Reencontro

O reencontro das nossas crianças e jovens foi marcado por muito afeto e alegria. Nesta primeira semana, compartilharam viagens, histórias e, aos poucos, foram retomando a rotina escolar.

Mais do que rever amigos, este momento reafirma a importância de estar em grupo, de aprender e crescer no coletivo, construindo laços que fortalecem a experiência escolar.

Nas próximas semanas, estarão envolvidos com novos projetos de pesquisa, o evento literário de F2 ao Ensino Médio, a mostra de artes da Pereirinha e muitas outras vivências que nos esperam.

Aguardem!

Pereirinha e o Cortejo de Maracatu

A Educação Infantil e o primeiro ano do Fundamental I deram início aos festejos com um cortejo de maracatu, abrindo caminho para a entrada dos passarinhos do berçário, que perfumaram o espaço com raminhos de alecrim. Em seguida, as crianças brincaram com calangos rimados, bonecos gigantes e adivinhações de bichos, celebrando o saber popular com criatividade. A chegada do Boi Foguetinho, criação do Ateliê da Pereirinha, emocionou o terreiro, seguido pela dança do Jongo com as turmas do F1, que encantaram os pequenos da EI.

As barraquinhas de brincadeiras também fizeram a alegria da criançada, assim como a mesa colaborativa repleta de quitutes típicos, preparados com carinho por toda a comunidade escolar.

Para finalizar, famílias e crianças se reuniram numa grande Ciranda, celebrando juntos a força do coletivo. Foi uma festa feita de pano, papel e imaginação, e também de memória, afeto e pertencimento. Que venham mais encontros como esse.

Viva o São João da primeira infância! Viva a cultura popular que forma e transforma!

Festa Julina

A  Festa Junina da Sá Pereira é muito mais do que uma comemoração: é um ato pedagógico, afetivo e cultural. Celebrar esse festejo popular é reconhecer a força da memória coletiva, da oralidade, da música e da dança como formas legítimas de produção de conhecimento.

Ao valorizar as tradições nordestinas, as narrativas do povo do campo, os ritmos afro-indígenas e as expressões regionais, a festa se alinha profundamente ao nosso projeto institucional de 2025 — “Arte e Memória: é preciso relembrar o antes para inventar o depois?”
Nesse encontro entre o ancestral e o contemporâneo, promovemos o pertencimento, a escuta, o respeito às culturas populares e a valorização das raízes que nos formam enquanto sujeitos e enquanto escola.

Brincar é memória viva, arte é pertencimento.

Novas Histórias na Turma do Cinema

Turma do Cinema (TDT)

Foi com muita alegria e entusiasmo que as crianças da Turma do Cinema retornaram das férias. O reencontro animado com os amigos e as conversas na roda sobre as vivências desse período proporcionaram momentos de troca e conexão entre todos.

Aproveitamos essa oportunidade para registrar na nossa agenda os momentos especiais vivenciados no primeiro semestre.

Agora, novos caminhos e descobertas começam a se abrir, trazendo ainda mais aprendizado e encontros para nossas crianças.

 

Caminhos e Lembranças no Cinema

Turma do Cinema (TDT)

A Mostra de Artes se aproxima e os preparativos para o grande dia estão a todo vapor! Neste embalo, numa conversa cativante, as crianças da Turma do Cinema relembraram momentos significativos do projeto do primeiro semestre, e assim nos despedimos da pesquisa que fomentou descobertas interessantes sobre o cinema.

A turma expressou com alegria os momentos que vivemos:

“Eu gostei de descobrir as pessoas que trabalharam muito tempo atrás no cinema.” (Laura)

“Gostei de conhecer o Charles Chaplin.” (Pilar)

“Eu também gostei quando a gente foi ao Museu da Carmen Miranda.” (Maria F.)

“Gostei que a gente foi ver o filme da Tarsilinha.” (Carolina)

“Gostei quando a gente viu o primeiro filme do Charles Chaplin, quando ele ficou preso na jaula com o leão.” (Lucas)

“Gostei quando a gente fez o filme.” (Isabel)

“Gostei de quando a gente fez o som do filme.” (Sebastião)

“Quando a gente fez o turbante da Carmen Miranda.” (Antônio)

Depois, apresentamos alguns objetos e imagens para traçar novos rumos e resgatar o Projeto Institucional. A partir dos materiais observados, cada criança relacionou objetos que lembravam experiências passadas.

“Essa imagem me lembra quando eu pesquei xerelete e bagre.” (Tomás)

“A imagem me lembra quando fui para Brasília e no Cerrado tem muito mato.” (Isabel)

“A imagem me lembra quando eu mergulhei no rio do meu sítio.” (Maria H.)

“A bicicleta me lembra de quando eu ganhei no meu aniversário o meu patinete.” (Carolina)

“A imagem me lembra quando eu andei de lancha.” (Antônio)

“Lembro quando ganhei minha bicicleta no Natal.” (Santiago)

“Lembrei de quando eu ganhei minha bicicleta nova e eu aprendi a andar sem rodinha.” (Beatriz)

Desta forma, vamos traçando caminhos nos quais a arte e a memória impulsionam descobertas, aguçando olhares.

 

Caminhos

Turma do Cinema (TDT)

As histórias têm proporcionado momentos de reflexão sobre memória e arte, sensibilizando as crianças da Turma do Cinema para as pesquisas do segundo semestre. A partir da literatura, estimulamos a imaginação e o contato com a Língua Portuguesa, ampliando o repertório de palavras e apresentando diferentes culturas.

Nesse contexto, as crianças ouviram e apreciaram as ilustrações do livro O Caminhão, de Lúcia Hiratsuka. Envolvidos pela narrativa, conhecemos uma família que aguarda pacientemente a chegada do caminhão em sua cidade. Em seguida, discutimos o enredo e suas contribuições para as futuras pesquisas.

“Eu entendi que as meninas estavam muito animadas para o caminhão chegar porque ele tinha as memórias delas e elas queriam lembrar para fazer um circo e mostrar para a vizinhança.” (Maria F.)

“Elas não tinham paciência para esperar o caminhão.” (José)

“Eu entendi que elas estavam animadas para o caminhão chegar porque queriam as memórias delas para poder fazer um circo. Eu achei muito legal essa história.” (Carolina)

“Eu entendi que a memória é muito importante porque se não tiver memória ninguém vai lembrar de nada de coisas que fizeram no passado.” (Laura)

“Eu entendi que a memória é tão importante que se ela não existisse não ia existir cérebro, cabeça, lembranças. Então, por isso é muito importante a memória, porque a memória traz tantas histórias.” (Elis)

Futuras Descobertas

Turma do Cinema (TDT)

Na Turma do Cinema os preparativos para a Mostra de Artes possibilitaram um resgate e reencontro com as pesquisas passadas, trazendo sentimentos de alegria e orgulho ao rever a trajetória.

Nesse contexto, iniciamos uma conversa sobre o novo projeto, cujo fio condutor será a literatura. Novos rumos dão andamento à pesquisa, com a história A professora da floresta e a grande serpente, de Irene Vasco e Juan Palomino, embalando as tardes da turma e semeando possibilidades de investigação que envolvem a arte e a memória.

Mostra de Artes da Pereirinha

Pereirinha

A Pereirinha abriu suas portas para a Mostra de Artes do projeto “Arte e Memória: é preciso relembrar o antes para inventar o depois?”. Os corredores da escola se encheram de trabalhos das crianças mostrando o caminho percorrido pelas turmas em suas pesquisas. 

As crianças receberam suas famílias com alegria, conduzindo-as como verdadeiras anfitriãs. Orgulhosas, contaram sobre suas produções, explicaram os processos e dividiram experiências que vivenciaram com carinho ao longo do projeto.

A cada olhar emocionado, a cada conversa entre as gerações, ficou evidente que a Mostra de Artes, mais do que uma exposição, foi um encontro muito especial de trocas e de aprendizados.

Traçando Caminhos

Turma do Cinema (TDT)

As crianças da Turma do Cinema contaram para as famílias, com muito entusiasmo, as experiências vividas para a produção da Mostra de Artes:

“Eu achei que a minha mãe e meu pai gostaram muito e acharam muito difícil fazer.” (Lucas)

“O meu pai e a minha mãe gostaram muito da Carmen Miranda e do Chaplin, gostamos muito da Mostra.” (Giovanna)

“A minha mãe e a minha avó gostaram muito.” (Santiago)

“Eu achei muito legal os trabalhos, a minha família também.” (José)

Em seguida, um passeio pela escola foi essencial para apreciarem os trabalhos das outras turmas, finalizando assim tantos conhecimentos adquiridos. Neste embalo, retornamos à narrativa “A professora da Floresta e a grande serpente”, de Irene Vasco e Juan Palomino.

Aos poucos, a turma vai se envolvendo e esmiuçando a história, ampliando seus conhecimentos tendo como caminho de pesquisa a literatura oral, transmitida de geração em geração, fontes geradoras de conhecimento e cultura.

Rainha das Matas

Turma do Cinema (TDT)

A atenção das crianças da Turma do Cinema durante a história que embalou nossas tardes possibilitou conversas enriquecedoras sobre a maior floresta tropical do mundo: a Amazônia. Aproveitamos esse momento para listar palavras significativas do enredo, ampliando o repertório do grupo e aprofundando o entendimento sobre o processo de escrita da nossa língua.

Na sequência, conhecemos a artista e ativista Kaê Guajajara e apreciamos a canção Sumaúma, uma homenagem à árvore considerada sagrada pelos povos indígenas, conhecida como a rainha das matas.

Desta forma, vamos traçando descobertas e conhecimentos sobre a região explorada.

Pipoca, Pororoca

Turma do Cinema (TDT)

A Turma do Cinema realizou uma retrospectiva da história A Professora da Floresta e a Grande Serpente, que serviu como ponto de partida para a nova pesquisa do grupo. Mobilizados pela riqueza da cultura indígena, conhecemos outra história encantadora: O tupi que você fala, de Claudio Fragata, o que contribuiu ainda mais em nossos conhecimentos sobre os povos originários. Durante a leitura, as crianças descobriram que muitas palavras do nosso cotidiano têm origem indígena, como guaraná, pipoca, açaí, taturana, pororoca, entre outras.

Motivados pelo enredo, que trazia o jogo de rimas como recurso, brincamos com o desafio de rimar a partir do nome das crianças: 

Santiago – lago
Sebastião – amigão
Elis – bis
Pilar – mar
José – picolé
Beatriz – chafariz

Nesta animada brincadeira com as palavras, possibilitamos a ampliação do vocabulário, além de favorecer o desenvolvimento da consciência fonológica de forma criativa e prazerosa.

Arte no Crab

Turma do Cinema (TDT)

Quando uma árvore queima, nosso corpo também é queimado.
(Sônia Guajajara)

As crianças da Turma do Cinema foram até o Crab – Centro de Referência do Artesanato Brasileiro para conhecer a exposição “Mata Viva”. Fomos recepcionados pelo guia Leo, que conduziu o grupo de forma cativante, apresentando cada detalhe da arte popular brasileira.

A turma observou, através da diversidade de biomas do nosso Brasil, obras de diferentes artistas, apreciando esculturas e refletindo sobre os cuidados que devemos ter com a nossa floresta, cada bicho, cada planta e cada rio. Ao final, conhecemos a educadora Camila, que conduziu uma oficina divertida e reflexiva sobre o futuro e a nossa floresta. Foi um passeio bastante significativo e cheio de riqueza.

“Achei a exposição interessante e com trabalhos bonitos.” (Pilar)

“Achei que aprendemos coisas novas sobre a Amazônia.” (Laura)

“Achei o pântano muito interessante, fiquei muito interessada.” (Elis)

“Eu gostei muito das esculturas e da sala que tinha o Pantanal.” (Carolina)

“Eu gostei muito das esculturas de madeira e do banco girafa.” (Sebastião)

Visita Especial

Turma do Cinema (TDT)

A turma recebeu uma visita muito especial. Flávia, mãe da amiga Carolina, veio nos contar e apresentar o trabalho que desenvolveu na Amazônia. As crianças tiveram a oportunidade de apresentar o que já haviam pesquisado, e com olhares e escutas atentas elas observaram peças de artesanato adquiridas em suas viagens pela região mais encantadora do nosso país. Foi um encontro muito especial!

Outro momento bastante significativo foi a apreciação da obra Arikba, a mulher de Makunaimî, do artista e ativista indígena Jaider Esbell. As crianças observaram cada detalhe e elementos da imagem, buscando ampliar o olhar diante das cores e formas presentes na obra.

Bordado e Sua Memória

Turma do Cinema (TDT)

“Que a linha da imaginação nos solta e nos guia.” (Matizes Dumont)

A partir da apreciação do vídeo Arte Contemporânea e a Festa dos Sentidos, as crianças da Turma do Cinema conheceram as irmãs Dumont, bordadeiras da região mineira de Pirapora. Com essas imagens, entramos em contato com o universo das linhas, tecidos e agulhas, em que cada ponto se transforma em desenhos que surpreendem revelando arte e memória.

Começamos uma nova trajetória dentro das nossas pesquisas: o bordado e sua representatividade na arte e na memória cultural do nosso país. As crianças foram surpreendidas com uma caixa surpresa. Ao abrir descobriram linhas, panos, agulhas, e assim experimentaram esta expressão artística que permeia os saberes tradicionais da nossa história e que fazem parte da nossa cultura.

Passeio Surpresa

Turma do Cinema (TDT)

As crianças da Turma do Cinema foram surpreendidas com um convite especial da Cecília, avó da Maria Hiltz: um passeio pela exposição Tenda Poema, de Lu Lessa. Com olhares curiosos, as crianças observaram a delicada produção da artista.

Fizemos um registro dessa visita pra lá de especial:

“Conhecemos a máquina Roca.” (Lucas)

“Aprendemos muitos tipos de tecido.” (Sebastião)

“A gente descobriu que dá para fazer um pano com lã.” (Antônio)

“Aprendemos que a roca faz a linha.” (Santiago)

“Aprendemos que existe um tipo de tecido que o nome é linho e se faz através de uma árvore.” (Carolina)

“Eu aprendi que os tecidos podem ser feitos com a linha.” (Elis)

 

Fios Que Se Cruzam

Turma do Cinema (TDT)

As crianças compartilharam em roda suas percepções sobre o novo projeto, por meio das perguntas: O que estamos pesquisando? O que já conhecemos?

“Estamos pesquisando sobre o bordado.” (Carolina)

“Estamos pesquisando sobre vários tecidos.” (Sebastião)

“Já conhecemos a Sumaúma.” (Tomás)

“Conhecemos os indígenas.” (Pilar)

“Conhecemos o indígena Jaider Esbell.” (Lucas e Maria H.)

“Conhecemos a Kaê Guajajara.” (Giovanna)

“Conhecemos os livros da Professora da Floresta, O tupi que você fala, Pororoca, Sou indígena e sou criança.”

Diante de suas falas percebemos o quanto de informações o grupo já trazia, referências bibliográficas e artísticas, conhecimentos adquiridos durante nossas investigações.

Em seguida, um marcante encontro com a Turma do Papel possibilitou o diálogo das turmas sobre as linhas que se cruzam, o bordado e a costura, técnicas manuais que carregam memória e identidade.

Durante essa troca, conhecemos o artista brasileiro Arthur Bispo do Rosário e seu bordado singular: utilizando fios, tecidos, uniformes e objetos do cotidiano, ele bordava e construía peças peculiares que expressavam suas visões, sentimentos e crenças.

Linhas e Encantos

Turma do Cinema (TDT)

A Turma do Cinema iniciou seus bordados com muita empolgação. Depois de registrarem seus desenhos no tecido, escolheram as cores das linhas e se dedicaram nesta arte manual tão cheia de significado.

O desafio manual deste processo em cada ponto alinhavado possibilitou sorrisos, encantamento e conversas espontâneas que surgiam durante a concentração com a linha, que, às vezes, se perdia: 

“Nossa, como é bom bordar!”

 “Eu já bordei com minha vovó!”

“Acho que minha mãe não deixa eu pegar em agulha!”

E neste desenrolar do bordado as crianças tiveram a oportunidade de experimentar uma arte que exige atenção, paciência e delicadeza, desafiando-se a cada novo ponto traçado. Foi um momento muito especial! 

Nossa querida Elis compartilhou com a turma o livro O Sonho da Buya Wasú, de Moara Tupinambá, artista e ativista indígena. A narrativa marcante e suas lindas ilustrações apresentam o libertar dos seres encantados do casco da tartaruga, evocando a cultura e a força indígena.

No Caminho: a Chuva

Turma do Cinema (TDT)

A turma foi animada ao Jardim Botânico para ver a rainha da floresta, a Sumaúma. No entanto, no meio do caminho, fomos surpreendidos com a chuva que caiu do céu. Isso não interrompeu nosso passeio, que ganhou um novo destino: o Museu do Jardim Botânico!

A empolgação permaneceu e, juntos, visitamos a exposição “Muito mais que um jardim”. Em destaque, apreciamos a obra Sumaúma: copa, casa, cosmos, de Estevão Ciavatta, com narração de Regina Casé. A imersão na sumaúma foi uma experiência incrível: ouvimos o crescimento dessa árvore tão cheia de simbolismos, desde a semente, passando pela formação das raízes até a sua grandiosa copa.

A visita continuou por outras salas, onde observamos a flora brasileira em perigo, espécies de plantas em extinção. Foi uma experiência repleta de aprendizado sobre o cuidado e a atenção que devemos ter com a diversidade de espécies da nossa floresta.

Memórias Literárias, Saberes Manuais

Turma do Cinema (TDT)

Os amigos José e Laura trouxeram livros inspirados nas pesquisas da Turma do Cinema, ampliando ainda mais nossas descobertas sobre a arte do trabalho manual e suas diferentes expressões.

Conhecemos o livro A manta do José, de Miguel Gouveia, uma linda narrativa que retrata a relação afetuosa entre um avô alfaiate e seu neto. Ao longo da história, as crianças acompanharam as transformações da manta, que ganhava novos significados a cada conserto e remendo feito pelas mãos habilidosas do avô. Assim, refletimos sobre como um tecido pode guardar memórias, afetos e histórias.

Em seguida, exploramos a obra A Oficina de Dom Pepe, de Bia Bedran, que apresenta o artesão Pepe, um homem criativo que transforma materiais simples em verdadeiras obras de arte. Com suas próprias mãos e usando a imaginação, ele cria objetos únicos, mostrando que o trabalho manual é também uma expressão de sensibilidade e inventividade.

Essas leituras despertaram nas crianças o interesse por observar e valorizar os saberes manuais, aproximando-se da costura ou de criações manuais nas quais o tempo e a dedicação retratam o amor pelo fazer artístico.

Aproveitamos para conhecer a máquina de costura da Alice, filha da professora Raquel, que foi presenteada por sua avó. Juntas, Alice e sua avó costuram e bordam memórias cheias de afeto. As crianças observaram com curiosidade os tecidos, as linhas, as agulhas e todo material que Alice utiliza nesses momentos especiais de criação e convivência com sua avó.

O Rock no Cinema

Turma do Cinema (TDT)

Os ensaios para a Festa de Encerramento estão a todo vapor na Turma do Cinema.

Embaladas pela narrativa de Ana, Guto e o Gato Dançarino, de Stephen Michael King, as crianças mergulharam na história que dará vida ao grande dia. A música Fui no Tororó, produzida por Zezinho Mutarelli para o álbum Músicas Daqui – Ritmos do Mundo, animou nossos encontros e trouxe ainda mais energia aos pequenos. Assim, ao som dessa mistura vibrante, a turma sacudiu o corpo e deixou fluir a espontaneidade durante as aulas de Música e Dança.

Aproveitamos também para conhecer a rainha do rock brasileiro, a irreverente Rita Lee. Ouvimos algumas de suas composições e, inspiradas pela atitude leve, divertida e ousada da artista, as crianças se deixaram levar pela criatividade, explorando novos movimentos, expressões e gestos cheios de personalidade.

Aguardamos as famílias para o animado encerramento de nossa trajetória.

Emoção no Palco

Turma do Cinema (TDT)

Num sábado de comemoração encerramos nosso último encontro com as famílias da Turma do Cinema, fechando um ciclo de histórias, arte e memória. Durante nossas conversas as crianças expressaram esse momento tão especial para todos:

“Foi a minha primeira vez dançando no palco.” (Lucas)

“Eu nunca esquecerei da Ana, Guto e o Gato dançarino.” (Maria H.)

“Foi a primeira vez que dancei na Sá Pereira.” (Beatriz)

“Eu me esforcei pra dançar o samba e fiquei muito orgulhoso de mim.” (Sebastião)

“Vou lembrar da primeira vez dançando rock and roll, foi a primeira vez.” (Carolina)

“Foi a primeira vez que dancei tão estiloso e orgulhoso.” (José)

“Eu fiquei muito feliz quando tocamos a guitarra.” (Laura)

“Nunca esquecerei a roupa que usei na festa.” (Maria F.)

“Eu acho que foi a primeira vez que dancei com uma turma.” (Giovanna)

“Foi a primeira vez que vi um teatro na escola.” (Antônio)

“Fiquei muito orgulhosa de mim porque dancei muito bonito.” (Isabel)

“Foi a primeira vez que dancei no palco.” (Elis)

“Eu vou lembrar da Ana, do Guto e do gato dançarino.” (Tomás)

“Nunca vou esquecer do vídeo.” (Santiago)

Assim, compartilhamos em palavras memórias desse dia cheio de emoção. Ainda embalados pelo rock and roll, registramos no papel a artista que nos inspirou no palco, Rita Lee.

 

Mandioca no Cinema

Turma do Cinema (TDT)

Depois de tantos encontros, risadas e pesquisas, encerramos a trajetória da Turma do Cinema. Embalados por esse movimento, exercitamos a nossa memória resgatando o que ficará guardado desta turma tão especial e cheia de significados:

“Eu aprendi várias coisas, como costurar.” (Isabel)

“Vou guardar na minha memória todos os passeios, até o da Rita Lee e a festa de final de ano que foi super legal.” (Sebastião)

“Quando a gente foi na pracinha e tiramos uma foto no telhado do trenzinho.” (José)

“Vou guardar na memória a primeira vez que tentamos bordar.” (Elis)

“Vou guardar na memória que fizemos a história de terrir.” (Antônio)

“Quando a gente fez a apresentação de fim de ano.” (Maria F.)

“De todos os meus amigos.” (Pilar)

“Da vez que eu dancei no palco.” (Beatriz)

“A Ana, o Guto e o Gato Dançarino.” (Giovanna)

“Do primeiro dia que a gente se conheceu.” (Lucas)

“Vou guardar na minha memória todos os meus professores desse ano.” (Carolina)

“Vou guardar que a gente pesquisou sobre a Sumaúma e eu não conhecia.” (Tomás)

“Vou guardar na minha memória o vídeo de final de ano.” (Santiago)

“Quando a gente foi no Parque da Rita Lee.” (Maria H.)

Para homenagear o grupo, preparamos uma deliciosa receita com um ingrediente que faz parte da dieta de muitos lares brasileiros: a mandioca. Conhecido por diversos nomes regionais, como maniva, macaxeira e o famoso aipim, esse alimento representa um dos pilares da nossa cultura, com raízes profundas na história indígena. As crianças colocaram a mão na massa, atentas a cada ingrediente da receita. Assim, finalizamos nossa história permeada de memórias, afetos e conquistas. Fim!