Bloco Sá Pereira

No último sábado, nosso bloco foi pra rua marcando a abertura simbólica do projeto institucional de 2026: “Ginga e corpo: quando o esporte sonha ser jogo”.

Mais do que uma celebração, o bloco é um disparador do nosso projeto de pesquisa. É ele que inaugura o tema do ano e coloca o corpo em ação como território de experiência, encontro e aprendizagem. Por isso, mais uma vez, realizamos o concurso de samba, convidando toda a comunidade escolar a compor, cantar e pensar junto. Entre os sambas inscritos, o escolhido foi “Um passo à frente”, de Carlos Fernando M. Silva e Moyses J. Cohen, tornando-se trilha, linguagem e pergunta.

O desfile contou com a bateria da escola e com a presença de estudantes, educadores e famílias, que chegaram fantasiados e engajados. Muitas das fantasias dialogavam diretamente com o tema do projeto, explorando o corpo em movimento, o jogo, a brincadeira, o esporte e a ginga como expressão cultural, simbólica e coletiva. Entrar na roda, aqui, foi aceitar o convite ao encontro.

E como todo bom dia de festa precisa de um pouco de cumplicidade do céu, São Pedro ajudou: a chuva só veio mais tarde, permitindo que o bloco ocupasse o espaço, dançasse, cantasse e celebrasse com tranquilidade.

Foi um dia muito feliz. Um dia de corpos presentes, de alegria compartilhada e de início de percurso. Um começo que reafirma nossa escolha por uma educação que reconhece o corpo como lugar de aprendizagem, o jogo como experiência e a cultura como linguagem viva.

Que venha 2026. Com ginga, com jogo e com o corpo inteiro em cena.

Pedimos aos que tiverem registros desse dia que os compartilhem conosco, no link abaixo.

Fotos do Bloco

Gincana

Todo início de ano, parte dos nossos encontros pedagógicos com a equipe é destinada à leitura de textos e a discussões sobre o tema de estudo do ano.

Mas esses encontros não ficam apenas no campo teórico, há também a prática. Em nossa gincana, as equipes de Linguagens, Ciências, Humanidades, Educação Infantil, Artes e as de Fundamental e Médio criam atividades de sensibilização para o projeto e as compartilham entre si.

Nessa dinâmica, os professores ocupam o lugar de alunos, experimentando as propostas elaboradas por seus colegas, vivenciando jogos, dinâmicas e situações de aprendizagem. Além da experiência prática, há um espaço de troca entre os diferentes segmentos, que alimenta o coletivo com perguntas, ideias e possibilidades para o ano que se inicia.

Novos Encontros

Neste início de ano, damos as boas-vindas aos novos alunos do Fundamental II e do Ensino Médio.

Chegar a uma nova escola é sempre um tempo de adaptação, descobertas e novos encontros. Que a nossa escola seja, desde já, um espaço de escuta, pertencimento e construção coletiva, onde cada estudante possa encontrar seu lugar, fazer perguntas e seguir aprendendo junto. Estamos muito felizes com a chegada de vocês.

Bem-vindos!

Sensibilização ao Projeto

F6 a F9 – Dança

Nas aulas de Dança, as turmas do Fundamental II (F6 a F9) iniciaram a fase de sensibilização ao Projeto 2026 – “Ginga e corpo: quando o esporte sonha ser jogo” – por meio de experiências que aproximaram corpo, jogo e reflexão.

Em uma dinâmica em roda, palavras como jogar, cair, levantar, cooperar e desistir foram traduzidas em gestos, explorando ritmo, qualidade de movimento e presença. Ao som de É só isso, de Caetano Veloso e José Miguel Wisnik, os alunos organizaram coletivamente uma pequena composição coreográfica, refletindo sobre questões como: O corpo fala? Gesto é dança?

Na sequência, o jogo da peteca serviu de ponto de partida para investigarem as relações entre esporte e dança. Divididos entre jogar, torcer e observar, registrando graficamente as linhas e trajetórias do movimento, em diálogo com artistas como Wassily Kandinsky e William Forsythe, os alunos experimentaram diferentes papéis e emoções mobilizadas pelo jogo.

As atividades evidenciaram que dança e esporte compartilham ritmo, escuta, presença e relação com o outro, reforçando o corpo como território de aprendizagem e o jogo como experiência relacional.

Jogos Musicais

F6, F7, F8 e F9 – Música

Iniciamos a sensibilização para o projeto institucional “Ginga e corpo: quando o esporte sonha ser jogo” lembrando e experimentando alguns jogos que trabalham conteúdos do ensino de Música.

Vivenciamos brincadeiras que exercitam a memória sonora, a percepção musical, a coordenação motora e muitos outros elementos. Até o ato de pular corda serviu de exemplo da percepção do pulso, da regularidade do tempo musical (quando a corda bate no chão) e do contratempo (a metade do tempo, quando a corda atinge sua altura máxima).

No jogo inspirado em uma atividade do método O Passo (de Lucas Ciavatta), batizado originalmente de “Salto no Tempo”, trabalhamos a memória e a construção de pequenas células rítmicas, com pulos e palmas.

No “Jogo do Eco”, de Fernando Barba, lidamos com a criação (composição) de pequenas ideias rítmicas através da percussão corporal. O “Uno Musical” ajudou os estudantes na concentração e na integração.

Além destes jogos, buscamos na memória algumas brincadeiras infantis que utilizavam a música como elemento, e surgiram: dança das cadeiras, estátua, pato pato ganso, qual é a música? e muitos outros… Ouvimos também a composição “Jardim da Infância”, de Aldir Blanc e João Bosco, e debatemos sua letra.

A Palavra Joga em Vários Campos

F8 – Português

No oitavo ano, o subprojeto de Língua Portuguesa tem foco no estudo da linguagem como uma jogada – que é intencional, pretensiosa e parcial. Por isso, o foco é o estudo de textos jornalísticos, suas características, composições e componentes.

Em primeiro momento, as turmas foram sensibilizadas a pensar as palavras postas em imagens, recurso frequentemente usado para narrar fatos, que tem a palavra empenhada ou legendada por quem escreve. O exercício principal, então, foi olhar imagens de atletas brasileiros em momentos históricos, e tentar construir, pela linguagem da imagem, interpretações e legendas.

Nessa atividade, houve uma participação coletiva ativa. Além disso, ouvimos músicas relacionadas ao esporte, também fazendo o exercício de leitura cerrada.

Na Biblioteca, começamos a leitura do Pequeno Manual Antirracista, livro que problematiza e didatiza o racismo na sociedade brasileira. Lemos e fizemos um compartilhamento de questionamentos acerca do racismo estrutural.

Consolidando as Bases

F8 – Matemática

Iniciamos uma revisão das operações básicas com números inteiros, decimais e frações. É fundamental que os estudantes consolidem o domínio desses conteúdos antes de avançarmos para novos desafios.

Serão realizadas avaliações diagnósticas para verificar a aprendizagem desses tópicos, garantindo que possamos ingressar no estudo da Álgebra com maior segurança e consistência.

Os estudantes que apresentarem defasagens serão convidados a participar das aulas de Monitoria, nas quais poderão reforçar esses Objetivos de Aprendizagem e fortalecer sua base matemática.

Primeira Escolha de Esporte

F7 e F8 – Educação Física

As turmas iniciaram o novo ciclo das aulas de Educação Física com um momento especial: a primeira escolha de modalidades esportivas.

A proposta valoriza a autonomia dos estudantes e fortalece o engajamento nas práticas corporais.

As escolhas foram variadas e cheias de energia:

  • F7A optou pelo parkour;

  • F7B escolheu o futebol;

  • F8A decidiu praticar esportes com raquete;

  • F8B selecionou atividades sobre rodas, como patins e skate;

  • F8C iniciou suas aulas de flag football.

A diversidade de modalidades promete enriquecer as aulas, estimulando o desenvolvimento das habilidades esportivas, o trabalho em equipe, a criatividade e o protagonismo de cada turma.

Um começo de ciclo cheio de movimento e entusiasmo!

Heranças Que Constroem Nossa Identidade

F8 – Geografia

Quais tradições brasileiras revelam nossos laços com as culturas africanas? Por que o Carnaval do Brasil é tão diferente daquele que surgiu na Europa? E o que o samba tem a ver com a história e a identidade do nosso país?

Neste primeiro semestre, as turmas do 8º ano vão mergulhar no estudo das influências africanas na formação da cultura brasileira. Analisaremos as heranças trazidas por povos de diferentes regiões do continente africano e compreenderemos como elas se manifestam nas diversas regiões do Brasil – na música, na culinária, na religião, na linguagem e em muitas outras dimensões do nosso cotidiano.

Também estudaremos como o Brasil desenvolveu práticas esportivas a partir dessas heranças culturais, além de conhecer esportes, atletas e jogos tradicionais do continente africano.

Outro eixo fundamental do semestre será a reconstrução de narrativas sobre a África e seus povos, destacando sua diversidade natural e cultural. Nosso objetivo é ampliar o olhar dos estudantes e desconstruir estereótipos historicamente difundidos de maneira equivocada. Nesse percurso, abordaremos ainda o conceito de racismo estrutural e suas consequências na sociedade brasileira contemporânea, refletindo sobre como o passado influencia o presente e qual é o nosso papel na construção de uma sociedade mais justa.

Nas primeiras semanas, aplicamos um questionário diagnóstico para identificar os conhecimentos prévios das turmas e iniciamos debates sobre o Carnaval brasileiro e o samba como expressões culturais que evidenciam a profunda presença africana na formação da identidade nacional.

Quem é Você na Volta às Aulas?

F6 a F9 – Artes

Para receber os estudantes na volta às aulas, nas primeiras aulas de Artes Visuais os alunos foram convidados a observar uma série de “memes” criados especialmente para este momento, a partir das imagens das obras de arte escolhidas para a sinalização de toda a escola, acompanhadas por frases curtas e bem-humoradas.

Espalhadas pela sala, as imagens foram exploradas livremente pelos estudantes, que circularam, observaram, se familiarizaram com as referências e escolheram aquela que melhor representa como se sentem neste retorno às aulas – animados, curiosos, cansados, empolgados, prontos para começar ou ainda entrando no ritmo.

Depois da escolha, cada um compartilhou com os colegas o motivo da identificação com a imagem. A conversa revelou algo interessante: assim como nos jogos e nos esportes, cada pessoa chega com um ritmo, uma energia e um estado de espírito diferente, e todos fazem parte da mesma roda.

Entre risadas, identificações inesperadas e comentários bem-humorados, a atividade mostrou como a arte também pode ser uma forma de falar sobre cultura, corpo, emoções e experiências que vivemos enquanto brincamos, jogamos e torcemos.

Uma volta às aulas leve, divertida e cheia de escuta.

Desenho Coletivo

F6 a F9 – Artes

Misturando arte, jogo e movimento, começamos a explorar o tema do nosso projeto de 2026 com as turmas do fundamental 2.

Primeiro, uma breve apresentação ao conceito de pictogramas, imagens simples que comunicam ideias de forma clara e universal. Conversamos sobre como essa linguagem visual se popularizou a partir dos Jogos Olímpicos de Tóquio 1964, quando um sistema de símbolos foi criado para orientar visitantes vindos de diferentes partes do mundo.

A partir daí surgiram as perguntas que guiaram a aula: Quais as relações entre as artes e os jogos? Em que outros momentos eles se encontram? O que os processos artísticos podem compartilhar com a lógica dos jogos?

Para provocar esses e outros questionamentos e experimentar essas relações na prática, os estudantes participaram de uma dinâmica de desenho coletivo utilizando uma “ferramenta” que permite que várias pessoas controlem ao mesmo tempo uma única caneta por meio de barbantes.

O primeiro desafio foi reaprender a desenhar, agora de forma coletiva, criando formas simples e ícones de objetos ligados aos esportes.

Depois de se familiarizarem com a ferramenta, os grupos foram convidados a recriar alguns dos pictogramas apresentados anteriormente. Para que os desenhos funcionassem, foi preciso planejar movimentos, negociar decisões, ajustar trajetórias e encontrar soluções em grupo. Assim como em muitos jogos, a atividade exigiu escuta, cooperação, experimentação e trabalho em equipe.

Entre tentativas, erros, ajustes, muitas risadas e até torcida, os estudantes foram superando o desafio juntos e perceberam algo importante: o resultado dependia menos da habilidade individual e muito mais da colaboração, da atenção ao coletivo e da capacidade de jogar, ou, neste caso, criar em equipe.

Um primeiro passo para investigar, ao longo do ano, como arte, corpo, jogo e criação podem caminhar juntos.

Álgebra Chegou!

F8 – Matemática

Após passarmos por uma breve, mas profunda, revisão sobre operações com decimais e frações, seguimos para o estudo de equações.

Por enquanto, nada de empirismo, nada de “troca de lado e troca o sinal”. Estamos estudando uma equação como uma balança de pratos: igualdade e equilíbrio. Alteramos os dois lados da balança de maneira a manter a igualdade e chegar ao misterioso valor de $x$. Quase uma brincadeira (séria) de equilibrar pratos.

Estamos tornando o processo complexo aos poucos, pois precisamos dominar todas as etapas para que não nos percamos no percurso.

Álgebra, lá vamos nós!

Explorando Histórias e Idiomas

F8 – Inglês

Nas últimas semanas, as turmas de F8 têm realizado uma verdadeira viagem ao redor do mundo nas aulas de Inglês. O objetivo da jornada Sports Around the World é conhecer esportes e jogos de diferentes países, explorando suas histórias, regras e curiosidades.

Até agora, os alunos já descobriram práticas como o Cuju, o Mahjong e o Kung Fu (China) e o Pato (Argentina). Também experimentaram o Achi, um jogo de tabuleiro de Gana muito parecido com o nosso Jogo da Velha.

Ao longo dos encontros, os alunos tiveram a oportunidade de revisar conteúdos importantes da língua inglesa, como o vocabulário de adjetivos, os graus comparativo e superlativo, as wh-words e o uso do past simple. Utilizamos esses conhecimentos para discutir os jogos, elaborar perguntas, comparar regras e analisar as particularidades de cada prática.

Nossa viagem pelo mundo continuará ao longo do trimestre. Quais jogos e esportes ainda conheceremos pelo caminho?

Jogando com as Palavras e Formando Novos Sentidos

F8 – Português

No 8º ano, os alunos estão estudando a estrutura das palavras e seus processos de formação. Ao compreenderem os conceitos de radical e afixos, realizaram uma atividade de identificação desses morfemas em vocábulos relacionados ao esporte.

Além disso, os estudantes compreenderam como as palavras podem se unir a outras para formar novos significados. Explorar a combinação de radicais e afixos tornou-se ainda mais interessante com um jogo de perguntas que mobilizou a turma a prosseguir com o estudo sobre a composição de palavras.

Letramento Racial nas Aulas de Biblioteca

F8 – Português

A primeira leitura adotada na F8 é o Pequeno Manual Antirracista, de Djamila Ribeiro. A partir dessa obra, é possível refletir sobre questões cruciais do contexto do racismo no Brasil e, sobretudo, pensar e colocar em prática atitudes antirracistas.

Os estudantes, além de lerem os capítulos iniciais do livro, participaram de uma formação sobre os principais conceitos de letramento racial, tais como: branquitude, injúria racial, revitimização, antirracismo, miscigenação, racismo ambiental e urbano, estrutural e institucional.

Em grupos, realizaram uma leitura comparada de cartilhas sobre letramento racial da Secretaria do Estado do Ceará e debateram exemplos relacionados a esses temas. Por fim, os grupos apresentaram à turma os diferentes conceitos aos quais tiveram acesso.

Quando o Jogo Vira Cena: Primeiras Gingas

F6 a F9 – Teatro

Iniciamos as aulas de Teatro no ensino fundamental II com a sensibilização para o projeto anual “Ginga e corpo: quando o esporte sonha ser jogo”.

Partindo da pergunta “O que o jogo nos ensina sobre quem somos e como nos relacionamos?”, as turmas foram convidadas a experimentar, com o corpo, as diferentes dimensões do jogo – seus desafios, regras, imprevistos e modos de jogar junto.

As atividades tiveram como objetivo promover a integração entre os alunos, desenvolver a percepção coletiva e estimular a reflexão sobre cooperação, competição, erro e construção de regras. A partir dessas vivências, seguimos agora aprofundando a passagem do jogo à cena.

Inspirados pelas perguntas e descobertas dessa primeira etapa, investigaremos como as histórias que nascem do jogar podem ganhar forma teatral, reafirmando que, no teatro, o jogo é também um convite à criação e à expressão.

Ginga e Corpo

F6 a F9 – Dança

Nas aulas de Dança, seguimos na fase de sensibilização ao projeto institucional “Ginga e corpo: quando o esporte sonha ser jogo”.

Os estudantes participaram de uma atividade de investigação corporal sobre presença, adaptação e escuta no espaço coletivo.

A proposta partiu de uma caminhada livre pela sala, na qual o desafio era cruzar com os colegas sem parar ou desviar bruscamente, negociando o espaço por meio do movimento. Com variações de ritmo, direção e níveis, os alunos experimentaram diferentes formas de relação com o outro.

Ao final, a roda de conversa trouxe reflexões importantes: Onde aparece a ginga? Quem conduz e quem cede? A atividade destacou que a ginga é uma forma de inteligência corporal que nasce da escuta e da convivência no espaço coletivo.

 

Qual a Origem das Espécies?

F8 – Ciências

Nesta etapa do ano letivo, os estudantes do 8º ano iniciarão um ciclo de aulas dedicado a um tema central para a compreensão da ciência moderna: a busca da humanidade, ao longo da história, pela resposta à pergunta “Qual é a origem das espécies?”.

O objetivo pedagógico é apresentar aos alunos o processo de construção do conhecimento científico, demonstrando que as explicações sobre a natureza foram elaboradas, questionadas e transformadas ao longo do tempo. Para isso, estudaremos diferentes formas de interpretação que surgiram em distintos contextos históricos e culturais.

A abordagem adotada busca estimular o pensamento crítico, a análise histórica da ciência e o respeito à diversidade de perspectivas culturais e filosóficas.

Dança e Esporte

F6 a F9 – Dança

Dando continuidade às investigações do projeto institucional, os alunos de F6 a F9 assistiram aos espetáculos Velox, de Deborah Colker, e MeteGol, da Intrépida Trupe.

Em grupos, foram convidados a escolher modalidades esportivas e, a partir delas, construir sequências coreográficas autorais. Nessa atividade, os alunos perceberam como os movimentos esportivos podem ser transformados em dança, ampliando seu olhar sobre o movimento.

Além disso, noções fundamentais da linguagem de dança, como ritmo, organização espacial e composição foram trabalhadas ao longo do processo de criação e pesquisa, no qual o corpo investiga o esporte para reinventá-lo poeticamente em cena.

Toda Palavra é Jogada 

F8 – Português

No oitavo ano, os alunos estão estudando os textos jornalísticos, a estrutura de composição, a linguagem e principalmente a função social desses gêneros. Nas aulas de Habilidades da Língua, leram e interpretaram notícias recentes sobre o mundo do esporte e do jogo. Também realizaram atividades de análise de linguística e interpretação de textos noticiosos do Joca, um jornal feito para o público jovem, que a escola adota como material pedagógico de suporte ao estudo de textos.

Como parte desse processo de aprendizagem, foi realizada uma visita pedagógica à redação do jornal O Globo, um dos maiores veículos de comunicação nacional. Lá, os estudantes puderam conversar com jornalistas e editores, viram os jornais sendo articulados, planejados, produzidos e gravados na prática. Essa experiência lhes proporcionou uma vivência prática significativa para a relação com a escrita, com a linguagem e com a leitura de mundo.

Exploradores do Esporte

F8 – Inglês

Seguimos explorando diferentes esportes e jogos ao redor do mundo. Em duplas ou trios, os alunos escolheram modalidades de cada continente para conhecer mais a fundo e apresentar à turma como parte de uma avaliação.

Tem sido um período de muita pesquisa em sala, momento em que as turmas podem praticar diversas habilidades na língua inglesa, como a busca por informações, a compreensão de vocabulário através do contexto e a produção textual. É também uma oportunidade de entender como os jogos e esportes escolhidos se relacionam com as culturas em que estão inseridos.

Nossa próxima etapa será a prática da oralidade: com as pesquisas concluídas, é hora de preparar as apresentações!

Diáspora Africana

F8 – Geografia

Nas aulas de Geografia das últimas semanas, as turmas de F8 estudaram o conceito de diáspora africana, compreendendo seus significados históricos e sociais e sua importância para a cultura brasileira.

Ao longo das atividades, aprenderam a identificar as regiões de origem no continente africano, analisaram as rotas do tráfico transatlântico e reconheceram os principais portos brasileiros que receberam populações africanas escravizadas.

Essas discussões possibilitaram refletir sobre os impactos desse processo na formação da sociedade brasileira. Como forma de aprofundamento, cada um recebeu um texto com diferentes definições de diáspora e, a partir delas, realizaram um exercício de escrita de síntese crítica, articulando os conhecimentos construídos em sala.

Pandeiro e Capoeira

F8 – Música

As turmas de oitavo, tradicionalmente, tem o desafio de desenvolver a técnica do pandeiro nas aulas de música. Instrumento milenar que está presente em diversas culturas e aqui no Brasil também pode ser encontrado com vários formatos e sotaques.

Conhecemos um pouco desta história assistindo Breve História do Pandeiro , uma vídeo aula de Bernardo Aguiar, que destaca a importância dos mestres na formação da identidade carioca na maneira de tocar o pandeiro.

Oportunamente por conta do projeto institucional deste ano, a capoeira não podia ficar de fora da nossa pesquisa musical em torno do pandeiro, logo, os primeiros contatos com o instrumento foram através do toque do pandeiro nesta dança/luta/jogo. As diferentes levadas de berimbau e seus contextos históricos também foram assunto nas aulas.

Na semana do dia internacional da mulher, abordamos o papel desempenhado pelas mulheres em diferentes momentos da nossa história nas rodas de capoeira e aprendemos a cantar a toada “Ê Mulher” que resume essa trajetória em sua letra.

Outra música do universo da capoeira que já entrou no nosso repertório foi “Marinheiro Só” , canto tradicional de pergunta e resposta, gravado pela diva Clementina de Jesus. Outra canção que faz referência ao jogo da capoeira e que está em processo de ensaio é a icônica “Berimbau”, de Vinicius de Moraes e Baden Powell.

Carybé e Capoeira

F8 – Artes

Nas últimas aulas de Artes Visuais, as turmas do oitavo ano mergulharam em um estudo sobre Carybé, artista argentino que viveu em Salvador e dedicou sua produção à representação da cultura afro-brasileira, retratando com sensibilidade e intensidade manifestações como a capoeira e o cotidiano baiano.

A partir da observação de suas obras, especialmente suas representações da capoeira, os estudantes foram convidados a perceber como o artista utilizava linhas simples, curvas e expressivas para representar o movimento, o ritmo e a interação entre os corpos. Discutimos em sala como pequenos gestos e inclinações já são capazes de comunicar ação e intenção no desenho.

Em seguida, iniciamos exercícios práticos focados no desenvolvimento do olhar: os alunos experimentaram desenhos rápidos, priorizando a captura do gesto e da postura, sem se prender aos detalhes. Essa etapa foi fundamental para prepará-los para o desenho de observação e registro de movimento.

Nas próximas aulas, os alunos irão se aprofundar nos diferentes golpes e movimentos da capoeira, observando imagens de capoeiristas em movimento e registrando em desenhos a ginga, as esquivas e as interações entre os jogadores. Sempre inspirados nas soluções visuais de Carybé, buscando clareza e força na representação do movimento.

Os trabalhos produzidos serão apresentados na nossa próxima mostra de artes da escola. Mas a conversa sobre a capoeira e sua relação com a cultura brasileira ainda terá continuidade em outras disciplinas,como História e Música, ampliando as conexões e aprendizagens dos alunos.

Capoeira

F8 – Dança

Nas aulas de Dança, os alunos do oitavo ano realizaram uma pesquisa sobre os golpes de capoeira. Em grupos, investigaram, aprenderam e compartilharam com os colegas tanto os nomes quanto as formas de execução desses movimentos.

Além disso, assistiram a vídeos de rodas de capoeira, ampliando a compreensão sobre a dinâmica, o ritmo e a relação entre os corpos nessa prática.

Todo esse processo de pesquisa e experimentação corporal contribui diretamente para a construção cênica de Capitães da Areia, que será apresentada na Mostra de Artes.

 

Leitura e Experiência

F8 – Português

No oitavo ano, os alunos estão chegando ao final da leitura do livro “Pequeno Manual Antirracista” da autora Djamila Ribeiro. Ao longo dessa leitura, os estudantes leram, aprenderam e refletiram sobre conceitos importantes para um letramento racial que destaca a importância de ações antirracistas. A turma foi incentivada a aprender, analisar e comentar seus pontos de vista, e isso transformou as aulas em um ambiente formativo. Foi feita uma leitura comparada do livro com algumas cartilhas e glossários sobre letramento racial da Secretaria do Estado do Ceará. A partir disso, os estudantes compartilharam as suas reflexões sobre o racismo estrutural, institucional e científico, sobre a desigualdade de classe, raça e gênero e principalmente sobre a importância de reconhecerem privilégios, combaterem estereótipos e serem ativos na luta contra as desigualdades raciais. 

Interpretação de Texto e Equações

F8 – Matemática

As F8, por agora, estão investigando os enunciados a fundo. Investindo em interpretação de texto, uso de vírgulas e na mudança de sentido do texto. Tudo isso altera o equacionamento e a resolução dos problemas. 

Outro momento de destaque foi a avaliação formativa feita pelo classroom. Momento de aprendizagem das etapas da resolução de equações.

Passport to Sports

F8 – Inglês

Nossa jornada pelos esportes ao redor do mundo está perto de um momento importante! Após colocarmos a mão na massa e investigarmos as curiosidades, as regras e a paixão por diferentes modalidades, estamos nos encaminhando para o encerramento do trimestre.

Ao longo das últimas semanas, preparamo-nos de maneira organizada, revisando as estruturas e os vocabulários utilizados em nosso percurso. Foi uma excelente oportunidade para revisitarmos os comparativos e superlativos, o passado simples e contínuo, além dos conectivos.

Em breve, os alunos poderão mobilizar todo esse aprendizado para compartilhar suas descobertas, conectando ideias de forma fluida e utilizando o idioma para compreender melhor o mundo e suas diversas culturas esportivas. Estamos muito animados para ver o que virá nestas apresentações!

Pequena África: Memória, Resistência e Identidade no Rio de Janeiro 

F8 – Geografia

Nas últimas semanas, os alunos do 8º ano pesquisaram, nas aulas de Geografia, sobre a região conhecida como Pequena África e o Circuito da Memória Africana no Rio de Janeiro. Inicialmente, cada estudante leu um texto com informações básicas sobre diferentes sítios históricos da Pequena África e realizou um fichamento em seu caderno.

Em seguida, aprofundaram o estudo por meio de discussões sobre a importância desses lugares, a partir de histórias de personagens marcantes, como Heitor dos Prazeres e Tia Ciata, além de acontecimentos que contribuíram para a formação desse território, reconhecido como o primeiro território negro da cidade do Rio de Janeiro e berço da cultura do samba.

Ao longo das aulas, também apreciaram vídeos e fotografias para resgatar e valorizar essa memória, refletindo especialmente sobre o processo de apagamento cultural.

Discutiram como importantes locais históricos foram encobertos por obras urbanas, evidenciando o descaso com a preservação da memória negra na cidade, como ocorreu com o Cais do Valongo e o Cemitério dos Pretos Novos. Essas reflexões contribuíram para que os alunos compreendessem a relevância da valorização do patrimônio histórico e cultural, bem como a necessidade de sua preservação.

A Construção Coletiva de Capitães de Areia

F8 – Teatro

Nas aulas de teatro, as turmas de F8 iniciaram uma nova etapa de trabalho com a adaptação teatral de Capitães da Areia, de Jorge Amado. Após a realização da leitura dramatizada e das reflexões sobre a obra, demos início ao processo de ensaios, marcações e elaboração dos projetos criativos.

Entendendo o teatro como um exercício de cooperação e coletividade, os alunos foram organizados em equipes de trabalho cenário, figurino e programação visual , que serão responsáveis por criar os elementos da encenação. Essa prática reforça a ideia de que o aprendizado se consolida de forma mais potente quando construído coletivamente. Em breve, o resultado desse processo será compartilhado com a comunidade escolar na Mostra de Artes.

Diálogos Sobre Gênero

Entre os dias 11 e 15 de maio, a Escola Sá Pereira realizou a Semana Diálogos sobre Gênero, um encontro construído por muitas mãos e marcado pela parceria entre escola e famílias, movidas pelo desejo comum de refletir sobre a formação que queremos oferecer às nossas crianças e jovens diante de questões tão urgentes do nosso tempo.

Ao longo da semana, nossa comunidade participou de oficinas e conversas sobre os direitos das mulheres, a presença feminina no esporte e as relações entre meninos e meninas, reafirmando princípios fundamentais do nosso projeto pedagógico: o respeito às diferenças, o cuidado nas relações, a convivência democrática e a construção de uma sociedade mais justa e acolhedora. 

Mais do que os temas discutidos, gostaríamos de destacar a forma como esse processo foi construído: por meio da escuta, da participação coletiva e do diálogo entre escola e famílias, uma marca tão importante da nossa escola.

Nosso agradecimento especial a todas as pessoas que tornaram essa semana possível. À Geovana Pires, que abriu a programação com a oficina A poesia formando coletivos para as famílias e com a apresentação de Perigosas Damas para os estudantes da F9 e do Ensino Médio. À Jaqueline Silva, medalhista olímpica do vôlei de praia e às nossas alunas atletas Martina Casé, Maria Ester, Pietra Oliveira, Leticia Helal e Sofia Barbosa, que compartilharam suas trajetórias e reflexões no encontro sobre meninas no esporte. À Daniela Braga, pela vivência de dança com os jovens da M3. E à promotora Gabriela Lusquinos, que encerrou a programação dialogando com os estudantes do Fundamental II sobre misoginia, cyberbullying, uso das telas e os desafios do convívio contemporâneo.

Seguimos acreditando na importância de criar espaços de encontro, escuta e diálogo para fortalecer uma educação mais humana, sensível e comprometida com o cuidado coletivo.

Instalação

F6, F7, F8 e F9 – Artes Visuais

Inspirados na instalação Planos-Pipa, do artista brasileiro Marcelo Jácome, os estudantes do segundo ao nono ano participarão de uma grande construção coletiva para a Mostra de Artes. A proposta parte da pesquisa sobre as bandeiras dos países participantes da Copa do Mundo de 2026 e transforma suas cores, símbolos e grafismos em pipas construídas pelos próprios alunos.

Ao deslocar as bandeiras do campo esportivo para o espaço poético do brincar, a instalação aproxima jogo, corpo, vento e coletividade. Suspensas no espaço, as pipas deixam de representar apenas países e passam a criar um grande campo de encontro entre culturas, movimentos e identidades.

A escolha da obra de Marcelo Jácome como referência dialoga diretamente com o projeto institucional Ginga e corpo: quando o esporte sonha ser jogo, ao propor uma reflexão sobre o esporte para além da competição. Assim como a pipa depende do vento, do gesto e da relação com o outro para permanecer no ar, o jogo também nasce da troca, da escuta e da experiência coletiva.

Recortar, Ler, Descobrir: o Estudo e Planejamento de Reportagem

F8 – Português

Os alunos do oitavo ano realizaram mais uma das atividades pedagógicas que estão articuladas para possibilitar diferentes conhecimentos sobre o gênero reportagem. A partir da leitura do Joca, um jornal feito especificamente para jovens, os estudantes selecionaram reportagens para identificar as partes que as compõem. Títulos, imagens, legendas, infográficos, lide e corpo do texto foram as características apontadas, identificadas e colocadas em disposição no caderno. A intenção foi incentivar a autonomia leitora, a observação das características do gênero jornalístico e construção de estratégias de estudo para organização das informações no caderno, que é espaço de pesquisa e planejamento de estudo. Esse trabalho com reportagens aborda temas importantes e atuais, que vêm sendo articulados com diferentes atividades, principalmente, a produção de reportagens para os jornais autorais dos alunos, que serão expostos na Feira Literária, que ocorrerá em agosto deste ano.

Monômios e Polinômios

F8 – Matemática

Demos início ao estudo de monômios e polinômios, conteúdos essenciais que servem de base para os produtos notáveis e a fatoração algébrica. Dominar essas ferramentas agora fará toda a diferença na resolução de equações do segundo grau no ano que vem!

Essa etapa exige muita lógica e os nossos estudantes têm demonstrado grande empenho. Afinal, nem só de $x$ vive a álgebra!

Idioms in Action: O Universo das Expressões Idiomáticas

F8 – Inglês

Você sabe o que expressões como “take a rain check” ou “make the cut” significam? As turmas de F8 mergulharam de cabeça no universo das idioms (as expressões idiomáticas) ligadas ao mundo dos esportes! Em um trabalho colaborativo, os estudantes vêm se reunindo em grupos para investigar, desvendar significados e aplicar esses termos em situações do próprio dia a dia. E o melhor de tudo: muito em breve, todo esse conhecimento será compartilhado com a comunidade escolar na nossa Feira Literária!

De Onde Viemos? A Ciência e os Quadrinhos Desvendando a Humanidade

F8 – Ciências

Para começar o segundo trimestre, as turmas de 8º ano foram convidadas a ler a HQ “Sapiens: o nascimento da humanidade”. A evolução da nossa espécie será o tema do trimestre, e o livro paradidático, um dos materiais de apoio na compreensão desse processo. A construção do conhecimento acerca da nossa própria história evolutiva é uma jornada pela qual os estudantes demonstraram interesse desde o primeiro trimestre, quando estávamos ainda engatinhando na compreensão das teorias evolutivas. Perguntas como “Viemos dos macacos?” e “Como nossa espécie surgiu?” brotaram desde a primeira aula sobre o tema. A biblioteca é um espaço propício à leitura, mas a roda e a troca de saberes remontam às primeiras experiências de como os Homo se tornaram sapiens.

Bastidores e Histórias do Jornalismo com Convidados Especiais

F8 – Língua Portuguesa

O Ponto de Virada das turmas de F8 começou com um encontro inspirador com os jornalistas Mariana Costa Pereira Bomfim e Carlos Gil. A vinda dos convidados dialoga diretamente com o início do nosso trabalho na série, cujo foco principal é o estudo do gênero jornalístico. Poder ouvir profissionais da área trouxe para a sala de aula a realidade prática e a relevância social dos textos, entrevistas e reportagens que os estudantes estão analisando em nossos componentes curriculares.

Nossos convidados compartilharam suas trajetórias, contaram como escolheram o jornalismo e debateram as profundas transformações da profissão nas últimas décadas em comparação com os dias de hoje. Foram relatos marcantes e repletos de vivências reais.

Ao final, ainda sobrou tempo para que os estudantes fizessem suas próprias perguntas. O momento foi rico, mas o tempo pareceu curto diante de tantas curiosidades e do entusiasmo da turma em desvendar os bastidores da notícia!

Esporte, Memória e Luta: Um Encontro Marcante sobre o Racismo nos Campos

F8 – História

O jogador Gilberto, com passagem marcante pela Seleção Brasileira, foi o convidado especial para uma conversa fundamental sobre “Racismo no esporte”. O encontro integra a pesquisa de um dos grupos de História da série, cujo tema é “Políticas de combate ao racismo no esporte”.

Debater esse assunto no ambiente escolar é de suma importância, pois o esporte, ao mesmo tempo em que une povos, frequentemente reflete e amplifica as desigualdades e os preconceitos presentes na estrutura da nossa sociedade. Compreender esses mecanismos é um passo essencial para a formação de cidadãos conscientes e antirracistas.

Durante o papo, Gilberto compartilhou suas experiências pessoais e profissionais. Ele destacou que, felizmente, o tema hoje ganha muito mais visibilidade e debate público do que na sua época de jogador, o que representa um avanço significativo. Contudo, ressaltou que ainda temos um longo caminho a percorrer na erradicação do preconceito. Foi uma verdadeira lição para todos nós, que nos permitiu perceber o quanto podemos compreender a nossa história e a nossa sociedade sob a lente dos esportes.

Vídeo

Diálogos sobre Gênero: O Protagonismo Feminino no Esporte

F6/F7/F8

Na semana “Diálogos sobre Gênero”, nossas estudantes atletas dividiram o palco com a campeã olímpica Jackie Silva — que, ao lado de sua parceira Sandra Pires, conquistou a primeira medalha de ouro feminina do Brasil na história dos Jogos Olímpicos.

Nessa conversa participaram as alunas Leticia Helal (Skate), Maria Esther Botelho (Jiu Jitsu), Pietra Carla de Oliveira (Triatlon), e foi mediada pela estudante Sofia Barbosa.

Durante o encontro, as alunas narraram suas rotinas de treino, responderam às perguntas dos colegas e compartilharam os desafios e as alegrias de ser menina no meio esportivo atual. A campeã Jackie, por sua vez, trouxe reflexões potentes sobre como as mulheres ainda enfrentam barreiras e desigualdades por questões de gênero, mesmo demonstrando uma força avassaladora no esporte — vide o marco histórico das últimas Olimpíadas de Paris, em que as atletas brasileiras conquistaram mais medalhas e subiram mais vezes ao topo do pódio do que os homens.

A “Semana de Diálogos sobre Gênero” e esta roda de conversa são iniciativas de uma comissão de responsáveis da nossa comunidade, que vem debatendo e promovendo diversas atividades fundamentais sobre o tema em nossa escola. Ficamos muito orgulhosos de ver nossos estudantes e famílias construindo, juntos, um espaço de tanta escuta e transformação!