. Explorar a combinação de radicais e afixos tornou-se ainda mais interessante com um jogo de perguntas que mobilizou a turma a prosseguir com o estudo sobre a composição de palavras.
A primeira leitura adotada na F8 é o Pequeno Manual Antirracista, de Djamila Ribeiro. A partir dessa obra, é possível refletir sobre questões cruciais do contexto do racismo no Brasil e, sobretudo, pensar e colocar em prática atitudes antirracistas.
Os estudantes, além de lerem os capítulos iniciais do livro, participaram de uma formação sobre os principais conceitos de letramento racial, tais como: branquitude, injúria racial, revitimização, antirracismo, miscigenação, racismo ambiental e urbano, estrutural e institucional.
Em grupos, realizaram uma leitura comparada de cartilhas sobre letramento racial da Secretaria do Estado do Ceará e debateram exemplos relacionados a esses temas. Por fim, os grupos apresentaram à turma os diferentes conceitos aos quais tiveram acesso.
Iniciamos as aulas de Teatro no ensino fundamental II com a sensibilização para o projeto anual “Ginga e corpo: quando o esporte sonha ser jogo”.
Partindo da pergunta “O que o jogo nos ensina sobre quem somos e como nos relacionamos?”, as turmas foram convidadas a experimentar, com o corpo, as diferentes dimensões do jogo – seus desafios, regras, imprevistos e modos de jogar junto.
As atividades tiveram como objetivo promover a integração entre os alunos, desenvolver a percepção coletiva e estimular a reflexão sobre cooperação, competição, erro e construção de regras. A partir dessas vivências, seguimos agora aprofundando a passagem do jogo à cena.
Inspirados pelas perguntas e descobertas dessa primeira etapa, investigaremos como as histórias que nascem do jogar podem ganhar forma teatral, reafirmando que, no teatro, o jogo é também um convite à criação e à expressão.
Nas aulas de Dança, seguimos na fase de sensibilização ao projeto institucional “Ginga e corpo: quando o esporte sonha ser jogo”.
Os estudantes participaram de uma atividade de investigação corporal sobre presença, adaptação e escuta no espaço coletivo.
A proposta partiu de uma caminhada livre pela sala, na qual o desafio era cruzar com os colegas sem parar ou desviar bruscamente, negociando o espaço por meio do movimento. Com variações de ritmo, direção e níveis, os alunos experimentaram diferentes formas de relação com o outro.
Ao final, a roda de conversa trouxe reflexões importantes: Onde aparece a ginga? Quem conduz e quem cede? A atividade destacou que a ginga é uma forma de inteligência corporal que nasce da escuta e da convivência no espaço coletivo.
Nesta etapa do ano letivo, os estudantes do 8º ano iniciarão um ciclo de aulas dedicado a um tema central para a compreensão da ciência moderna: a busca da humanidade, ao longo da história, pela resposta à pergunta “Qual é a origem das espécies?”.
O objetivo pedagógico é apresentar aos alunos o processo de construção do conhecimento científico, demonstrando que as explicações sobre a natureza foram elaboradas, questionadas e transformadas ao longo do tempo. Para isso, estudaremos diferentes formas de interpretação que surgiram em distintos contextos históricos e culturais.
A abordagem adotada busca estimular o pensamento crítico, a análise histórica da ciência e o respeito à diversidade de perspectivas culturais e filosóficas.
Dando continuidade às investigações do projeto institucional, os alunos de F6 a F9 assistiram aos espetáculos Velox, de Deborah Colker, e MeteGol, da Intrépida Trupe.
Em grupos, foram convidados a escolher modalidades esportivas e, a partir delas, construir sequências coreográficas autorais. Nessa atividade, os alunos perceberam como os movimentos esportivos podem ser transformados em dança, ampliando seu olhar sobre o movimento.
Além disso, noções fundamentais da linguagem de dança, como ritmo, organização espacial e composição foram trabalhadas ao longo do processo de criação e pesquisa, no qual o corpo investiga o esporte para reinventá-lo poeticamente em cena.
No oitavo ano, os alunos estão estudando os textos jornalísticos, a estrutura de composição, a linguagem e principalmente a função social desses gêneros. Nas aulas de Habilidades da Língua, leram e interpretaram notícias recentes sobre o mundo do esporte e do jogo. Também realizaram atividades de análise de linguística e interpretação de textos noticiosos do Joca, um jornal feito para o público jovem, que a escola adota como material pedagógico de suporte ao estudo de textos.
Como parte desse processo de aprendizagem, foi realizada uma visita pedagógica à redação do jornal O Globo, um dos maiores veículos de comunicação nacional. Lá, os estudantes puderam conversar com jornalistas e editores, viram os jornais sendo articulados, planejados, produzidos e gravados na prática. Essa experiência lhes proporcionou uma vivência prática significativa para a relação com a escrita, com a linguagem e com a leitura de mundo.
Seguimos explorando diferentes esportes e jogos ao redor do mundo. Em duplas ou trios, os alunos escolheram modalidades de cada continente para conhecer mais a fundo e apresentar à turma como parte de uma avaliação.
Tem sido um período de muita pesquisa em sala, momento em que as turmas podem praticar diversas habilidades na língua inglesa, como a busca por informações, a compreensão de vocabulário através do contexto e a produção textual. É também uma oportunidade de entender como os jogos e esportes escolhidos se relacionam com as culturas em que estão inseridos.
Nossa próxima etapa será a prática da oralidade: com as pesquisas concluídas, é hora de preparar as apresentações!
Nas aulas de Geografia das últimas semanas, as turmas de F8 estudaram o conceito de diáspora africana, compreendendo seus significados históricos e sociais e sua importância para a cultura brasileira.
Ao longo das atividades, aprenderam a identificar as regiões de origem no continente africano, analisaram as rotas do tráfico transatlântico e reconheceram os principais portos brasileiros que receberam populações africanas escravizadas.
Essas discussões possibilitaram refletir sobre os impactos desse processo na formação da sociedade brasileira. Como forma de aprofundamento, cada um recebeu um texto com diferentes definições de diáspora e, a partir delas, realizaram um exercício de escrita de síntese crítica, articulando os conhecimentos construídos em sala.